Um pouco de maizena e o líquido fica jóia
Volta e meia, algum amigo meu me pergunta se eu não teria vontade de morar sozinha, agora que, pelo menos em teoria, eu não vivo mais sob a asa financeira de papai e mamãe. São muitas as razões, mas eu resumo com o óbvio ululante: não tenho vocação pra sociopatia. Bem que às vezes eu gostaria, pra me ver do outro lado, com a boca um pouco mais fechada (coisa estranha de se ler, pra quem me conhece pouco. Rá rá.) e mais introspecta. Hmm. Por outro lado, acordar às 4 da manhã, no sofá da sala, com a TV ligada e morta de frio (bem feito) me faz ver que, não, eu a-do-ro companhia. Principalmente aquelas mais solidárias ante o desleixo humano.
Fora que cozinhar pra uma pessoa só é foda. Especialmente em feriadões.
E olha que eu adoro cozinhar.
Mas sabe que tenho detestado feriadões?
...............
Little Golds, já. Estou precisando de re-start.
...............
E dando seqüência e corda à onda teen que se apossou de mim, no post passado, eu volto ao meu amigo fofolex.
Querido diário,
Ontem eu tive uma surpresa no almoço. Não que fosse exatamente uma surpresa, eu estava de sobreaviso; mas a velocidade dos correios, que já foram tão eficientes quanto um cágado, desta vez me deixou realmente pasma. Sobre a mesa, uma caixinha singela, aparentemente inofensiva (o antrax já saiu de moda, não saiu?), postada no dia anterior, de São Paulo. A carta que veio junto aos presentes (eitcha cdzinho massa) me fez crer que, apesar dos malandros que insistem em pentelhar, a Internet ainda pode trazer muita coisa agradável.
Ou existe algo melhor que uma boa amizade?
(ok, resposta individual NÃO vale)
...............
Valeu, Regi, bocozinha querida.
Aliás, gozado como a gente parece desconfiar da existência das pessoas até ouvir a voz ou ler algo escrito por elas, não?
Aliás, gozado como uma coisa que eu digo pouco ou nada tem a ver com outra, né? É a pasta. Sinto meu cérebro aquoso, esses dias. Apesar de o corpo estar mais vivo que nunca (pelo menos eu acho).
E apesar do meu vizinho santista $#&*%, já que é pra fugir de vez do assunto.
...............
Repeat, please: re-start.
...............
random: You've got a friend – James Taylor
17.6.03
Nothing to declare, sir.
Porque tudo que eu dissesse seria pouco pro tanto que tem acontecido nos últimos dias. Agora eu vejo a falácia dos jornais-laboratório, gentem. E entendo o porquê das dores nas costas contundentes.
*
Enfim vi Matrix Reloaded. E tive vontade de andar de moto de novo. E lembrei que não tenho seguro de vida contra acidentes desse tipo. E notei a cara do Neo feita em computador, logo no início da pancadaria em 3D, para deleite dos nerds, e azar meu. Salve, Keanu, avmãe - deixemos a interpretação Ricardo Macchi de lado, plis.
*
Fim de semana com direito a show. O barato sai caro, diz minha mãe. Por isso que eu andei umas léguas pra ver Los Hermanos (e ainda ter de aturar dois taxistas perdidos, em menos de três dias) e não os dois quarteirões que já me separaram, ainda este ano, de pérolas como Charlie Brown Jr e Capital Inicial. Só falta mesmo o Rouge, pra trinca ser perfeita e a magia da música pop invadir esse meu coração pseudo-teen e operar maravilhas. Oh.
*
NOTA MENTAL DE IMPORTÂNCIA AURICULAR:
Eu juro que nunca mais esqueço o bendito RG em casa, eu ju-ro. Ouvir novamente um "Janaina com gê ou com jota?" seria judiação demais pra uma única sonâmbula, poxa. Isso aí. Esses papos noturnos com seres imagináveis estão acabando com minha reputação de moça trabalhadora. Moça com cedilha, anote aí.
Eu, hein, que momento mais Xuxa... Que os duendes me protejam desse mal.
*
random: I wanna hold your hand – Beatles
Porque tudo que eu dissesse seria pouco pro tanto que tem acontecido nos últimos dias. Agora eu vejo a falácia dos jornais-laboratório, gentem. E entendo o porquê das dores nas costas contundentes.
*
Enfim vi Matrix Reloaded. E tive vontade de andar de moto de novo. E lembrei que não tenho seguro de vida contra acidentes desse tipo. E notei a cara do Neo feita em computador, logo no início da pancadaria em 3D, para deleite dos nerds, e azar meu. Salve, Keanu, avmãe - deixemos a interpretação Ricardo Macchi de lado, plis.
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Fim de semana com direito a show. O barato sai caro, diz minha mãe. Por isso que eu andei umas léguas pra ver Los Hermanos (e ainda ter de aturar dois taxistas perdidos, em menos de três dias) e não os dois quarteirões que já me separaram, ainda este ano, de pérolas como Charlie Brown Jr e Capital Inicial. Só falta mesmo o Rouge, pra trinca ser perfeita e a magia da música pop invadir esse meu coração pseudo-teen e operar maravilhas. Oh.
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NOTA MENTAL DE IMPORTÂNCIA AURICULAR:
Eu juro que nunca mais esqueço o bendito RG em casa, eu ju-ro. Ouvir novamente um "Janaina com gê ou com jota?" seria judiação demais pra uma única sonâmbula, poxa. Isso aí. Esses papos noturnos com seres imagináveis estão acabando com minha reputação de moça trabalhadora. Moça com cedilha, anote aí.
Eu, hein, que momento mais Xuxa... Que os duendes me protejam desse mal.
*
random: I wanna hold your hand – Beatles
11.6.03
Post floresta-negra
"– Alô?
– Alô, oi. Parabéns! Seguinte: eu fiquei sabendo. (tudo nessa ordem)
– Sério, do quê? (surpresa)
– Você sabe.
(espanto)
– ... tá, mas o que você vai fazer agora que sabe?
– Comprar o jornal. E espero que teu texto tenha ficado bom, senão eu peço o dinheiro de volta pra você!"
J.F.S., 19, ex-aluna da Janaina.
*
"Jana, li sua matéria comecei a chorar como criança na sala de informática, pois vejo que o plantamos juntos nestes anos deu bons frutos."
Tia Clara, 31, a tia da Janaina. (que vai morrer por ter colocado a idade dela aqui, he)
*
"Já mandou um jornal pra sua mãe?"
Capucho, chefia pra todas as horas.
*
Nossa, como eu sou careta, coruja, bocó, mesmo. Mas é isso aí, eu precisava treinar os comandos do DOS e, por que não, passar pro lado de lá e ver como é chato encontrar jornal em açougue, ou na lata de lixo.
Mas eu juro que trocava qualquer satisfação pessoal pela saúde da minha mãe. Eu, que sempre tive o colo em situações declaradamente trash, agora tenho essa distância lazarenta e mais uma série de situações (que, claro, se acumularam) me impedindo de retribuir o mínimo que fosse. Que droga. Mas que bom, meu irmão é um sujeito de coragem, pra me avisar de certas coisas que ninguém avisaria.
Uuuuu, eu estou estranha, é verdade. Novidade.
*
random: Mysteries – Beth Gibbons
"– Alô?
– Alô, oi. Parabéns! Seguinte: eu fiquei sabendo. (tudo nessa ordem)
– Sério, do quê? (surpresa)
– Você sabe.
(espanto)
– ... tá, mas o que você vai fazer agora que sabe?
– Comprar o jornal. E espero que teu texto tenha ficado bom, senão eu peço o dinheiro de volta pra você!"
J.F.S., 19, ex-aluna da Janaina.
*
"Jana, li sua matéria comecei a chorar como criança na sala de informática, pois vejo que o plantamos juntos nestes anos deu bons frutos."
Tia Clara, 31, a tia da Janaina. (que vai morrer por ter colocado a idade dela aqui, he)
*
"Já mandou um jornal pra sua mãe?"
Capucho, chefia pra todas as horas.
*
Nossa, como eu sou careta, coruja, bocó, mesmo. Mas é isso aí, eu precisava treinar os comandos do DOS e, por que não, passar pro lado de lá e ver como é chato encontrar jornal em açougue, ou na lata de lixo.
Mas eu juro que trocava qualquer satisfação pessoal pela saúde da minha mãe. Eu, que sempre tive o colo em situações declaradamente trash, agora tenho essa distância lazarenta e mais uma série de situações (que, claro, se acumularam) me impedindo de retribuir o mínimo que fosse. Que droga. Mas que bom, meu irmão é um sujeito de coragem, pra me avisar de certas coisas que ninguém avisaria.
Uuuuu, eu estou estranha, é verdade. Novidade.
*
random: Mysteries – Beth Gibbons
7.6.03
Na próxima encarnação, eu quero nascer cachorro de madame
Alt F3
F3
Shift F2
Shift 3
Alt O
Ctrl P
Crtl Q
Ctrl F3
Save Definitive
Save Definitive and Restore/Delete
Enter
ESC
Virge.
NOTA MENTAL: Papai do Céu, perdoe-me por um dia ter visto estampada na testa de alguns alunos de um certo centro de computação de uma certa universidade estadual de uma certa cidade chamada Londrina, o rótulo de nerd. Cuspir pro alto é um perigo, sua mãe não te disse?
.......................................
Olha só: estão distorcendo os propósitos de altruísta subliminaridade que, acredito, este blog adotou para sim como política de vida. Tudo é linndo, você é linndo, Gil é linndo, a vida é linnda, não disse a baiana? Pois então. Estranheza é a sensação mais acertada pra expressar tudo o que meu coração tem sentido de ver como as pessoas continuam, coitadas, a chegar até aqui. Mire bem:
- coturnos de Apucarana (uou, esses devem ser realmente bons)
- discografia amado batista - TRÊS vezes (a minha cara, sem dúvida)
- grupo agepe ultimo cd (mentira, esse é mais)
- Roberto Shiniashik (claro, esse não podia faltar)
- massagens no ego (um minuto de silêncio por essa pobre criatura)
- engane seus amigos (isso aqui é um lugar de família, gente corrompida!!!!!!!)
Falando no grande mestre Batistão, me lembrei esses dias de um episódio que me pôs a pensar na vida. Não digo que a vi passar todinha em cinco minutos porque não, não estava à beira da morte, nem em um daqueles filmaços da Sessão da Tarde, com direito à versão brasileira Marshmellow. Não.
Conversava com o semi-esposo de uma das meninas com quem moro, e ele é baixista numa banda que toca esses sucessos de FM. Ok, ok, mas ele é legal. He. E me perguntou, enquanto fazia o misericordioso favor de afinar aquelas cordas tão misteriosas do meu filhote, de que bandas eu gostava. Das quatro iniciais que eu disse, um aceno esboçado no melancólico e espantado "sóóó... mas num conheço isso..." me fez pensar que talvez 23 anos não seja mais uma idade assim tãão tenra. Virge.
Alt F3
F3
Shift F2
Shift 3
Alt O
Ctrl P
Crtl Q
Ctrl F3
Save Definitive
Save Definitive and Restore/Delete
Enter
ESC
Virge.
NOTA MENTAL: Papai do Céu, perdoe-me por um dia ter visto estampada na testa de alguns alunos de um certo centro de computação de uma certa universidade estadual de uma certa cidade chamada Londrina, o rótulo de nerd. Cuspir pro alto é um perigo, sua mãe não te disse?
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Olha só: estão distorcendo os propósitos de altruísta subliminaridade que, acredito, este blog adotou para sim como política de vida. Tudo é linndo, você é linndo, Gil é linndo, a vida é linnda, não disse a baiana? Pois então. Estranheza é a sensação mais acertada pra expressar tudo o que meu coração tem sentido de ver como as pessoas continuam, coitadas, a chegar até aqui. Mire bem:
- coturnos de Apucarana (uou, esses devem ser realmente bons)
- discografia amado batista - TRÊS vezes (a minha cara, sem dúvida)
- grupo agepe ultimo cd (mentira, esse é mais)
- Roberto Shiniashik (claro, esse não podia faltar)
- massagens no ego (um minuto de silêncio por essa pobre criatura)
- engane seus amigos (isso aqui é um lugar de família, gente corrompida!!!!!!!)
Falando no grande mestre Batistão, me lembrei esses dias de um episódio que me pôs a pensar na vida. Não digo que a vi passar todinha em cinco minutos porque não, não estava à beira da morte, nem em um daqueles filmaços da Sessão da Tarde, com direito à versão brasileira Marshmellow. Não.
Conversava com o semi-esposo de uma das meninas com quem moro, e ele é baixista numa banda que toca esses sucessos de FM. Ok, ok, mas ele é legal. He. E me perguntou, enquanto fazia o misericordioso favor de afinar aquelas cordas tão misteriosas do meu filhote, de que bandas eu gostava. Das quatro iniciais que eu disse, um aceno esboçado no melancólico e espantado "sóóó... mas num conheço isso..." me fez pensar que talvez 23 anos não seja mais uma idade assim tãão tenra. Virge.
The child is gone
Led volta à Billboard 24 anos depois
Minha nossa. Não sei se rio ou se choro com a notícia do álbum triplo + DVD.
*
Aiow, silver.
Terminar o HC dessa sexta na Concha Acústica, com direito a Fiona Apple, Beatles, Portishead e mais um monte de coisa boa, na voz da Gisele (e banda), foi show. No melhor sentido da palavra.
E hoje de manhã eu aprendo uma deliciosa série de comandos do DOS. Show.
Terça os coloco em prática, espero.
*
New job, crianças. Que Alá proteja meu estômago.
.......................................
random: Criminal – Fiona Apple
Led volta à Billboard 24 anos depois
Minha nossa. Não sei se rio ou se choro com a notícia do álbum triplo + DVD.
*
Aiow, silver.
Terminar o HC dessa sexta na Concha Acústica, com direito a Fiona Apple, Beatles, Portishead e mais um monte de coisa boa, na voz da Gisele (e banda), foi show. No melhor sentido da palavra.
E hoje de manhã eu aprendo uma deliciosa série de comandos do DOS. Show.
Terça os coloco em prática, espero.
*
New job, crianças. Que Alá proteja meu estômago.
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random: Criminal – Fiona Apple
5.6.03
Filhinhos,
eu sei que isso não é legal, além de denotar total, completa, geral e abominável e redundante falta de criatividade. Mas, como antes de tudo eu procuro a sinceridade nas pessoas - busca incansável, oh, vida -, nada melhor que praticá-la, de vez em quando, para tentar aquele exercício básico de coerência moral a que nem sempre estamos acostumados.
Uau, fiquei arrepiada com tanta sabedoria.
Anyway, isso tudo só pra dizer que, sim, é falta de criatividade mesmo que me acomete. Além de uma total descrença em algumas variações que a palavra amizade pode representar a cada um. Como isso varia, Disus. Não é à toa que sempre tem aquele filosofo de esquina apregoando que as diferenças entre as pessoas vão muito além da aparência física. Stupid, stupid. Vê se aprende, Janaina.
(...)
Mas vamo lá, que já falei demais (como sempre). Agora é o momento da boa ação do dia. O instante em que levo mais um montinho de areia pra construção de minha choupana celestial. – Do que essa guria tá falando? / - Oras, é lógico que se refere a mais uma
Self Comprehension Session
Em destaque, nesta edição,
A verdade sobre os signos!
Aquário (22 jan a 21 fev)
Você tem uma mente inventiva e dirigida para o progresso. Você mente e comete os mesmos erros repetidamente porque é imbecil e teimoso. Adora novelas, se reunir em grupos e ser fashion. Se você é homem....cuidado! Os aquarianos são ótimos sindicalistas e estilistas, às vezes, ambos ao mesmo tempo.
Peixes (22 fev a 21 mar)
Você é do tipo sonhador, místico, sensível e costuma se doar muito. Se você é homem, as suas chances de ser viado são muito grandes.... Você é cheio de conselhos fúteis e não faz nada além de encher o saco de todos que se aproximam de você. As piscianas dão boas apresentadoras de programa infantil e atrizes pornôs.
Áries (22 de mar a 21 abr)
Você se acha muito honesto, integro, independente e poderoso.... bom é o que você acha. Você adora mandar e botar tudo pra "ferver", desde que do seu jeito, mesmo que seja na porrada. Você não consegue influenciar ninguém, apesar de ficar o tempo todo tentando exibir seu poder. Os arianos são ótimos juízes, sogras e lutadores de jiu-jitsu.
Touro (22 abr a 21 mai)
Você tem uma determinação e trabalha como um condenado. A maioria das pessoas pensa que você é um pão-duro e cabeça-dura e estão certas. Sua persistência faz de você um puta de um chato. Você é guloso, adora a natureza, o belo e ser amado. Taurinos são bons triatletas, vendedores de enciclopédias e decoradores.
Gêmeos (22 mai a 21 jun)
Você é comunicativo, curioso, bem humorado, inteligente e tem duas caras. Sua inconstância e preguiça fazem de você um manipulador de primeira. Você não liga pro que os outros sentem e adora distribuir chifres por aí. Geminianos costumam fazer muito sucesso na política, no circo, na novela das oito e pulando cerca.
Câncer (22 jun a 21 jul)
Você é solitário, defensivo e compreensivo com os problemas das outras pessoas, o que faz de você um xarope. Você se acha pé frio e mal amado. Sua compaixão, sensibilidade e emotividade fazem do homem de câncer uma tremenda de uma bichona. Os cancerianos são ótimos cabeleireiros, melhores amigas e leitores de romances.
Leão (22 jul a 21 ago)
Você se considera um líder natural. Os outros acham você um idiota completo.Você é vaidoso, arrogante, orgulhoso e impaciente, como e fosse a última coca-cola gelada do deserto e costuma lidar com críticas na base da porrada. Os leoninos são excelentes guardas de trânsito, ditadores e emergentes.
Virgem (22 de ago a 21 set)
Você é do tipo lógico, trabalhador, analítico, tímido e odeia desordem. Sua atitude detalhista e organizada é enjoante para seus amigos e colegas de trabalho. Você é frio, não tem emoções e freqüentemente dorme enquanto está trepando. Virginianos dão bons cobradores de ônibus, costureiras e montadores de quebra-cabeças.
Libra (22 set a 21 out)
Você é do tipo artístico, discreto equilibrado e idealista, com muito gosto pelo harmonioso e esteticamente belo. Se você for homem, provalvemente é viado. Você sente necessidade de proteger os outros e lutar contra as injustiças, mas esperando algo em troca. Os librianos são perfeitos na advocacia, arquitetura e gerenciando casas noturnas.
Escorpião (22 out a 21 nov)
Você é o pior de todos: Desconfiado, vingativo, obsessivo, rancoroso, frio, orgulhoso, pessimista, malicioso, cínico, fofoqueiro e traiçoeiro nos negócios. Você é o perfeito filho da puta, só ama a sua mãe e a si mesmo. O escorpiano leva jeito para terrorista, nazista, dentista, fiscal de receita e juiz de futebol.
Sagitário (22 de nov a 21 dez)
Você é otimista, aventureiro, entusiástico e tem uma forte tendência a confiar na sorte. O que é necessário para quem é imprudente, exagerado, indisciplinado, irresponsável, infantil, sem concentração e limitado. Isso explica porque a maioria dos sagitarianos são bêbados. São ótimos garçons, jornalistas e bicheiros.
Capricórnio (22 dez a 21 jan)
Você é conservador, sério, frio e inflexível como uma baixela de inox. Sua fidelidade e paciências não encobrem seu lado materialista e ambicioso, mas quem se importa? Se a grana está entrando.... Os capricornianos são um sucesso como bancários, banqueiros, agiotas ou mesmo contando dinheiro em casa.
Observações pertinentes:
- “pior de todos” o escambal.
- homem de câncer, bichona? Sua fuça.
- se alguém me achar tendenciosa, leia novamente o início do post.
- eu odeio rinite.
(...)
.......................................
random: Too alive – Breeders
eu sei que isso não é legal, além de denotar total, completa, geral e abominável e redundante falta de criatividade. Mas, como antes de tudo eu procuro a sinceridade nas pessoas - busca incansável, oh, vida -, nada melhor que praticá-la, de vez em quando, para tentar aquele exercício básico de coerência moral a que nem sempre estamos acostumados.
Uau, fiquei arrepiada com tanta sabedoria.
Anyway, isso tudo só pra dizer que, sim, é falta de criatividade mesmo que me acomete. Além de uma total descrença em algumas variações que a palavra amizade pode representar a cada um. Como isso varia, Disus. Não é à toa que sempre tem aquele filosofo de esquina apregoando que as diferenças entre as pessoas vão muito além da aparência física. Stupid, stupid. Vê se aprende, Janaina.
(...)
Mas vamo lá, que já falei demais (como sempre). Agora é o momento da boa ação do dia. O instante em que levo mais um montinho de areia pra construção de minha choupana celestial. – Do que essa guria tá falando? / - Oras, é lógico que se refere a mais uma
Self Comprehension Session
Em destaque, nesta edição,
A verdade sobre os signos!
Aquário (22 jan a 21 fev)
Você tem uma mente inventiva e dirigida para o progresso. Você mente e comete os mesmos erros repetidamente porque é imbecil e teimoso. Adora novelas, se reunir em grupos e ser fashion. Se você é homem....cuidado! Os aquarianos são ótimos sindicalistas e estilistas, às vezes, ambos ao mesmo tempo.
Peixes (22 fev a 21 mar)
Você é do tipo sonhador, místico, sensível e costuma se doar muito. Se você é homem, as suas chances de ser viado são muito grandes.... Você é cheio de conselhos fúteis e não faz nada além de encher o saco de todos que se aproximam de você. As piscianas dão boas apresentadoras de programa infantil e atrizes pornôs.
Áries (22 de mar a 21 abr)
Você se acha muito honesto, integro, independente e poderoso.... bom é o que você acha. Você adora mandar e botar tudo pra "ferver", desde que do seu jeito, mesmo que seja na porrada. Você não consegue influenciar ninguém, apesar de ficar o tempo todo tentando exibir seu poder. Os arianos são ótimos juízes, sogras e lutadores de jiu-jitsu.
Touro (22 abr a 21 mai)
Você tem uma determinação e trabalha como um condenado. A maioria das pessoas pensa que você é um pão-duro e cabeça-dura e estão certas. Sua persistência faz de você um puta de um chato. Você é guloso, adora a natureza, o belo e ser amado. Taurinos são bons triatletas, vendedores de enciclopédias e decoradores.
Gêmeos (22 mai a 21 jun)
Você é comunicativo, curioso, bem humorado, inteligente e tem duas caras. Sua inconstância e preguiça fazem de você um manipulador de primeira. Você não liga pro que os outros sentem e adora distribuir chifres por aí. Geminianos costumam fazer muito sucesso na política, no circo, na novela das oito e pulando cerca.
Câncer (22 jun a 21 jul)
Você é solitário, defensivo e compreensivo com os problemas das outras pessoas, o que faz de você um xarope. Você se acha pé frio e mal amado. Sua compaixão, sensibilidade e emotividade fazem do homem de câncer uma tremenda de uma bichona. Os cancerianos são ótimos cabeleireiros, melhores amigas e leitores de romances.
Leão (22 jul a 21 ago)
Você se considera um líder natural. Os outros acham você um idiota completo.Você é vaidoso, arrogante, orgulhoso e impaciente, como e fosse a última coca-cola gelada do deserto e costuma lidar com críticas na base da porrada. Os leoninos são excelentes guardas de trânsito, ditadores e emergentes.
Virgem (22 de ago a 21 set)
Você é do tipo lógico, trabalhador, analítico, tímido e odeia desordem. Sua atitude detalhista e organizada é enjoante para seus amigos e colegas de trabalho. Você é frio, não tem emoções e freqüentemente dorme enquanto está trepando. Virginianos dão bons cobradores de ônibus, costureiras e montadores de quebra-cabeças.
Libra (22 set a 21 out)
Você é do tipo artístico, discreto equilibrado e idealista, com muito gosto pelo harmonioso e esteticamente belo. Se você for homem, provalvemente é viado. Você sente necessidade de proteger os outros e lutar contra as injustiças, mas esperando algo em troca. Os librianos são perfeitos na advocacia, arquitetura e gerenciando casas noturnas.
Escorpião (22 out a 21 nov)
Você é o pior de todos: Desconfiado, vingativo, obsessivo, rancoroso, frio, orgulhoso, pessimista, malicioso, cínico, fofoqueiro e traiçoeiro nos negócios. Você é o perfeito filho da puta, só ama a sua mãe e a si mesmo. O escorpiano leva jeito para terrorista, nazista, dentista, fiscal de receita e juiz de futebol.
Sagitário (22 de nov a 21 dez)
Você é otimista, aventureiro, entusiástico e tem uma forte tendência a confiar na sorte. O que é necessário para quem é imprudente, exagerado, indisciplinado, irresponsável, infantil, sem concentração e limitado. Isso explica porque a maioria dos sagitarianos são bêbados. São ótimos garçons, jornalistas e bicheiros.
Capricórnio (22 dez a 21 jan)
Você é conservador, sério, frio e inflexível como uma baixela de inox. Sua fidelidade e paciências não encobrem seu lado materialista e ambicioso, mas quem se importa? Se a grana está entrando.... Os capricornianos são um sucesso como bancários, banqueiros, agiotas ou mesmo contando dinheiro em casa.
Observações pertinentes:
- “pior de todos” o escambal.
- homem de câncer, bichona? Sua fuça.
- se alguém me achar tendenciosa, leia novamente o início do post.
- eu odeio rinite.
(...)
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random: Too alive – Breeders
2.6.03
30.5.03
Um cotoco de luz e... olha o passarinho!
Hoje eu tenho pela frente uma das tarefas mais chatas advindas da inteligência humana. Ah, é sim.
Não,
- não se trata de tomar banho cedo, com aquele frio de cinco graus aconselhando a novas conversas íntimas com o cobertor (pq isso eu já fiz);
- nem pensei em limpar letra por letra do meu teclado com um cotonete de criança (isso é domingo);
- muito menos tive a brilhante idéia de sair de casa sem passar creme hidratante (isso foi ontem. Ai.).
{ Meio deslocada essa última informação, é verdade, mas é igualmente ingrata a tarefa de encarar meu rosto vermelho, no espelho, com aquele ardor típico de gente que esqueceu os conselhos da mãe vaidosa, fresca ou preocupada, seja lá o que for}
A tarefa, cuja aversão só não é maior que aquela sentida ao conferir o resultado final, e ainda ter de pagar por isso, é tirar foto 3x4. Afmaria, Jisuis, José, Padinpadiciçu, isso é muito chato. "Viver é foda", eu diria a uma amiga. Agora sei donde (oh) vem a inspiração para sentença tão profícua (oh-oh).
Mais news na próxima semana – relacionadas ao destino das pobrezinhas. Só adianto que a minha reclamação de semi-ócio está por um fio, essa malvada.
.......................................
Self Comprehension Session
Inaugurada pela curiosa
Like a sweet flower, honey
Você já se pegou pensando em quem é? Para onde vai? De onde vem?, não necessariamente nessa ordem? Pois saiba que (assim como a fatídica pergunta do ovo e da galinha, já solucionada – é o dinossauro, a resposta. Juro!) isso está com os dias contados! É sim, verdade, sério, não te conto?!
Hoje Janaina teve um momento de luz em seu dia. Um instante de lucidez parda e sem bolinhas, desprovida das máscaras que o cotidiano lhe confere, sem abutres revoando sua cabecinha, sem a saudade lhe apertando o peito (dia 12, dia 12, repita comigo e respiração cachorrinho, vai) – a viação Garcia que não OUSE furar meus planos – e, oh, sem aquele sarcasmo que lhe mancha’lma.
(hehe)
Hoje eu descobri – diria Thunderbird (ugh): “sim, é verdade!” – que eu sou uma dedaleira. Isso aí, moçada, não contei antes porque a escuridão da ignorância me foi implacável. Mas agora eu compreendo tudo! Se você está em busca dessa resposta, a coluna faz essa boa ação, mas só desta vez – porque as bolinhas estão me lembrando que a tarefa miserável do dia é daqui a alguns minutos.
.......................................
random: Have a nice day – Stereophonics
E, se não for tão legal assim, faça uma força. Se até eu estou conseguindo (com a revoada toda aqui em cima), isso é sinal de que esperança existe sim, vamo lá!! Ou eu chamo o Paul Rabbit.
Hoje eu tenho pela frente uma das tarefas mais chatas advindas da inteligência humana. Ah, é sim.
Não,
- não se trata de tomar banho cedo, com aquele frio de cinco graus aconselhando a novas conversas íntimas com o cobertor (pq isso eu já fiz);
- nem pensei em limpar letra por letra do meu teclado com um cotonete de criança (isso é domingo);
- muito menos tive a brilhante idéia de sair de casa sem passar creme hidratante (isso foi ontem. Ai.).
{ Meio deslocada essa última informação, é verdade, mas é igualmente ingrata a tarefa de encarar meu rosto vermelho, no espelho, com aquele ardor típico de gente que esqueceu os conselhos da mãe vaidosa, fresca ou preocupada, seja lá o que for}
A tarefa, cuja aversão só não é maior que aquela sentida ao conferir o resultado final, e ainda ter de pagar por isso, é tirar foto 3x4. Afmaria, Jisuis, José, Padinpadiciçu, isso é muito chato. "Viver é foda", eu diria a uma amiga. Agora sei donde (oh) vem a inspiração para sentença tão profícua (oh-oh).
Mais news na próxima semana – relacionadas ao destino das pobrezinhas. Só adianto que a minha reclamação de semi-ócio está por um fio, essa malvada.
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Self Comprehension Session
Inaugurada pela curiosa
Like a sweet flower, honey
Você já se pegou pensando em quem é? Para onde vai? De onde vem?, não necessariamente nessa ordem? Pois saiba que (assim como a fatídica pergunta do ovo e da galinha, já solucionada – é o dinossauro, a resposta. Juro!) isso está com os dias contados! É sim, verdade, sério, não te conto?!
Hoje Janaina teve um momento de luz em seu dia. Um instante de lucidez parda e sem bolinhas, desprovida das máscaras que o cotidiano lhe confere, sem abutres revoando sua cabecinha, sem a saudade lhe apertando o peito (dia 12, dia 12, repita comigo e respiração cachorrinho, vai) – a viação Garcia que não OUSE furar meus planos – e, oh, sem aquele sarcasmo que lhe mancha’lma.
(hehe)
Hoje eu descobri – diria Thunderbird (ugh): “sim, é verdade!” – que eu sou uma dedaleira. Isso aí, moçada, não contei antes porque a escuridão da ignorância me foi implacável. Mas agora eu compreendo tudo! Se você está em busca dessa resposta, a coluna faz essa boa ação, mas só desta vez – porque as bolinhas estão me lembrando que a tarefa miserável do dia é daqui a alguns minutos.
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random: Have a nice day – Stereophonics
E, se não for tão legal assim, faça uma força. Se até eu estou conseguindo (com a revoada toda aqui em cima), isso é sinal de que esperança existe sim, vamo lá!! Ou eu chamo o Paul Rabbit.
26.5.03
In.side
Queria trazer os amigos de (muito) longe pra perto, é só esse o meu desejo pra essa semana. Seiscentos quilômetros é demais pra quem se pauta tanto pelo olhar das pessoas, tenho acreditado piamente nisso. Além do que, se certos termos só o velho portuga mesmo pra definir o significado, "abraço" é universal, e necessário em tempo de tantos hugs via fibra óptica.
Saudade desgranhenta, prefiro os pés gelados a esses resquícios intermitentes da memória me lembrando que você existe e pode ficar grandona assim, ó.
NOTA MENTAL: eu adoro o inverno, mas este nem chegou e já está me deixando triste, e muito, e de verdade. E chega, senão as formigas vão infestar isso aqui.
*
random: Flowers in the window – Travis
Queria trazer os amigos de (muito) longe pra perto, é só esse o meu desejo pra essa semana. Seiscentos quilômetros é demais pra quem se pauta tanto pelo olhar das pessoas, tenho acreditado piamente nisso. Além do que, se certos termos só o velho portuga mesmo pra definir o significado, "abraço" é universal, e necessário em tempo de tantos hugs via fibra óptica.
Saudade desgranhenta, prefiro os pés gelados a esses resquícios intermitentes da memória me lembrando que você existe e pode ficar grandona assim, ó.
NOTA MENTAL: eu adoro o inverno, mas este nem chegou e já está me deixando triste, e muito, e de verdade. E chega, senão as formigas vão infestar isso aqui.
*
random: Flowers in the window – Travis
23.5.03
“Não existe o esquecimento total: as pegadas impressas na alma são indestrutíveis”
Não, a frase não é minha. Aliás, Janaina definitivamente não nasceu para ser publicitária. Frases de efeito não são nem nunca serão o meu forte nem mais ou menos. Sorte de vocês que elas me são a ralé da exclusão do setor fraco, por todo o sempre: amém.
Mas ela me pôs a pensar, o que é bom em tempos de ócio semi-absoluto. Li esses dias num blogue bacana (vide o Bacana, pentelho da Armação Ilimitada – a locução adjetiva, no caso, refere-se a ELE!) a dona se queixar de que o espaço estava ficando “pessoal demais”. O que sinto aqui também, às vezes (olha o eufemismo), e me faz pensar no egoísmo ou não de se dar um fim àquilo que, se pensar bem, diz respeito somente a mim. Tal como a frase do tiozinho, que, citada fora de um contexto, diz respeito a uma situação deveras particular. Às pegadas que estão aqui dentro, invisíveis (ou quase) a quem faz um mínimo de esforço pra enxergá-las implícitas nesse monte de palavra confusa.
A verdade é que talvez eu não saiba mais me expressar. Ou que enfim eu tenha caído em mim e enxergado um lampejo de luz neon (meu bregaside deu pequenos vivas, gentem) na (in)utilidade disso tudo.
Resumindo:
Londrina. Eis minha solução parcial e minha fonte de indecisão constante.
.......................................
Hoje tava lá, no adesivo da charanga rosa-choque:
“Eu não acredito em palhaços”
Eu também não, até aquele momento.
.......................................
A partir do dia 29/5,
Paula Lima, Pedro Luís e a Parede, um grupo espanhol cujo nome não lembro, e Nação Zumbi, todos confirmados para o Cabaré 2003, evento paralelo ao Festival Internacional de Londrina e que, há semanas, havia recebido o carimbo de canceled por falta de verba. Minha empolgação pro desse ano se resume a um suspiro longo, semi-bocejante. Saudades da cambada fantástica que tocou em cabarés passados, ê, lelê.
.......................................
Ë, foi ontem a estréia do Matrix 2, né? Quem contou?
Anw, algum filósofo muito citado em ocasiões pouco agradáveis me diz que a composição pirralhada + filme de ação muito aguardado → combinação altamente explosiva em dias próximos aos primeiros dias de exibição. Como eu nunca fui aquele prodígio em Química (ainda mais com um dos profs demorava exatos 45 segundos pra escrever “vaporização”, na lousa >> sintomático), melhor ficar de semi-quarentena. Persistir no erro é ignorância, não te falaram? Após “As Duas Torres”, aprendi a lição. Vamos ver por quanto tempo, porque, diz alguma tradição familiar do distante reino das Oliveiras, povoado de Garcia, pregos são duros que só.
random: The kids are alright – The Who
Não, a frase não é minha. Aliás, Janaina definitivamente não nasceu para ser publicitária. Frases de efeito não são nem nunca serão o meu forte nem mais ou menos. Sorte de vocês que elas me são a ralé da exclusão do setor fraco, por todo o sempre: amém.
Mas ela me pôs a pensar, o que é bom em tempos de ócio semi-absoluto. Li esses dias num blogue bacana (vide o Bacana, pentelho da Armação Ilimitada – a locução adjetiva, no caso, refere-se a ELE!) a dona se queixar de que o espaço estava ficando “pessoal demais”. O que sinto aqui também, às vezes (olha o eufemismo), e me faz pensar no egoísmo ou não de se dar um fim àquilo que, se pensar bem, diz respeito somente a mim. Tal como a frase do tiozinho, que, citada fora de um contexto, diz respeito a uma situação deveras particular. Às pegadas que estão aqui dentro, invisíveis (ou quase) a quem faz um mínimo de esforço pra enxergá-las implícitas nesse monte de palavra confusa.
A verdade é que talvez eu não saiba mais me expressar. Ou que enfim eu tenha caído em mim e enxergado um lampejo de luz neon (meu bregaside deu pequenos vivas, gentem) na (in)utilidade disso tudo.
Resumindo:
Londrina. Eis minha solução parcial e minha fonte de indecisão constante.
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Hoje tava lá, no adesivo da charanga rosa-choque:
“Eu não acredito em palhaços”
Eu também não, até aquele momento.
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A partir do dia 29/5,
Paula Lima, Pedro Luís e a Parede, um grupo espanhol cujo nome não lembro, e Nação Zumbi, todos confirmados para o Cabaré 2003, evento paralelo ao Festival Internacional de Londrina e que, há semanas, havia recebido o carimbo de canceled por falta de verba. Minha empolgação pro desse ano se resume a um suspiro longo, semi-bocejante. Saudades da cambada fantástica que tocou em cabarés passados, ê, lelê.
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Ë, foi ontem a estréia do Matrix 2, né? Quem contou?
Anw, algum filósofo muito citado em ocasiões pouco agradáveis me diz que a composição pirralhada + filme de ação muito aguardado → combinação altamente explosiva em dias próximos aos primeiros dias de exibição. Como eu nunca fui aquele prodígio em Química (ainda mais com um dos profs demorava exatos 45 segundos pra escrever “vaporização”, na lousa >> sintomático), melhor ficar de semi-quarentena. Persistir no erro é ignorância, não te falaram? Após “As Duas Torres”, aprendi a lição. Vamos ver por quanto tempo, porque, diz alguma tradição familiar do distante reino das Oliveiras, povoado de Garcia, pregos são duros que só.
random: The kids are alright – The Who
22.5.03
17.5.03
“L’essentiel est invisible pour les yeux”
Agora imagine o estrago sem a capa da invisibilidade
“O que os olhos não vêem, o coração não sente”. Já lhe tentaram fazer acreditar na máxima? Você mesmo já se pegou com a cabeça em afirmativa quando pensou na tal, relacionando a alguma, digamos, situação por que tenha passado?
Garota impressionável que sempre fui (oh, garota, minina, mocinha, cuti-cuti, não cresces?), confesso que ene vezes tentei engolir essa suposta verdade, seja pra me enganar, seja pra me convencer de que, pôxa, às vezes é preciso dar o braço a torcer. Será que “a unanimidade é burra”, como disse o seu Nélson? E a todo momento? Pois bem, questionei tanto isso que consegui me tornar uma pessoa flexível; flexível até demais. A ponto de me calar quando, lá dentro, a língua se segurava pra não soltar aquele “escuta aqui” que tantas vezes me fez a fama de escorpiana típica. Não que eu goste de engolir sapos, acho que o ser mais masoquista desse mundo uma hora se enfesa disso. Caramba, né?
Mas por que a vida teima em colocar de novo à nossa frente aquilo que o coração, tadinho, se esforçou tanto pra esconder nas memórias mais remotas e aliviar, com isso, a sua barra? A sua e a dele, claro, que ele não faria esse esforço em todo em prol da razão, essa marcona.
Nem sei por que estou falando isso tudo. E eu nem comecei meu livro ainda, pra sorte daqueles “imortais”. Te cuida, Paulinho da Páscoa.
O fato é que, a exemplo de tantas atitudes nossas de cada dia, os sentimentos, esses canalhas, podem se revelar representantes-mor de uma incoerência absurda. “Amar, desamar, amar” não é aquela pieguice entrecortada por fúteis e efêmeros clímax que um Manoel Carlos da vida tenta provar serem tão simples, tão comuns. É uma tarefa pra poucos, mas privilegiados. E mais privilegiados ainda aqueles que saem inteiros da missão, com um sorriso no rosto, depois de completados todos os passos desse processo tão perigoso a gente despreparada, ingênua e segura demais de si, de suas convicções – e da irredutibilidade delas.
Eu poderia ser mais clara, objetiva, sucinta – afinal, essa é minha obrigação de domingo a domingo, com pausa aos sábados, porque (ainda) sou filha de Deus. Só que, como bem me observaram alguns professores, e mesmo a prática, nem sempre um lead é completo. E, se o é, juntar todas as respostas num único parágrafo não é necessariamente uma regra. Se eu decifrasse melhor aquilo que meu coração sente, depois de os olhos serem poupados por tanto tempo, acho que seria menos leviana com as palavras, ou menos enrolona. Pelo menos eu tentaria, porque a capacidade de compreender e ser compreendido é algo que não faz mal a ninguém. E eitcha bagulhinho mais foda nessa vidinha cadela, ô.
Sabe aquela história de que a gente tem que estar sempre em busca de melhorar, de descobrir, de se desdobrar pra revelar todas as facetas possíveis e imagináveis que podemos ter? Então, acho que cansei dessa idéia. Não sei quanto ao seu, mas o meu coração pede arrego.
Jesus, what a mess.
*
Eu amo o teatro com um amor diferente daquele que eu nutro pela música, mas tão intenso quanto. Provavelmente porque me desperta emoções bastante opostas, como a admiração ou a total e completa antipatia. Ou falta de sensibilidade artística, sei lá. E despertar isso que se faz invisível aos olhos, mas essencial ao coração, traz efeitos colaterais dos mais variados. Isso aqui tudo é prova de que o referido é verdade, e dou fé.
*
random: Shine on You Crazy Diamond – Pink Floyd
Yeah, sir, admiração a esses velhotes idem-ibidem.
Agora imagine o estrago sem a capa da invisibilidade
“O que os olhos não vêem, o coração não sente”. Já lhe tentaram fazer acreditar na máxima? Você mesmo já se pegou com a cabeça em afirmativa quando pensou na tal, relacionando a alguma, digamos, situação por que tenha passado?
Garota impressionável que sempre fui (oh, garota, minina, mocinha, cuti-cuti, não cresces?), confesso que ene vezes tentei engolir essa suposta verdade, seja pra me enganar, seja pra me convencer de que, pôxa, às vezes é preciso dar o braço a torcer. Será que “a unanimidade é burra”, como disse o seu Nélson? E a todo momento? Pois bem, questionei tanto isso que consegui me tornar uma pessoa flexível; flexível até demais. A ponto de me calar quando, lá dentro, a língua se segurava pra não soltar aquele “escuta aqui” que tantas vezes me fez a fama de escorpiana típica. Não que eu goste de engolir sapos, acho que o ser mais masoquista desse mundo uma hora se enfesa disso. Caramba, né?
Mas por que a vida teima em colocar de novo à nossa frente aquilo que o coração, tadinho, se esforçou tanto pra esconder nas memórias mais remotas e aliviar, com isso, a sua barra? A sua e a dele, claro, que ele não faria esse esforço em todo em prol da razão, essa marcona.
Nem sei por que estou falando isso tudo. E eu nem comecei meu livro ainda, pra sorte daqueles “imortais”. Te cuida, Paulinho da Páscoa.
O fato é que, a exemplo de tantas atitudes nossas de cada dia, os sentimentos, esses canalhas, podem se revelar representantes-mor de uma incoerência absurda. “Amar, desamar, amar” não é aquela pieguice entrecortada por fúteis e efêmeros clímax que um Manoel Carlos da vida tenta provar serem tão simples, tão comuns. É uma tarefa pra poucos, mas privilegiados. E mais privilegiados ainda aqueles que saem inteiros da missão, com um sorriso no rosto, depois de completados todos os passos desse processo tão perigoso a gente despreparada, ingênua e segura demais de si, de suas convicções – e da irredutibilidade delas.
Eu poderia ser mais clara, objetiva, sucinta – afinal, essa é minha obrigação de domingo a domingo, com pausa aos sábados, porque (ainda) sou filha de Deus. Só que, como bem me observaram alguns professores, e mesmo a prática, nem sempre um lead é completo. E, se o é, juntar todas as respostas num único parágrafo não é necessariamente uma regra. Se eu decifrasse melhor aquilo que meu coração sente, depois de os olhos serem poupados por tanto tempo, acho que seria menos leviana com as palavras, ou menos enrolona. Pelo menos eu tentaria, porque a capacidade de compreender e ser compreendido é algo que não faz mal a ninguém. E eitcha bagulhinho mais foda nessa vidinha cadela, ô.
Sabe aquela história de que a gente tem que estar sempre em busca de melhorar, de descobrir, de se desdobrar pra revelar todas as facetas possíveis e imagináveis que podemos ter? Então, acho que cansei dessa idéia. Não sei quanto ao seu, mas o meu coração pede arrego.
Jesus, what a mess.
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Eu amo o teatro com um amor diferente daquele que eu nutro pela música, mas tão intenso quanto. Provavelmente porque me desperta emoções bastante opostas, como a admiração ou a total e completa antipatia. Ou falta de sensibilidade artística, sei lá. E despertar isso que se faz invisível aos olhos, mas essencial ao coração, traz efeitos colaterais dos mais variados. Isso aqui tudo é prova de que o referido é verdade, e dou fé.
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random: Shine on You Crazy Diamond – Pink Floyd
Yeah, sir, admiração a esses velhotes idem-ibidem.
14.5.03
Milagres do 102
E hoje, quando encontrei aquele telefone com o nome de quem pensei ter ido embora, agora em novo endereço (e aqui!!!), socs!, pows!, tóins! me tomaram de assalto o espírito. Tá bom, piegas. Mas, pra quem começava a sentir os primeiros sinais da Síndrome Taquicardíaca do Tédio Absoluto, foi simplesmente ótimo.
........................................
random: Alive -Pearl Jam
Registre-se aqui o desejo sincero de que todos os seus imitadores, Eddie Vedder, morram queimados no mármore do inferno, ajoelhados no milho e aliviados com suco de pimenta calabresa.
E hoje, quando encontrei aquele telefone com o nome de quem pensei ter ido embora, agora em novo endereço (e aqui!!!), socs!, pows!, tóins! me tomaram de assalto o espírito. Tá bom, piegas. Mas, pra quem começava a sentir os primeiros sinais da Síndrome Taquicardíaca do Tédio Absoluto, foi simplesmente ótimo.
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random: Alive -Pearl Jam
Registre-se aqui o desejo sincero de que todos os seus imitadores, Eddie Vedder, morram queimados no mármore do inferno, ajoelhados no milho e aliviados com suco de pimenta calabresa.
12.5.03
Informativo Cristão # 1: porque a sua alma tem sede
A cada dia eu percebo que os propósitos subliminares de salvação da humanidade - dos quais este blog está plenamente embutido, em nome de Jesuuuuuuus - têm sido cumpridos com êxito assustador. E quem me diz isso não são os duendes da Xuxa, muito menos aqueles que me acordam todo dia, às 7h30, depois de uns quatro apitos histéricos do rádio (devidamente programado para as 6h35, diga-se de passagem).
Isso quem me conta é uma janelinha azul porreta, que atende pelo nome de “contador” (não, não é o amigo do leão, calma, bete), o mesmo que me diz como as pessoas chegaram a este espaço. E que, desse modo, causa medo, espanto ou simplesmente me faz rir, de ver até onde pode ir a morbidez da curiosidade humana.
Há menos de dois meses, pelo Google, era figurinha repetida chegar aqui pela singela busca veneno para pomba; busca esta diversificada nas opções pluralizada e especificada (no caso, venenos e de calçada, respectivamente). Que tipo de gente gostaria de matar pomba de "calçada"? Mistério. Fossem as pombas da catedral que voam rasante, até diria, em off.
Hoje, com grande alívio n’alma e regozijo pleno do meu ser (ria que nem o Pateta, agora), pude constatar que, não!, este blog não está servindo de inspiração para pequenos atentados terroristas. Não mais. Ao menos três usuários buscando a letra do ursinho pimpão, e outros três à caça do grande Shiniashik (meu guru >> livros de auto-ajuda: escrevê-los-ei*, a fim de ajudar a mim, claro), ou das super legais, bacanas, jóias e supimpas, mesmo, frases de otimismo. Isso é muito gratificante pra uma criatura de Deus que, ultimamente, só tem procurado fazer o bem.
Eu acho que vou pro céu.
* ontem, numa das peças do Filo, "Fluxo" (baseada na obra "Fluxo-Floema", da escritora Hilda Hilst, que amei), um dos personagens soltava essa, abismado com o que havia acabado de dizer: "A mesóclise é como uma cólica no discurso: quando você menos espera, ela vem. E depois ficamos assim, sem ter o que fazer, prostrados diante dela". Era mais ou menos isso. Meio bobo, lendo assim, mas ontem foi engraçado.
Vamo lá, risada de Pateta de novo, criançada!
........................................
random: I just don't know what to do with myself – White Stripes
Agora, menos ainda.
A cada dia eu percebo que os propósitos subliminares de salvação da humanidade - dos quais este blog está plenamente embutido, em nome de Jesuuuuuuus - têm sido cumpridos com êxito assustador. E quem me diz isso não são os duendes da Xuxa, muito menos aqueles que me acordam todo dia, às 7h30, depois de uns quatro apitos histéricos do rádio (devidamente programado para as 6h35, diga-se de passagem).
Isso quem me conta é uma janelinha azul porreta, que atende pelo nome de “contador” (não, não é o amigo do leão, calma, bete), o mesmo que me diz como as pessoas chegaram a este espaço. E que, desse modo, causa medo, espanto ou simplesmente me faz rir, de ver até onde pode ir a morbidez da curiosidade humana.
Há menos de dois meses, pelo Google, era figurinha repetida chegar aqui pela singela busca veneno para pomba; busca esta diversificada nas opções pluralizada e especificada (no caso, venenos e de calçada, respectivamente). Que tipo de gente gostaria de matar pomba de "calçada"? Mistério. Fossem as pombas da catedral que voam rasante, até diria, em off.
Hoje, com grande alívio n’alma e regozijo pleno do meu ser (ria que nem o Pateta, agora), pude constatar que, não!, este blog não está servindo de inspiração para pequenos atentados terroristas. Não mais. Ao menos três usuários buscando a letra do ursinho pimpão, e outros três à caça do grande Shiniashik (meu guru >> livros de auto-ajuda: escrevê-los-ei*, a fim de ajudar a mim, claro), ou das super legais, bacanas, jóias e supimpas, mesmo, frases de otimismo. Isso é muito gratificante pra uma criatura de Deus que, ultimamente, só tem procurado fazer o bem.
Eu acho que vou pro céu.
* ontem, numa das peças do Filo, "Fluxo" (baseada na obra "Fluxo-Floema", da escritora Hilda Hilst, que amei), um dos personagens soltava essa, abismado com o que havia acabado de dizer: "A mesóclise é como uma cólica no discurso: quando você menos espera, ela vem. E depois ficamos assim, sem ter o que fazer, prostrados diante dela". Era mais ou menos isso. Meio bobo, lendo assim, mas ontem foi engraçado.
Vamo lá, risada de Pateta de novo, criançada!
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random: I just don't know what to do with myself – White Stripes
Agora, menos ainda.
11.5.03
PARA SEMPRE
Por que Deus permite que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite
É tempo sem hora
Luz que não apaga
Quando sopra o vento
e a chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece com
o que é breve e passa
sem deixar
Mãe na sua graça
é eternidade
Por que Deus se lembra
-mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do mundo,
baixaria uma lei:
Mãe não morre nunca,
Mãe ficará sempre junto de seu filho
e ele, velho embora
será pequenino
feito grão de milho.
(Carlos Drummond de Andrade)
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Que a minha (e a sua, seja ela de placenta ou de coração - não que as opções se excluam) esteja sempre aqui dentro, ou lá em casa: que esteja. Nada como, depois do percalço, o abraço final. E recebê-lo num dia como hoje - depois de quatro anos a ver navios, entre provas e trampagens - me faz crer que, no dia das mães (tá, eu sei que é todo dia), a maior presenteada fui eu.
Por que Deus permite que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite
É tempo sem hora
Luz que não apaga
Quando sopra o vento
e a chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece com
o que é breve e passa
sem deixar
Mãe na sua graça
é eternidade
Por que Deus se lembra
-mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do mundo,
baixaria uma lei:
Mãe não morre nunca,
Mãe ficará sempre junto de seu filho
e ele, velho embora
será pequenino
feito grão de milho.
(Carlos Drummond de Andrade)
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
Que a minha (e a sua, seja ela de placenta ou de coração - não que as opções se excluam) esteja sempre aqui dentro, ou lá em casa: que esteja. Nada como, depois do percalço, o abraço final. E recebê-lo num dia como hoje - depois de quatro anos a ver navios, entre provas e trampagens - me faz crer que, no dia das mães (tá, eu sei que é todo dia), a maior presenteada fui eu.
9.5.03
Assim dizia Lavoisier, lembra?
Desculpem-me os adoradores da originalidade, mas, depois que eu li o blog do Fábio , resolvi compartilhar com a multidãããão do meu bloquinho (hehe, o café me deixa irônica) essas palavras que me causaram... arrepios.
(arrepios de lembrar das situações, héin, seus mentecaptos?)
****************************
TEM GENTE QUE ESTÁ DO MESMO LADO QUE VOCÊ MAS DEVERIA ESTAR DO LADO DE LÁ (URGH!)
As dez frases que o jornalista mais detesta ouvir.
1)Se você colocar meu nome no jornal, eu te processo.
2)Mas você vai colocar meu nome na matéria?
3)Posso ler a matéria antes pra ver se tá tudo certo?
4)Olha lá o que você vai escrever, héin?
5)Me dá seu telefone que ele retorna o contato. (Tradução: o cara não vai ligar nunca)
6)Ah, você não vai me filmar não, né? (Para os fotógrafos)
7)Mas pra que você quer fazer essa matéria?
8)Capricha lá, vai, dá uma forcinha pra gente.
9)O secretário só volta amanhã de manhã e ele está sem celular.
10)Você não pode ligar na segunda? (E você precisa fechar a matéria na sexta à tarde)
****************************
Arrepios da mesma natureza me tocaram perversamente a alma ao ler o primeiro verso da versão auto-ajuda (mais ainda, se é q isso é possível) do finado Renato Russo. Aproveitar resto de estúdio, nesse caso, deveria ser crime inafiançável. E pra quem gosta dessas coisas, idem-ibidem.
O frio parece que está indo embora. E eu, acreditando cada vez mais piamente no ditado de que alegria de pobre dura pouco. Se bem que foi engraçado ver a tiazinha (acima dos 60, certeza) de tênis e capote até a cabeça, só os olhinhos de fora. Lembrei daquele personagem do He-Man, que pulava pra atingir os inimigos com o cocoruto. Alguém sabe o nome da criatura?
Aviso aos naviganti:
Colação de grau amanhã, no Moringão (não, Rê, o ginásio não tem forma de cabeção>>> leia com voz de Sabrina). Se você estiver passando por lá, sentir um frio desgranhento pelo descampado da região e não tiver mais nada interessante meesmo pra fazer (e se gostar da Orquestra Sinfônica da UEL), apareça. O chapelão quadrado até que não ficou de todo mau, mas preferia um sombrero.
A cor da faixa pro povo de Jornal - vermelho sangue, bem vivo - tb suscitou indagações n'alma. Oh, que estranho!
*
random: Everything's Going On – Yo La Tengo
Desculpem-me os adoradores da originalidade, mas, depois que eu li o blog do Fábio , resolvi compartilhar com a multidãããão do meu bloquinho (hehe, o café me deixa irônica) essas palavras que me causaram... arrepios.
(arrepios de lembrar das situações, héin, seus mentecaptos?)
****************************
TEM GENTE QUE ESTÁ DO MESMO LADO QUE VOCÊ MAS DEVERIA ESTAR DO LADO DE LÁ (URGH!)
As dez frases que o jornalista mais detesta ouvir.
1)Se você colocar meu nome no jornal, eu te processo.
2)Mas você vai colocar meu nome na matéria?
3)Posso ler a matéria antes pra ver se tá tudo certo?
4)Olha lá o que você vai escrever, héin?
5)Me dá seu telefone que ele retorna o contato. (Tradução: o cara não vai ligar nunca)
6)Ah, você não vai me filmar não, né? (Para os fotógrafos)
7)Mas pra que você quer fazer essa matéria?
8)Capricha lá, vai, dá uma forcinha pra gente.
9)O secretário só volta amanhã de manhã e ele está sem celular.
10)Você não pode ligar na segunda? (E você precisa fechar a matéria na sexta à tarde)
****************************
Arrepios da mesma natureza me tocaram perversamente a alma ao ler o primeiro verso da versão auto-ajuda (mais ainda, se é q isso é possível) do finado Renato Russo. Aproveitar resto de estúdio, nesse caso, deveria ser crime inafiançável. E pra quem gosta dessas coisas, idem-ibidem.
O frio parece que está indo embora. E eu, acreditando cada vez mais piamente no ditado de que alegria de pobre dura pouco. Se bem que foi engraçado ver a tiazinha (acima dos 60, certeza) de tênis e capote até a cabeça, só os olhinhos de fora. Lembrei daquele personagem do He-Man, que pulava pra atingir os inimigos com o cocoruto. Alguém sabe o nome da criatura?
Aviso aos naviganti:
Colação de grau amanhã, no Moringão (não, Rê, o ginásio não tem forma de cabeção>>> leia com voz de Sabrina). Se você estiver passando por lá, sentir um frio desgranhento pelo descampado da região e não tiver mais nada interessante meesmo pra fazer (e se gostar da Orquestra Sinfônica da UEL), apareça. O chapelão quadrado até que não ficou de todo mau, mas preferia um sombrero.
A cor da faixa pro povo de Jornal - vermelho sangue, bem vivo - tb suscitou indagações n'alma. Oh, que estranho!
*
random: Everything's Going On – Yo La Tengo
7.5.03
Por isso que eu adoro o mês de maio
Vai começar, minha gente.
Ces acham que eu ia perder, né? Rá.
Enquanto isso, no reino encantado da Londrina City Park Residencial, neca de Cabaré. Luto parcial, oras.
Vai começar, minha gente.
Ces acham que eu ia perder, né? Rá.
Enquanto isso, no reino encantado da Londrina City Park Residencial, neca de Cabaré. Luto parcial, oras.
6.5.03
Depois do discurso mexicano de ontem (he), vamos falar de coisa séria. Isso é um blog de utilidade pública, tá pensando o quê?
Sendo assim,
Atenção, mulherada:
Gato recebe mais de US$ 720 mil de herança na Inglaterra
"Um gato de rua recebeu uma casa grande no norte de Londres e um fundo de investimentos de 100 mil libras (cerca de US$ 160 mil) de herança de uma idosa.
Estimativas indicam que Tinker - o nome do gato - tem oito anos. Ele se tornou amigo de Margaret Layne, 89 anos, pouco antes de ela morrer no ano passado.
O testamento dela, que acaba de ser divulgado, estabelece que, até a morte, Tinker deve ficar na casa avaliada em 350 mil libras (pouco mais de US$ 560 mil).
Margaret Layne não tinha filhos."
..........................
Êêêêêê, lelê, tirem o olho que ese já é meu. Sabia que o meu príncipe seria um gato e não um sapo, eu sempre soube.
..........................
Informativo # 2, a batalha continua
O improvável aconteceu. Acabaram de poluir a web de vez, ela que já é tão cheia de tranqueira. (Fora eu,) Algum abutre curioso? Tem? Alguém mais a fim de cenas de alto teor censurável pela moral, os bons costumes e noções mínimas de bom senso? Então vá lá. Mas aviso que ainda há tempo: Dhomini no Paparazzo é o fim, a derrota disfarçada de júbilo, a sublimação do Photoshop, enfim, é tudo o que vc não deve ver antes de ir dormir, ou antes do almoço. Ouvi?
E eu que havia prometido pra alguém (quem, mesmo?) que não teceria mais comentários desrespeitosos àquele monstro da popularidade, uma das personalidades mais carismáticas da história da TV brasileira. Assinado, Faustôôôôôô.
..........................
random: Say hello to the angels – Interpol
Sendo assim,
Atenção, mulherada:
Gato recebe mais de US$ 720 mil de herança na Inglaterra
"Um gato de rua recebeu uma casa grande no norte de Londres e um fundo de investimentos de 100 mil libras (cerca de US$ 160 mil) de herança de uma idosa.
Estimativas indicam que Tinker - o nome do gato - tem oito anos. Ele se tornou amigo de Margaret Layne, 89 anos, pouco antes de ela morrer no ano passado.
O testamento dela, que acaba de ser divulgado, estabelece que, até a morte, Tinker deve ficar na casa avaliada em 350 mil libras (pouco mais de US$ 560 mil).
Margaret Layne não tinha filhos."
..........................
Êêêêêê, lelê, tirem o olho que ese já é meu. Sabia que o meu príncipe seria um gato e não um sapo, eu sempre soube.
..........................
Informativo # 2, a batalha continua
O improvável aconteceu. Acabaram de poluir a web de vez, ela que já é tão cheia de tranqueira. (Fora eu,) Algum abutre curioso? Tem? Alguém mais a fim de cenas de alto teor censurável pela moral, os bons costumes e noções mínimas de bom senso? Então vá lá. Mas aviso que ainda há tempo: Dhomini no Paparazzo é o fim, a derrota disfarçada de júbilo, a sublimação do Photoshop, enfim, é tudo o que vc não deve ver antes de ir dormir, ou antes do almoço. Ouvi?
E eu que havia prometido pra alguém (quem, mesmo?) que não teceria mais comentários desrespeitosos àquele monstro da popularidade, uma das personalidades mais carismáticas da história da TV brasileira. Assinado, Faustôôôôôô.
..........................
random: Say hello to the angels – Interpol
5.5.03
Um post sobre aquele dia, tantos dias
I’m back, mas não daquela Páscoa que eu quero esquecer. Estou de volta de outro fim de semana que me marcou pra sempre, mesmo que outros do gênero me aconteçam na vida, a médio ou longo prazo.
“A primeira (ou única) festa de formatura a gente não esquece”, viviam me dizendo. E, São Tomé que sou, digo que o veredicto é verdadeiro e dou fé. Aliás, acho que como (quase) tudo na vida que acontece pela primeira vez. Difícil explicar as lembranças daquela noite - poderia redigir uma nota sobre o evento, de duração indeterminada (a fonte não revelou o horário em que deixou a festa), que reuniu pelo menos umas trezentas pessoas naquela noite fria de sábado, dia 3 de maio. Dia 3 de maio de 2003 – que, na somatória esotérica de algum numerólogo, não deve explicar muito concretamente o que possa significar. Abster-me-ei, novamente, de buscar essas respostas.
Dia 3 de maio. O contraste entre o estilo descolado, comportado ou recatadíssimo de cada um emenda o feriado do dia do trabalho (que piada esse dia) e põe na labuta longos vestidos, sAltos, ternos combinantes com camisas, sorrisos escapando entre lágrimas. Quatro anos de convivência, paciência, aprendizado – acho que isso é o que me faz crer, entre raríssimos exemplos na docência, que o curso não foi totalmente em vão. Pra uma profissão que nem precisa mais de diploma, fique frau e tente uma vaga em jornaleco, se escrever é a sua praia.
Tão intensos quanto rápidos. Não sei se pela emoção do momento, ou se pela falta de tempo destes últimos tempos, parece que foi há tão pouco tempo aquela manhã em que chorei com meu avô... o jornal, o único que divulgaria a lista de aprovados, sairia apenas no dia seguinte ao do pico da minha ansiedade, controlada a passos rápidos, mas certeiros, da rodoviária (era só lá que eu acharia o exemplar) à casa do meu véio mais querido. O nome naquela minguada seleção, a palpitação de fazer inveja às mulheres de face escarlate que eu detestara nos livros de Alencar, o choro de felicidade (que, até então, desconhecia o que viria a ser), a continuidade do aguaceiro nos braços da minha mãe, no olhar de breve despedida nos do meu pai, na lembrança da minha avó, que havia torcido tanto por mim, mas que não tivera tempo para o abraço final. A ela essa conquista, acompanhada de uma saudade que, tenho certeza, é incompatível com quaisquer besteiras desse mundo que alegra, mas que, não poucas vezes, também entristece demais.
Os desejos de “boa sorte” e “felicidades” adquirem novos contornos, numa fase igualmente nova. O que você espera daqui pra frente?, perguntavam no video. “Se continuar vivo já tá de bom tamanho”, diria o amigo mais querido desse tempo de UEL. Saudades desde já, Fer. E de mais uma pá de coisa de um campus tão lindamente verde quanto isolador, com seus centros a meia légua de distância uns dos outros. Pequenos vilarejos dentro do mesmo espaço, muitas tribos, jogadas todas na mesma caldeira para serem servidas ao calor infame do restaurante. De onde, no fim, vou sentir mais saudades. Ah, aqueles olhares do RU...
Assim como no curso, a edição não foi minha aliada, no final. Faz parte da produção, faz parte, e, sinceramente, sempre gostei mais da tarefa cara a cara da reportagem.
Antes que comecem a não me entender mais (ainda menos, talvez), fico por aqui, porque ainda não ensinaram a Subjetividade Passo a Passo – fascículo 1. Tem coisas que só o tempo mesmo pra dar jeito, outra lição importante que não termina semana que vem, com a derradeira colação.
.....................................
Dando seqüência à seção Plagie seu Poeta Favorito, iniciada e abruptamente interrompida há muitos posts, para a felicidade desses nobres cadáveres, hoje eu diria que Pessoa é quem melhor sintetiza esse nó estranho que me enche o peito: “Tudo vale a pena se a alma não é pequena”. E a minha cresceu tanto, com tanto fermento que fui e foram jogando, que quando olho pra trás, apesar de passageiro, o caminho valeu muito, valeu pra vida inteira.
Tanx
Já fiz isso, em parte, nos comentários do post anterior, mas gostaria de agradecer, de novo, a todos que, de uma forma ou de outra, lêem com um mínimo de satisfação a notícia de que concluí essa etapa da minha vida. Quando comecei esse blog, não tinha idéia de que forma o caldo entornaria, nem se chegaria a entornar. A verdade é que ele foi espaço pra uma série de desabafos, explícitos ou velados, de alguns desses percalços. O feedback foi muito mais que meros shout outs com smiles animados, garanto a vocês. O que falar então do feedback (e, deixando a coisa ainda mais pedante, tb o feedforward, hehe) dos que literalmente pegaram na minha mão, passaram a mão na cabeça ou disseram o que eu não esperava – mas precisava – ouvir? Tudo a vale a pena, minha gente. E, nesse sentido, eu sou uma pessoa realizada.
Cês tão aqui dentro, bando de chineses.
.....................................
Depois de tanto Momentu du Coração (com voz de locutor de pograma Love Songs noturnas de FM, não se esqueça), aviso aos navegantes: começa nesta sexta, dia 9, mais um Festival Internacional de Londrina, o consagradíssimo FILO. Tem início, portanto, a fase do ano mais legal de Londrina, que, por sinal, começa a ver os primeiros gorros de lã saírem às ruas.
Vive les arts!
random: Como nossos pais – Elis
Passe o tempo, passem minhas preferências musicais, venham as rugas ou as aplicações de colágeno, que essa música sempre me trará de volta ao campus da UEL, mais especificamente praquelas bebedeiras de 99.
I’m back, mas não daquela Páscoa que eu quero esquecer. Estou de volta de outro fim de semana que me marcou pra sempre, mesmo que outros do gênero me aconteçam na vida, a médio ou longo prazo.
“A primeira (ou única) festa de formatura a gente não esquece”, viviam me dizendo. E, São Tomé que sou, digo que o veredicto é verdadeiro e dou fé. Aliás, acho que como (quase) tudo na vida que acontece pela primeira vez. Difícil explicar as lembranças daquela noite - poderia redigir uma nota sobre o evento, de duração indeterminada (a fonte não revelou o horário em que deixou a festa), que reuniu pelo menos umas trezentas pessoas naquela noite fria de sábado, dia 3 de maio. Dia 3 de maio de 2003 – que, na somatória esotérica de algum numerólogo, não deve explicar muito concretamente o que possa significar. Abster-me-ei, novamente, de buscar essas respostas.
Dia 3 de maio. O contraste entre o estilo descolado, comportado ou recatadíssimo de cada um emenda o feriado do dia do trabalho (que piada esse dia) e põe na labuta longos vestidos, sAltos, ternos combinantes com camisas, sorrisos escapando entre lágrimas. Quatro anos de convivência, paciência, aprendizado – acho que isso é o que me faz crer, entre raríssimos exemplos na docência, que o curso não foi totalmente em vão. Pra uma profissão que nem precisa mais de diploma, fique frau e tente uma vaga em jornaleco, se escrever é a sua praia.
Tão intensos quanto rápidos. Não sei se pela emoção do momento, ou se pela falta de tempo destes últimos tempos, parece que foi há tão pouco tempo aquela manhã em que chorei com meu avô... o jornal, o único que divulgaria a lista de aprovados, sairia apenas no dia seguinte ao do pico da minha ansiedade, controlada a passos rápidos, mas certeiros, da rodoviária (era só lá que eu acharia o exemplar) à casa do meu véio mais querido. O nome naquela minguada seleção, a palpitação de fazer inveja às mulheres de face escarlate que eu detestara nos livros de Alencar, o choro de felicidade (que, até então, desconhecia o que viria a ser), a continuidade do aguaceiro nos braços da minha mãe, no olhar de breve despedida nos do meu pai, na lembrança da minha avó, que havia torcido tanto por mim, mas que não tivera tempo para o abraço final. A ela essa conquista, acompanhada de uma saudade que, tenho certeza, é incompatível com quaisquer besteiras desse mundo que alegra, mas que, não poucas vezes, também entristece demais.
Os desejos de “boa sorte” e “felicidades” adquirem novos contornos, numa fase igualmente nova. O que você espera daqui pra frente?, perguntavam no video. “Se continuar vivo já tá de bom tamanho”, diria o amigo mais querido desse tempo de UEL. Saudades desde já, Fer. E de mais uma pá de coisa de um campus tão lindamente verde quanto isolador, com seus centros a meia légua de distância uns dos outros. Pequenos vilarejos dentro do mesmo espaço, muitas tribos, jogadas todas na mesma caldeira para serem servidas ao calor infame do restaurante. De onde, no fim, vou sentir mais saudades. Ah, aqueles olhares do RU...
Assim como no curso, a edição não foi minha aliada, no final. Faz parte da produção, faz parte, e, sinceramente, sempre gostei mais da tarefa cara a cara da reportagem.
Antes que comecem a não me entender mais (ainda menos, talvez), fico por aqui, porque ainda não ensinaram a Subjetividade Passo a Passo – fascículo 1. Tem coisas que só o tempo mesmo pra dar jeito, outra lição importante que não termina semana que vem, com a derradeira colação.
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Dando seqüência à seção Plagie seu Poeta Favorito, iniciada e abruptamente interrompida há muitos posts, para a felicidade desses nobres cadáveres, hoje eu diria que Pessoa é quem melhor sintetiza esse nó estranho que me enche o peito: “Tudo vale a pena se a alma não é pequena”. E a minha cresceu tanto, com tanto fermento que fui e foram jogando, que quando olho pra trás, apesar de passageiro, o caminho valeu muito, valeu pra vida inteira.
Tanx
Já fiz isso, em parte, nos comentários do post anterior, mas gostaria de agradecer, de novo, a todos que, de uma forma ou de outra, lêem com um mínimo de satisfação a notícia de que concluí essa etapa da minha vida. Quando comecei esse blog, não tinha idéia de que forma o caldo entornaria, nem se chegaria a entornar. A verdade é que ele foi espaço pra uma série de desabafos, explícitos ou velados, de alguns desses percalços. O feedback foi muito mais que meros shout outs com smiles animados, garanto a vocês. O que falar então do feedback (e, deixando a coisa ainda mais pedante, tb o feedforward, hehe) dos que literalmente pegaram na minha mão, passaram a mão na cabeça ou disseram o que eu não esperava – mas precisava – ouvir? Tudo a vale a pena, minha gente. E, nesse sentido, eu sou uma pessoa realizada.
Cês tão aqui dentro, bando de chineses.
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Depois de tanto Momentu du Coração (com voz de locutor de pograma Love Songs noturnas de FM, não se esqueça), aviso aos navegantes: começa nesta sexta, dia 9, mais um Festival Internacional de Londrina, o consagradíssimo FILO. Tem início, portanto, a fase do ano mais legal de Londrina, que, por sinal, começa a ver os primeiros gorros de lã saírem às ruas.
Vive les arts!
random: Como nossos pais – Elis
Passe o tempo, passem minhas preferências musicais, venham as rugas ou as aplicações de colágeno, que essa música sempre me trará de volta ao campus da UEL, mais especificamente praquelas bebedeiras de 99.
2.5.03
29.4.03
E aí, já comeu hoje?
Diga pra nós, garoto parrudo e sedento por novas manifestações hormonais: já comeu a sua Kim Basinger hoje? Não? Ah, claro, desculpe a intromissão, é que dar conta (sozinho ou com os amigos) da Angelina Jolie (o pacote inclui o beição) não deve ser mesmo dos mais fáceis.
E você, garota esperta, viiiinte anos de praia (acresça, diminua ou, se a psicologia permitir, permaneça nessa faixa; a seu gosto), que vai hoje: o Brad Pitt ou o Tom Cruise?
Antes que pensem que este blog, jogado às traças junto com o pouco de humor branco da autora, está fazendo as vezes de uma casa de tolerância de luxe, com catálogos hiperdetalhados (hiper mesmo) e pratos (sim, podemos pensar que existe um restaurante acoplado) bastante sugestivos, mas não tão cafonas quanto o sushi erótico (vide guerra dominical da TV aberta), eu explico: isso não aconteceu. Aliás, que pena.
................................................
Tudo começou há mais ou menos cinco anos, no município de Marília (interior de SP), num boteco qualquer próximo à universidade onde eu faria um teste de xisinhos e uma redação de tema podre (eu diria putrefato, até: “a globalização e eu”, dá licença); conjunto institucional e traumaticamente conhecido por vestibular; festibular, em uma derivação de tribos mais afoitas.
Bem acompanhada (e, nas circunstâncias aborrecentes, acima de tudo, longe de tudo e todos que representasse família), nos sentamos para escolher o cardápio daquele rápido almoço, haja vista que a universidade, tão pomposa quanto longe, escondia-se no bairro mais popular daquela pacata e moderninha cidade: o Cafundó.
“Pede você, qualquer lanche está de bom tamanho”. “Faço questão”. E, nessa discussãozinha tão tola quanto ingênua (pois não sabíamos a eternidade que levaria pra goroba ser servida), fui eleita a maître de momento tão importante a nossas floras estomacais, que correriam riscos terríveis, dependendo da opção. Questões de ordem (neca de ervilha, pitibiriba de ovo, muito menos), fomos ao menu (leia juntando os lábios, s’il vous plaît). “Você quer comer uma Sheila Carvalho ou uma Camila Pitanga? Me parecem boas escolhas”, falei, coagida pelo esperto engraçadão que teve a idéia su-pim-pa de dar nome aos bois. Digo, aos lanches.
E rapaz tímido, eu aprendi, uma hora acaba se revelando. E se engasgando. Tinha de ser ali, tinha.
................................................
Ontem foi a vez de mais uma daquelas pizzarias de bairro homônimo, mas não em Marília, ter a excelente idéia de dar nome de gente do show bzzz praquelas que, pruma tia minha de Nápoli, um dia se chamaram simplesmente “pizzas”. Passando a vista nem um pouco impressionada com a treta (anunciada como inédita, como se isso interessasse no auge da fome de cão), notei alguns ingredientes que, dispostos miserável ou indecentemente em algumas opções, denunciavam o sarcasmo e preferência absoluta do(s) autor(es) por certos astros e estrelas. Num mundo muderrno como o nosso, entretanto, abster-me-ei de dizer categoricamente que mulheres elegeram os machos, e vice-versa.
Confira abaixo algumas das sugestões:
Richard Gere – mussarela e bacon
Jim Carrey – milho e mussarela
Paul Newman – molho, pepperoni, tomate picado (dã), provolone e mangericão. (sic)
Eu poderia vestir o jaleco do cursinho e dar uma justificativa bastante gramatical pra não dar confiança a estes sujeitos, mas o esquema é muito mais de coerência que de ortografia. Qualé, Paul Newman???? Na primeira opção eu diria que foram até simpáticos demais, mas isso passa pelo crivo pessoal de quem não vê graça naquele sorriso maroto de vovô sedutor. Sorry, girls. Mas daí a colocar meu queijo preferido (sem contar o pepperoni, salve) pro tiozinho não dá. Assim não dá, assim não pode.
Você pensa que acabou? Quê isso!
Julia Roberts – calabresa, presunto, cebola, pimenta e mussarela
Liv Tyler –mussarela, tomate picado (sério?) e molho
Vera Fischer – (preparem-se) ervilha, cebola, ovo e mussarela
Preciso explicar minha aversão às raízes, neste caso? Acho que não.
................................................
Vendo esse tipo de coisa, e a série de perguntas metidas a engraçadinhas que fizeram pro Luís Fernando Veríssimo aqui, ano passado (não fui, mas me contaram), e sábado, no Altas Horas, só posso chegar à conclusão unilateral: babaca é igual em todo lugar, só muda o CEP e a cutícula do pé.
................................................
Formatura sábado. Frio na barriga desde ontem, ao saber do misterioso TJ ao vivo, in loco, ô louco.
Um céu muito doido de vermelho se confunde com o suco de goiaba que eu sugiro pra espantar os males passageiros.
................................................
random: There goes the fear – Doves
(desculpe o plágio, Paula, mas ela está me azucrinando o dia todo)
Diga pra nós, garoto parrudo e sedento por novas manifestações hormonais: já comeu a sua Kim Basinger hoje? Não? Ah, claro, desculpe a intromissão, é que dar conta (sozinho ou com os amigos) da Angelina Jolie (o pacote inclui o beição) não deve ser mesmo dos mais fáceis.
E você, garota esperta, viiiinte anos de praia (acresça, diminua ou, se a psicologia permitir, permaneça nessa faixa; a seu gosto), que vai hoje: o Brad Pitt ou o Tom Cruise?
Antes que pensem que este blog, jogado às traças junto com o pouco de humor branco da autora, está fazendo as vezes de uma casa de tolerância de luxe, com catálogos hiperdetalhados (hiper mesmo) e pratos (sim, podemos pensar que existe um restaurante acoplado) bastante sugestivos, mas não tão cafonas quanto o sushi erótico (vide guerra dominical da TV aberta), eu explico: isso não aconteceu. Aliás, que pena.
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Tudo começou há mais ou menos cinco anos, no município de Marília (interior de SP), num boteco qualquer próximo à universidade onde eu faria um teste de xisinhos e uma redação de tema podre (eu diria putrefato, até: “a globalização e eu”, dá licença); conjunto institucional e traumaticamente conhecido por vestibular; festibular, em uma derivação de tribos mais afoitas.
Bem acompanhada (e, nas circunstâncias aborrecentes, acima de tudo, longe de tudo e todos que representasse família), nos sentamos para escolher o cardápio daquele rápido almoço, haja vista que a universidade, tão pomposa quanto longe, escondia-se no bairro mais popular daquela pacata e moderninha cidade: o Cafundó.
“Pede você, qualquer lanche está de bom tamanho”. “Faço questão”. E, nessa discussãozinha tão tola quanto ingênua (pois não sabíamos a eternidade que levaria pra goroba ser servida), fui eleita a maître de momento tão importante a nossas floras estomacais, que correriam riscos terríveis, dependendo da opção. Questões de ordem (neca de ervilha, pitibiriba de ovo, muito menos), fomos ao menu (leia juntando os lábios, s’il vous plaît). “Você quer comer uma Sheila Carvalho ou uma Camila Pitanga? Me parecem boas escolhas”, falei, coagida pelo esperto engraçadão que teve a idéia su-pim-pa de dar nome aos bois. Digo, aos lanches.
E rapaz tímido, eu aprendi, uma hora acaba se revelando. E se engasgando. Tinha de ser ali, tinha.
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Ontem foi a vez de mais uma daquelas pizzarias de bairro homônimo, mas não em Marília, ter a excelente idéia de dar nome de gente do show bzzz praquelas que, pruma tia minha de Nápoli, um dia se chamaram simplesmente “pizzas”. Passando a vista nem um pouco impressionada com a treta (anunciada como inédita, como se isso interessasse no auge da fome de cão), notei alguns ingredientes que, dispostos miserável ou indecentemente em algumas opções, denunciavam o sarcasmo e preferência absoluta do(s) autor(es) por certos astros e estrelas. Num mundo muderrno como o nosso, entretanto, abster-me-ei de dizer categoricamente que mulheres elegeram os machos, e vice-versa.
Confira abaixo algumas das sugestões:
Richard Gere – mussarela e bacon
Jim Carrey – milho e mussarela
Paul Newman – molho, pepperoni, tomate picado (dã), provolone e mangericão. (sic)
Eu poderia vestir o jaleco do cursinho e dar uma justificativa bastante gramatical pra não dar confiança a estes sujeitos, mas o esquema é muito mais de coerência que de ortografia. Qualé, Paul Newman???? Na primeira opção eu diria que foram até simpáticos demais, mas isso passa pelo crivo pessoal de quem não vê graça naquele sorriso maroto de vovô sedutor. Sorry, girls. Mas daí a colocar meu queijo preferido (sem contar o pepperoni, salve) pro tiozinho não dá. Assim não dá, assim não pode.
Você pensa que acabou? Quê isso!
Julia Roberts – calabresa, presunto, cebola, pimenta e mussarela
Liv Tyler –mussarela, tomate picado (sério?) e molho
Vera Fischer – (preparem-se) ervilha, cebola, ovo e mussarela
Preciso explicar minha aversão às raízes, neste caso? Acho que não.
................................................
Vendo esse tipo de coisa, e a série de perguntas metidas a engraçadinhas que fizeram pro Luís Fernando Veríssimo aqui, ano passado (não fui, mas me contaram), e sábado, no Altas Horas, só posso chegar à conclusão unilateral: babaca é igual em todo lugar, só muda o CEP e a cutícula do pé.
................................................
Formatura sábado. Frio na barriga desde ontem, ao saber do misterioso TJ ao vivo, in loco, ô louco.
Um céu muito doido de vermelho se confunde com o suco de goiaba que eu sugiro pra espantar os males passageiros.
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random: There goes the fear – Doves
(desculpe o plágio, Paula, mas ela está me azucrinando o dia todo)
24.4.03
Aí eu olhei pra cima, assobiei e fingi que era de cera
Uma maré de azar passageira tomou conta, ontem, do meu início de tarde. Tudo começou com um troco de cinco real em notas de um, quase rasgadas, entre as quais havia uma que me deu um misto de nojo, desprezo, piedade e frescor n’alma por ser metida o bastante pra não compactuar com esses jerimuns.Tava lá, só não escaneio a dita cuja pra não sujar o blog e o scanner. Apesar de quê, eu nem sei botar figura aqui mesmo.Look:
“Eu amo os Travessos”.
Antes eu queria dizer que a minha pessoa corre seriíssimos (que besteira esse i duplo, né?) riscos de ter a credibilidade (ó, coitada) abalada por negritar tamanha infâmia. Quem der uma passada de olho básica no post vai se prender a ela, un-hun.
No lance seguinte ao do episódio superhipermegasuperdenovo cheio de clímax like dirty on your hands, resolvi cortar o caminho de seeeempre pra arejar os neurônios. Sério, dizem os especialistas que faz bem “inovar” nesses trajetos, pra dar a sensação do nunca d’antes visto ao seu célebro. Nem que seja uma tremenda mentira pregada nele, que, já cansadinho de guerra, nem vai notar.
Pois bem. Ocorre que eu cortei caminho e passei por um cemitério – o mesmo, por sinal, onde consegui a façanha de me perder, um dia, por volta das 7 da noite, graças à idéia genial de ganhar tempo para a aula de espanhol. Ok, ok, calouro é burro, calouro é nada, calouro é saco de...
Ao lado da “morada dos mortos” (as trufas de avelã me deixaram doce que só), um Fiat Uno parado, na sua, não tinha cara de quem me importunaria. Acho que ele adivinhou, pela minha cara de fome, que o almoço daquelas três da tarde jazia em casa, abandonado. Quem não adivinhou foi ele, o pirralho da tarde, delinqüente vespertino, ou, simplesmente, O Trombada. Que deve ter lambido os beiços meliantes ao ver o pequeno Uninho parado, ao sol, clamando por um pouco de sombra. E quem lhe proporcionaria tamanha demonstração de benevolência? Quem? Quem? Oh, quem? Ele, o malandro da tarde ardida (não quero estar viva pra ver a Sabrina falar isso, cabeção – diga com voz estridente), e quando? Naquele momento em que havia a testemunha menos improvável para a ação. E o alarme, alto, apitou. E eu, A Escolhida, ouvi. E recebi um “ssshhiu, tia”(?!) com cara de poucos amigos dirigida por Ele, o Zorro di menor e sem máscara. Impossível esboçar uma reação, já disse que fui assaltada aqui? Sim, na ocasião outro pequeno trombada me levara o par de luvas naquela manhã friiiia de sábado. Ingênua com a raça humana, ainda tentei (verdade!) negociar com o meliante, visto ser aquele o único que cabia em meus dedinhos ralados pelo gelo. E em casa eu tinha tanto par sem usar... vamo lá, é aqui perto, te dou uns três pra você levar! Que nada. Aí, desisti de acreditar nesses espécimes. Tenho até uns calafrios quando vejo os tipinhos à solta.
*
Nem, querido, Janaina está longe da menopausa.
........................................
Desse jeito vão ter que trazer o Garotinho pra domar a malandragi londrinense. Rá rá rááááá.
........................................
Eu pedi um elixir, tia, eu pedi. Você não quis me dar, agora agüenta. Antes que eu cometa um duplo homicídio triplamente qualificado contra a vizinha do tamanco de mogno, melhor escrever bobagem das bobagens que me acontecem. Que réiva, pqp.
........................................
random: Sexx laws – Beck
Uma maré de azar passageira tomou conta, ontem, do meu início de tarde. Tudo começou com um troco de cinco real em notas de um, quase rasgadas, entre as quais havia uma que me deu um misto de nojo, desprezo, piedade e frescor n’alma por ser metida o bastante pra não compactuar com esses jerimuns.Tava lá, só não escaneio a dita cuja pra não sujar o blog e o scanner. Apesar de quê, eu nem sei botar figura aqui mesmo.Look:
“Eu amo os Travessos”.
Antes eu queria dizer que a minha pessoa corre seriíssimos (que besteira esse i duplo, né?) riscos de ter a credibilidade (ó, coitada) abalada por negritar tamanha infâmia. Quem der uma passada de olho básica no post vai se prender a ela, un-hun.
No lance seguinte ao do episódio superhipermegasuperdenovo cheio de clímax like dirty on your hands, resolvi cortar o caminho de seeeempre pra arejar os neurônios. Sério, dizem os especialistas que faz bem “inovar” nesses trajetos, pra dar a sensação do nunca d’antes visto ao seu célebro. Nem que seja uma tremenda mentira pregada nele, que, já cansadinho de guerra, nem vai notar.
Pois bem. Ocorre que eu cortei caminho e passei por um cemitério – o mesmo, por sinal, onde consegui a façanha de me perder, um dia, por volta das 7 da noite, graças à idéia genial de ganhar tempo para a aula de espanhol. Ok, ok, calouro é burro, calouro é nada, calouro é saco de...
Ao lado da “morada dos mortos” (as trufas de avelã me deixaram doce que só), um Fiat Uno parado, na sua, não tinha cara de quem me importunaria. Acho que ele adivinhou, pela minha cara de fome, que o almoço daquelas três da tarde jazia em casa, abandonado. Quem não adivinhou foi ele, o pirralho da tarde, delinqüente vespertino, ou, simplesmente, O Trombada. Que deve ter lambido os beiços meliantes ao ver o pequeno Uninho parado, ao sol, clamando por um pouco de sombra. E quem lhe proporcionaria tamanha demonstração de benevolência? Quem? Quem? Oh, quem? Ele, o malandro da tarde ardida (não quero estar viva pra ver a Sabrina falar isso, cabeção – diga com voz estridente), e quando? Naquele momento em que havia a testemunha menos improvável para a ação. E o alarme, alto, apitou. E eu, A Escolhida, ouvi. E recebi um “ssshhiu, tia”(?!) com cara de poucos amigos dirigida por Ele, o Zorro di menor e sem máscara. Impossível esboçar uma reação, já disse que fui assaltada aqui? Sim, na ocasião outro pequeno trombada me levara o par de luvas naquela manhã friiiia de sábado. Ingênua com a raça humana, ainda tentei (verdade!) negociar com o meliante, visto ser aquele o único que cabia em meus dedinhos ralados pelo gelo. E em casa eu tinha tanto par sem usar... vamo lá, é aqui perto, te dou uns três pra você levar! Que nada. Aí, desisti de acreditar nesses espécimes. Tenho até uns calafrios quando vejo os tipinhos à solta.
*
Nem, querido, Janaina está longe da menopausa.
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Desse jeito vão ter que trazer o Garotinho pra domar a malandragi londrinense. Rá rá rááááá.
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Eu pedi um elixir, tia, eu pedi. Você não quis me dar, agora agüenta. Antes que eu cometa um duplo homicídio triplamente qualificado contra a vizinha do tamanco de mogno, melhor escrever bobagem das bobagens que me acontecem. Que réiva, pqp.
........................................
random: Sexx laws – Beck
23.4.03
Isso é pra você aprender a ser menos impressionável
Desde que cheguei em Londrina que espero pra ver anunciado o show da Adriana Calcanhotto, cantora/compositora que muito aprecio. Esses dias vi a notícia de que domingo ela se apresenta aqui. Pouco divulgado, o evento (bem caro pros padrões londrinenses, por sinal - 50 pila) não passa nem perto da grandiosidade publicitária que houve quando Marisa Monte foi ao Moringão (ginásio local), em março de 2001.
Mas, como Murphy não é apenas mais uma figura mítica do inconsciente coletivo, ao partir para a perguntinha Quando?, do lead, vem na cara, em forma de tapa com luvinhas brancas, a decepção: o show será neste domingo, às 9 da noite!-9 da noite!-9 da noite!, no mesmo instante em que eu estarei esquentando a poltrona desconfortável do busão from Campinas.
NOTA MENTAL: Papai do céu, eu juro que não terei saco (não mesmo, né?) pra duas formaturas na minha vida.
...........................
Como eu costumo dizer àqueles de quem gosto, “nada que é ruim dura para sempre”. Eu sei, eu sei que essa poderia entrar pro ranking das piores na seção Frases de Otimismo, mas insisto mesmo assim. Queria apenas fazer valer a dita cuja pra quem a fala. No caso, moi.
Por isso que, apesar de umas figurinhas ordinárias do lado de cima do continente (ou não: aqui mesmo já temos até crime organizado!), eu admiro as múltiplas habilidades do ser humano. Usando somente 10% de sua capacidade cerebral (ok, isso é relativo), ele é capaz das mais incríveis facetas de felicidade/normalidade mesmo quando, por dentro, está uma completa Tona Galea, disfarçada de Bateu Mouche, mas com aquele cais do Titanic pós-colisão.
Enjoei com essas comparações. Mas eu tenho enjoado de coisa muito mais séria, e isso é o que tem esquentado a moleira em tempos de decepções mil. Pero, "como nada triste dura pra sempre", deixa eu falar de coisas mais otimistas:
Que céu azul *lindo* tem feito esses dias.
...........................
O dia em que você descobrir o elixir que cure as tristezas do coração, traumas de uma cabeça doente e sarcasmos inúteis, por favor, entre em contato pelo nosso SAC.
...........................
random: Cantada – Adriana Calcanhotto
*
Latest news:
Nem se iluda, que a acadimia não vai gostar (mais uma vez) de filme com nêgo feio e pobre. Essas coisas não existem, lembra?
Desde que cheguei em Londrina que espero pra ver anunciado o show da Adriana Calcanhotto, cantora/compositora que muito aprecio. Esses dias vi a notícia de que domingo ela se apresenta aqui. Pouco divulgado, o evento (bem caro pros padrões londrinenses, por sinal - 50 pila) não passa nem perto da grandiosidade publicitária que houve quando Marisa Monte foi ao Moringão (ginásio local), em março de 2001.
Mas, como Murphy não é apenas mais uma figura mítica do inconsciente coletivo, ao partir para a perguntinha Quando?, do lead, vem na cara, em forma de tapa com luvinhas brancas, a decepção: o show será neste domingo, às 9 da noite!-9 da noite!-9 da noite!, no mesmo instante em que eu estarei esquentando a poltrona desconfortável do busão from Campinas.
NOTA MENTAL: Papai do céu, eu juro que não terei saco (não mesmo, né?) pra duas formaturas na minha vida.
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Como eu costumo dizer àqueles de quem gosto, “nada que é ruim dura para sempre”. Eu sei, eu sei que essa poderia entrar pro ranking das piores na seção Frases de Otimismo, mas insisto mesmo assim. Queria apenas fazer valer a dita cuja pra quem a fala. No caso, moi.
Por isso que, apesar de umas figurinhas ordinárias do lado de cima do continente (ou não: aqui mesmo já temos até crime organizado!), eu admiro as múltiplas habilidades do ser humano. Usando somente 10% de sua capacidade cerebral (ok, isso é relativo), ele é capaz das mais incríveis facetas de felicidade/normalidade mesmo quando, por dentro, está uma completa Tona Galea, disfarçada de Bateu Mouche, mas com aquele cais do Titanic pós-colisão.
Enjoei com essas comparações. Mas eu tenho enjoado de coisa muito mais séria, e isso é o que tem esquentado a moleira em tempos de decepções mil. Pero, "como nada triste dura pra sempre", deixa eu falar de coisas mais otimistas:
Que céu azul *lindo* tem feito esses dias.
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O dia em que você descobrir o elixir que cure as tristezas do coração, traumas de uma cabeça doente e sarcasmos inúteis, por favor, entre em contato pelo nosso SAC.
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random: Cantada – Adriana Calcanhotto
*
Latest news:
Nem se iluda, que a acadimia não vai gostar (mais uma vez) de filme com nêgo feio e pobre. Essas coisas não existem, lembra?
21.4.03
I'm back
da Páscoa mais triste nos últimos 23 anos. Espero que não tenha sido regra pra todo mundo, de coração.
Parece que quanto mais eu torço pras coisas darem certo, mais elas se tornam impossíveis; mais problemas surgem, menos eu consigo afirmar estar numa boa sem temer pela onda de otimismo que começa a se tornar estranhamente duradoura. Por isso que eu não uso aquela camiseta escrita FÉ nem que me paguem: seria muita cachorrada (e incoerência) comigo mesma.
.
Início (só ele) com chave de ouro, fechamento de feriadão com chave de lata. Com direito a trampo na sexta e hoje, que faz parte. E eu que abandonei a idéia de fazer Medicina (entre outros fatores com hemoglobina) porque queria ter uma vida "normal", mais ou menos como a dos meus pais, guardadas as devidas proporções. Rá, rá, rá.
........................
random: Here it comes – Doves
da Páscoa mais triste nos últimos 23 anos. Espero que não tenha sido regra pra todo mundo, de coração.
Parece que quanto mais eu torço pras coisas darem certo, mais elas se tornam impossíveis; mais problemas surgem, menos eu consigo afirmar estar numa boa sem temer pela onda de otimismo que começa a se tornar estranhamente duradoura. Por isso que eu não uso aquela camiseta escrita FÉ nem que me paguem: seria muita cachorrada (e incoerência) comigo mesma.
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Início (só ele) com chave de ouro, fechamento de feriadão com chave de lata. Com direito a trampo na sexta e hoje, que faz parte. E eu que abandonei a idéia de fazer Medicina (entre outros fatores com hemoglobina) porque queria ter uma vida "normal", mais ou menos como a dos meus pais, guardadas as devidas proporções. Rá, rá, rá.
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random: Here it comes – Doves
18.4.03
A g r a d e c i m e n t o
O busão (q do sobrenome igual, não traz vantagem nenhuma) me espera daqui uma hora. A mala toda por fazer, minha mãe perguntando se estou viva... Pois é, eu me atrasei de novo.
Mas não pra retribuir o desejo e desejar a todos uma ótima Páscoa, seja lá o que a data representar a cada um. Muito chocolate, peace and love, e muita malandragi. Fui!
O busão (q do sobrenome igual, não traz vantagem nenhuma) me espera daqui uma hora. A mala toda por fazer, minha mãe perguntando se estou viva... Pois é, eu me atrasei de novo.
Mas não pra retribuir o desejo e desejar a todos uma ótima Páscoa, seja lá o que a data representar a cada um. Muito chocolate, peace and love, e muita malandragi. Fui!
16.4.03
Como quisiera poder vivir sin vecinos
Meus vizinhos são estranhos. Os do andar de cima andam brincando de testar os nervos de seus semelhantes, mas são muito out pro meu gosto. Ê povo pra gostar dum tamanco, Disus.
Ainda dou uma voadora nesses barulhentos.
.......................................
Seis da manhã. Como de rotina, a pequena Janaina dorme seu sono profundo, permeado por sonhos dos mais estranhos, para não fugir às regras de Morpheu. Aliás, talvez isso explique o fato de ela tomar banho dormindo todos os dias.
Mas são seis da manhã. E essa informação não esta aqui por um acaso do destino. (A menos que estejais voltando da balada,) Que fazeis a essa hora, meus pequenos? Quê? Ahn? Dormis? Alones (sic) de marré deci, ou acompanhados, creio que a disposição nesse horário, ainda mais com o friozinho anunciado (eba), seja mesmo a de se afundar no cobertor e curtir os últimos instantes até que o pirracento do rádio-relógio comece a gritaria, aquele mal-amado.
Eis o meu início de dia. E as ¡seis da madrugada! de hoje seria novamente a merrrma diliça de sono, não fossem eles. Sim, os vizinhos – desta vez, os do andar de baixo (sugestivo, isso).
Um parágrafo de justiça, apenas-e-tão-somente: a culpa não é da vizinha em si, mas do querenzo que ela arrumou. Portanto, culpa de ambos!
“Alegando uma paixão ‘absurda e descabida’ pela estudante Clarisminda Acordante (nome fictício), o jovem Ariovaldo Canastra (idem) deu uma prova inusitada do sentimento, na madrugada desta quarta-feira, no centro de Londrina. Munido de um carro de som, um buquê de rosas vermelhas e uma enorme cara de pau, Canastra fez jus ao sobrenome e cantou a música ‘Carla’, da banda LS Jack, à namorada, que ainda dormia.
Os moradores do edifício, confusos com a barulheira, acabaram acordando e foram a platéia do mini show proporcionado pelo estudante. 'Pensei que fosse mais um dos meus sonhos estranhos, mas agora vejo que é um pesadelo’, afirmou, bastante transtornada, a jornalista Joaninha Gamela.
Terrorismo? – Pouco afeita a essas demonstrações em público (‘exagero de merda’, alfineta), ela promete vingança, mas não especifica que atitude pretende tomar contra aqueles que a fizeram, literalmente, madrugar.
Entretanto, nada de anormal havia acontecido até o fechamento desta reportagem. Nada, além de um forte cheiro de pólvora que vem daquele ponto da região central, avisam os Bombeiros. Nada, além de Canastra chegar à nossa redação reclamando de dores musculares, falta de ar, tosse seca e uma febre que já passa dos 38 graus.”
.......................................
Ai, que tédio. Vamos ver se isso passa vendo uns beijinhos, ahn, inusitados do Rodrigo Santoro em mais uma super-sessão-matinê para desocupados vespertinos e redundantes. O desconto é a qualidade da companhia – brigada, Disus!
.......................................
Você achou o humor negro de mau gosto? Que isso. Eu digo que estou em fase de aprendizado: gosto altamente duvidoso foi o da Folha, que pôs no destaque de hoje cedo a foto de um menininho iraquiano sem os dois braços. Sem curativos também, isso mesmo.
Nessas horas que eu me pergunto o que são
1-) Estômago forte (isso, de fato, eu desconheço)
2-) Ética profissional (apesar de “foca”, tenho uma noção minimamente decente e até careta disso)
.......................................
Até a volta, cumpadis. Que o coelho da Páscoa não os seqüestre antes do domingo, hehe
.......................................
random: Vivir sin aire * – Maná
* coerente ao meu estado emocional e à semana regada a tortilla, chilli hiperfuerte (aaah) y otras cositas más. É, agora Janaina é cozinheira – o bacalhau que me aguarde, aquele durango.
Meus vizinhos são estranhos. Os do andar de cima andam brincando de testar os nervos de seus semelhantes, mas são muito out pro meu gosto. Ê povo pra gostar dum tamanco, Disus.
Ainda dou uma voadora nesses barulhentos.
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Seis da manhã. Como de rotina, a pequena Janaina dorme seu sono profundo, permeado por sonhos dos mais estranhos, para não fugir às regras de Morpheu. Aliás, talvez isso explique o fato de ela tomar banho dormindo todos os dias.
Mas são seis da manhã. E essa informação não esta aqui por um acaso do destino. (A menos que estejais voltando da balada,) Que fazeis a essa hora, meus pequenos? Quê? Ahn? Dormis? Alones (sic) de marré deci, ou acompanhados, creio que a disposição nesse horário, ainda mais com o friozinho anunciado (eba), seja mesmo a de se afundar no cobertor e curtir os últimos instantes até que o pirracento do rádio-relógio comece a gritaria, aquele mal-amado.
Eis o meu início de dia. E as ¡seis da madrugada! de hoje seria novamente a merrrma diliça de sono, não fossem eles. Sim, os vizinhos – desta vez, os do andar de baixo (sugestivo, isso).
Um parágrafo de justiça, apenas-e-tão-somente: a culpa não é da vizinha em si, mas do querenzo que ela arrumou. Portanto, culpa de ambos!
“Alegando uma paixão ‘absurda e descabida’ pela estudante Clarisminda Acordante (nome fictício), o jovem Ariovaldo Canastra (idem) deu uma prova inusitada do sentimento, na madrugada desta quarta-feira, no centro de Londrina. Munido de um carro de som, um buquê de rosas vermelhas e uma enorme cara de pau, Canastra fez jus ao sobrenome e cantou a música ‘Carla’, da banda LS Jack, à namorada, que ainda dormia.
Os moradores do edifício, confusos com a barulheira, acabaram acordando e foram a platéia do mini show proporcionado pelo estudante. 'Pensei que fosse mais um dos meus sonhos estranhos, mas agora vejo que é um pesadelo’, afirmou, bastante transtornada, a jornalista Joaninha Gamela.
Terrorismo? – Pouco afeita a essas demonstrações em público (‘exagero de merda’, alfineta), ela promete vingança, mas não especifica que atitude pretende tomar contra aqueles que a fizeram, literalmente, madrugar.
Entretanto, nada de anormal havia acontecido até o fechamento desta reportagem. Nada, além de um forte cheiro de pólvora que vem daquele ponto da região central, avisam os Bombeiros. Nada, além de Canastra chegar à nossa redação reclamando de dores musculares, falta de ar, tosse seca e uma febre que já passa dos 38 graus.”
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Ai, que tédio. Vamos ver se isso passa vendo uns beijinhos, ahn, inusitados do Rodrigo Santoro em mais uma super-sessão-matinê para desocupados vespertinos e redundantes. O desconto é a qualidade da companhia – brigada, Disus!
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Você achou o humor negro de mau gosto? Que isso. Eu digo que estou em fase de aprendizado: gosto altamente duvidoso foi o da Folha, que pôs no destaque de hoje cedo a foto de um menininho iraquiano sem os dois braços. Sem curativos também, isso mesmo.
Nessas horas que eu me pergunto o que são
1-) Estômago forte (isso, de fato, eu desconheço)
2-) Ética profissional (apesar de “foca”, tenho uma noção minimamente decente e até careta disso)
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Até a volta, cumpadis. Que o coelho da Páscoa não os seqüestre antes do domingo, hehe
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random: Vivir sin aire * – Maná
* coerente ao meu estado emocional e à semana regada a tortilla, chilli hiperfuerte (aaah) y otras cositas más. É, agora Janaina é cozinheira – o bacalhau que me aguarde, aquele durango.
8.4.03
. 2
Tem coisas que gostaria de escrever aqui, mas não posso.
*
Das pernas bambas a um imenso desânimo, falta de horizonte, arrefecimento d'alma, sei lá o quê: como eu já disse, oscilações de humor são coisas difíceis com as quais se lidar. Ainda mais quando elas têm um propósito bem alicerçado naquilo que é gelidamente concreto. Ainda mais quando elas antevêem um futuro medíocre, indesejado até debaixo d'água.
Exagero meu, talvez. Anw, já escrevi demais.
Subjetivo? Escrever sobre sentimentos em linguagem jornalística, definitivamente, não dá. E como uma pazona de gente consegue fazer isso (e, melhor, sem falar necessariamente a língua do lead), melhor permanecer na condição de leitora, que tem sido tão útil.
*
random: Everybody hurts - R.E.M.
Tem coisas que gostaria de escrever aqui, mas não posso.
*
Das pernas bambas a um imenso desânimo, falta de horizonte, arrefecimento d'alma, sei lá o quê: como eu já disse, oscilações de humor são coisas difíceis com as quais se lidar. Ainda mais quando elas têm um propósito bem alicerçado naquilo que é gelidamente concreto. Ainda mais quando elas antevêem um futuro medíocre, indesejado até debaixo d'água.
Exagero meu, talvez. Anw, já escrevi demais.
Subjetivo? Escrever sobre sentimentos em linguagem jornalística, definitivamente, não dá. E como uma pazona de gente consegue fazer isso (e, melhor, sem falar necessariamente a língua do lead), melhor permanecer na condição de leitora, que tem sido tão útil.
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random: Everybody hurts - R.E.M.
7.4.03
Tsc, tsc
Quer espantar um londrinense numa manhã fria de segunda-feira (vá, nem tão fria assim)?
É fácil e rápido. Lance mão do duo bermuda e tênis/blusa de frio e verá o resultado nos olhos das pessoas. Eita povinho mais invocado.
*
Se ao menos eu estivesse com cinto de franjinha, pô.
(aí acho q até me dariam um desconto, isso sim)
Quer espantar um londrinense numa manhã fria de segunda-feira (vá, nem tão fria assim)?
É fácil e rápido. Lance mão do duo bermuda e tênis/blusa de frio e verá o resultado nos olhos das pessoas. Eita povinho mais invocado.
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Se ao menos eu estivesse com cinto de franjinha, pô.
(aí acho q até me dariam um desconto, isso sim)
6.4.03
Você tem medo de quê?
Hoje tava lá, na enquete de importante saite:
"Do que você tem mais medo atualmente?"
a) Surto de conjutivite (hic!, digo, sic)
b) Balas perdidas no Rio
c) Pneumonia atípica
d) Míssil Tomahawk
Eu optaria pela letra E, "Azar do Rubens Barrichello". Mas lembrei que, a menos que encontre algo no estado de onde saí, continuarei morando em terras paranaenses por mais um tempo; portanto, letra F: "Aedes Aegypt". Daria até uma sub-opção Londrina, já que tá Fodíssima a epidemia por aqui. Melhor não mexer muito nesse vespeiro, senão a mosquitada me descobre no aconchego do lar.
E ontem eu falei com um puta amigão - que me considera filha dele,veja só - e descobri que ele ficou 15 dias de cama por causa da maldita dengue. Duas semanas de alucinações, fraqueza, cama o dia inteiro e líquido. Só líquido. Certeza que seu medo está entre aquelas quatro opções?
..................................................
Que o santo protetor de Rubinho não nos proteja, hehe
Uma semana sem dengue, sem bala perdida e com muita bala Soft sabor caramelo pra todo mundo. E uma bala de pólvora pro Bush, com carinho.
Não, eu não me esqueço dele. Já virou birra.
..................................................
random: Cold, cold night – White Stripes
Hoje tava lá, na enquete de importante saite:
"Do que você tem mais medo atualmente?"
a) Surto de conjutivite (hic!, digo, sic)
b) Balas perdidas no Rio
c) Pneumonia atípica
d) Míssil Tomahawk
Eu optaria pela letra E, "Azar do Rubens Barrichello". Mas lembrei que, a menos que encontre algo no estado de onde saí, continuarei morando em terras paranaenses por mais um tempo; portanto, letra F: "Aedes Aegypt". Daria até uma sub-opção Londrina, já que tá Fodíssima a epidemia por aqui. Melhor não mexer muito nesse vespeiro, senão a mosquitada me descobre no aconchego do lar.
E ontem eu falei com um puta amigão - que me considera filha dele,veja só - e descobri que ele ficou 15 dias de cama por causa da maldita dengue. Duas semanas de alucinações, fraqueza, cama o dia inteiro e líquido. Só líquido. Certeza que seu medo está entre aquelas quatro opções?
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Que o santo protetor de Rubinho não nos proteja, hehe
Uma semana sem dengue, sem bala perdida e com muita bala Soft sabor caramelo pra todo mundo. E uma bala de pólvora pro Bush, com carinho.
Não, eu não me esqueço dele. Já virou birra.
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random: Cold, cold night – White Stripes
5.4.03
Isso porque o meu escorpião nem é amarelo
Procurava hoje um bloco de notas (sem trocadilho!) pra comprar, quando achei uma cardineta com todas as "características do seu signo, para todos os âmbitos da sua vida". Uou, arrepiei só pelo título. Mesmo assim (e como a curiosidade matou nonono, diria o ditado), abri a de escorpião, sem antes deixar de preparar o espírito pras atrocidades que diriam de nossa raça. (snif)
Dentre os muitos adjetivos carinhosos (possessivo, ciumento - e daí? -, rancoroso, etcetcetc, fodafodafoda-se), no setor "carreira", tava lá: os nativos do signo de escorpião vão se dar muito bem (linguagem sutil) como militares (justo eu?), mineiros (só se for pra achar garrafa pet), biólogos (isso pq odeio inseto) ou como jornalistas em jornais subversivos ou de esquerda.
hehe, subversivo ou de esquerda?! Claaro, bem de acordo à realidade de mercado, a-hã.
Apesar de que Chanaina Guevara com boina de hippie no tiene mucha ternura, hermanos.
.............................................
Uma coisa que o livreto não dizia é que escorpiano pode se revelar, do nada, um bicho muito paciente, é. Hoje esperei exatos 20 minutos pro conjunto panqueca/salada "express" que caí na besteira de escolher. Lá pro final do tempo (isso é praxe) comecei a contagem até 100. Acho que a moça do caixa percebeu o dedo na mesa indo e voltando, porque o pedido veio no 56.
Viu só? Escorpião tem suas raízes chinesas mesmo quando o assunto é massa.
É, eu reconheço que essa foi fraca. Culpa do molho branco que me queimou a língua, folks.
.............................................
Quem não gosta de ler aquilo que espera, héin? Sem xurumelas pra cima de mim. Deu uma ponta de satisfação o livrinho falar da combinação escorpião/câncer. Sorte a minha, azar de...ah, deixa eu parar que amanhã é domingo de novo (shit).
.............................................
Na livraria, o mocinho não achou no catálogo nenhum título da Virginia Ulfi.
Quando vi a anotação dele, concordei na hora. Até desisti de dizer o nome do romance em questão. Outro neologismo, na certa.
Isso é pra eu aprender a não me influenciar por filmes. Influência, influenza.
Mas que a Nicole Kidman mereceu o Oscar, mereceu. Carregar aquele nazo né brinquedo não, minha gente!
(NOTA MENTAL: meu lado academia aflorou de novo, desculpem)
.............................................
Sabe o que eu acho bizonho em tempos de Expô (sim, escrevem desse modo, por aqui)? A boiada que a freqüenta, toda uniformizadinha. Só essa noite devo ter visto umas cinco gourias com cinto de franjinha num recinto de poucos metros quadrados.
Eu odeio o cinto de franjinha. E em respeito a esse sentimento maior que a dona, vou ficando por aqui, antes que se cumpra a profecia do maldito livreto.
.............................................
random: Get gone - Fiona Apple
Procurava hoje um bloco de notas (sem trocadilho!) pra comprar, quando achei uma cardineta com todas as "características do seu signo, para todos os âmbitos da sua vida". Uou, arrepiei só pelo título. Mesmo assim (e como a curiosidade matou nonono, diria o ditado), abri a de escorpião, sem antes deixar de preparar o espírito pras atrocidades que diriam de nossa raça. (snif)
Dentre os muitos adjetivos carinhosos (possessivo, ciumento - e daí? -, rancoroso, etcetcetc, fodafodafoda-se), no setor "carreira", tava lá: os nativos do signo de escorpião vão se dar muito bem (linguagem sutil) como militares (justo eu?), mineiros (só se for pra achar garrafa pet), biólogos (isso pq odeio inseto) ou como jornalistas em jornais subversivos ou de esquerda.
hehe, subversivo ou de esquerda?! Claaro, bem de acordo à realidade de mercado, a-hã.
Apesar de que Chanaina Guevara com boina de hippie no tiene mucha ternura, hermanos.
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Uma coisa que o livreto não dizia é que escorpiano pode se revelar, do nada, um bicho muito paciente, é. Hoje esperei exatos 20 minutos pro conjunto panqueca/salada "express" que caí na besteira de escolher. Lá pro final do tempo (isso é praxe) comecei a contagem até 100. Acho que a moça do caixa percebeu o dedo na mesa indo e voltando, porque o pedido veio no 56.
Viu só? Escorpião tem suas raízes chinesas mesmo quando o assunto é massa.
É, eu reconheço que essa foi fraca. Culpa do molho branco que me queimou a língua, folks.
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Quem não gosta de ler aquilo que espera, héin? Sem xurumelas pra cima de mim. Deu uma ponta de satisfação o livrinho falar da combinação escorpião/câncer. Sorte a minha, azar de...ah, deixa eu parar que amanhã é domingo de novo (shit).
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Na livraria, o mocinho não achou no catálogo nenhum título da Virginia Ulfi.
Quando vi a anotação dele, concordei na hora. Até desisti de dizer o nome do romance em questão. Outro neologismo, na certa.
Isso é pra eu aprender a não me influenciar por filmes. Influência, influenza.
Mas que a Nicole Kidman mereceu o Oscar, mereceu. Carregar aquele nazo né brinquedo não, minha gente!
(NOTA MENTAL: meu lado academia aflorou de novo, desculpem)
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Sabe o que eu acho bizonho em tempos de Expô (sim, escrevem desse modo, por aqui)? A boiada que a freqüenta, toda uniformizadinha. Só essa noite devo ter visto umas cinco gourias com cinto de franjinha num recinto de poucos metros quadrados.
Eu odeio o cinto de franjinha. E em respeito a esse sentimento maior que a dona, vou ficando por aqui, antes que se cumpra a profecia do maldito livreto.
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random: Get gone - Fiona Apple
3.4.03
Mais um pouquinho de ginko biloba com camomila ae?
Ah, como eu queria não ser tão ansiosa... O braço (só o esquerdo) e as pernas ficam moles (idem para momentos de tensão), o batimento cardíaco acelera, a adrenalina me faz ter vontade de sair correndo... Coisa estranha, mais ainda quando você se vê confinada a quatro paredes, no quinto andar.
O ruim disso tudo é quando as perspectivas não são contempladas. O que também faz parte. Mas não deveria!
*
Momento felizi do dia (espero que seja Um dos):
Baixei o álbum novo do Radiohead, "Hail To The Thief". Cortesia da Ana, que disponibilizou o link em seu blog. Valeu!
Não tenho tanta capacidade em fazer crítica musical quanto para falar bobagem (ao vivo é pior ainda, he), mas recomendo as faixas Go to sleep e A Wolf at the door. Fofuras.
NOTA MENTAL:
Hoje eu assisto a Chicago nem que chova tamanduá-bandeira no trajeto até o shoppingui.
Ah, como eu queria não ser tão ansiosa... O braço (só o esquerdo) e as pernas ficam moles (idem para momentos de tensão), o batimento cardíaco acelera, a adrenalina me faz ter vontade de sair correndo... Coisa estranha, mais ainda quando você se vê confinada a quatro paredes, no quinto andar.
O ruim disso tudo é quando as perspectivas não são contempladas. O que também faz parte. Mas não deveria!
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Momento felizi do dia (espero que seja Um dos):
Baixei o álbum novo do Radiohead, "Hail To The Thief". Cortesia da Ana, que disponibilizou o link em seu blog. Valeu!
Não tenho tanta capacidade em fazer crítica musical quanto para falar bobagem (ao vivo é pior ainda, he), mas recomendo as faixas Go to sleep e A Wolf at the door. Fofuras.
NOTA MENTAL:
Hoje eu assisto a Chicago nem que chova tamanduá-bandeira no trajeto até o shoppingui.
Curtas
- poucas coisas me irritam tanto quanto vendedoras de lojas tentando me fazer de tonta. Hoje eu queria uma Havaianas, queriam me passar uma Grendha-borrachuda porque "é a mesma coisa". Ah, tá. E eu capino minhoca no asfalto quente, darling.
- outras coisas me dão uma sensação, assim, leve. Como o telefonema de hoje e a contagem regressiva que me tem motivado em cada hora lazarenta de acordar, cedo. Ou como o tiozinho dos pães hoje, na feira da lua. Seria a enésima vez que lhe perguntaria sobre "biscoitos de polvilho, o senhor tem?". Mas ele se adiantou, tirou de um local escondido um saco das deliciosas bolinhas e ainda me mostrou o *único* exemplar de pão de cenoura feito na semana. O primeiro. E que agora é meu (show).
- lá se foram os minutos de esteira, extensora, tríceps, step e mais outros nomes técnicos que não faço questão de guardar. Isso me leva a crer que jamais serei louca de fazer aqueals terríveis aulas de abdominais. Nai nai.
- sim, estou me futilizando. Aprendi a dançar (entre outras) a dança da mãozinha, a da ondinha e outras mais indecentezinhas. Tudo contra as calorias, minha gente - antes que me pensem que eu liberei "geraaal, chutei o pau da barraca e soltei a franga", como diria a filósofa Maria das G. X. Meneghel, isso é exercício aeróbico! (apesar de q em casa, depois, eu ouço uns dois cds pra expurgar qqr axé-resquício-2003).
- cuidado com o coelho da páscoa. Dizem que é ele o transmissor da tal pneumonia estranhíssima. Dessa vez não é culpa do El Niño, ao que parece.
.....................................
random: Esquadros - Adriana Calcanhotto
(aqui estão os meus acordes preferidos)
- poucas coisas me irritam tanto quanto vendedoras de lojas tentando me fazer de tonta. Hoje eu queria uma Havaianas, queriam me passar uma Grendha-borrachuda porque "é a mesma coisa". Ah, tá. E eu capino minhoca no asfalto quente, darling.
- outras coisas me dão uma sensação, assim, leve. Como o telefonema de hoje e a contagem regressiva que me tem motivado em cada hora lazarenta de acordar, cedo. Ou como o tiozinho dos pães hoje, na feira da lua. Seria a enésima vez que lhe perguntaria sobre "biscoitos de polvilho, o senhor tem?". Mas ele se adiantou, tirou de um local escondido um saco das deliciosas bolinhas e ainda me mostrou o *único* exemplar de pão de cenoura feito na semana. O primeiro. E que agora é meu (show).
- lá se foram os minutos de esteira, extensora, tríceps, step e mais outros nomes técnicos que não faço questão de guardar. Isso me leva a crer que jamais serei louca de fazer aqueals terríveis aulas de abdominais. Nai nai.
- sim, estou me futilizando. Aprendi a dançar (entre outras) a dança da mãozinha, a da ondinha e outras mais indecentezinhas. Tudo contra as calorias, minha gente - antes que me pensem que eu liberei "geraaal, chutei o pau da barraca e soltei a franga", como diria a filósofa Maria das G. X. Meneghel, isso é exercício aeróbico! (apesar de q em casa, depois, eu ouço uns dois cds pra expurgar qqr axé-resquício-2003).
- cuidado com o coelho da páscoa. Dizem que é ele o transmissor da tal pneumonia estranhíssima. Dessa vez não é culpa do El Niño, ao que parece.
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random: Esquadros - Adriana Calcanhotto
(aqui estão os meus acordes preferidos)
1.4.03
Um pouco de sal grosso não deve ser tão salgado assim
Algumas coisas acontecem perto de mim eu acho que de propósito. Só pra vir aquele pensamento nerd de “putz, eu preciso contar isso no blog”. Mesmo que a sua vida, nem a minha, sejam mudadas em nada com a preciosa “informação”.
Fazer o quê? As pessoas precisam de válvulas de escape, sejam elas a porcelana branquinha do vaso, ou o teclado de um computador. Confesso que meu lado altruísta (ouviu, Cristo Reeeei??) diversas vezes me fez optar pelo violão ou por algum CD poupando, assim, meus afáveis leitores de um pouco mais de água na semana. Só não poupei o ouvido das redondezas, aaaaaaah, não. Eu quero livre-arbítrio, tio!
Tudo bem, não tem chovido mesmo.
De qualquer forma, já que eu comecei, uma questã pra lhes tirar o sossego, remover montanhas e lençóis em busca de respostas, enfim, de fazer passarinho imitar hiena: Como você evacua as emoções?
Não, não é um festival inspirado em Jackass, Hermes e Renato, muito menos em Beavis e Butt Head. Que (com exceção dos segundos) não me apetecem nadica, nadica. Apenas uma dúvida idiota de quem tem seu último dia de jornada jornalística full time. Juro que não xingo mais cotações de dólar, poupança, CDBs e afins, pra não pagar os pecados novamente.
Mas eu confesso: gostei.
....................................
Ok, ok, não sou Machada de Assis, não tenho a mente doentia o sificiente pra plantar a perniciosa dúvida de Bentinho (Capitu’s horner) na cabeça de quem quer que seja. Sendo assim,
NADA DE DIGRESSÕES, PÔ!
....................................
Depois de meu lado pouco afeito a diálogo e de traços psicóticos dar o fora (baby I’m a lost cause), eu conto. Eu conto que vi a cadelinha do apartamento da frente (o animal!!) entrar dentro do meu, completamente ignorante e cega pelas emoções, hoje, durante o almoço, tão logo eu lhe elogiei (digo, ao dono) a textura de pêlo tão bem cuidado. Às leitoras, explico que o tal parecia a mais bem-feita chapinha em cabelo desgranhento. Coisa lindíssima aquilo, apesar de estranho. Superficial, assim como Jacko.
Ocorre que o inveterado animal deve estar com graves problemas de personalidade; diria mesmo que auto-estima exacerbadamente na chon. Ouvindo aquilo, correu em minha direção, driblou-me pela esquerda e foi comemorar a façanha no sofá (!) da minha sala, desinfetada dos ácaros na noite de ontem. Feladamãe duma cadela ordinária.
O capítulo bobinho desta tarde acabaria por aqui, sem direito a clímax (vá ver o Expedito com a chata da Sussu Vieira, nesse caso), não fosse a resistência da cachorra em abandonar o meu recinto*. Rosnando até para seu fiel dono, o qual leva para passear todas as manhãs, ela foi facilmente ludibriada por uma porção de granola gentilmente cedida pela Ana. A reação deve ser resultado de tanta notícia de guerra, pobre quadrúpede. Ou é esse clima abestado: no RU da faculdade, as abelhas andavam atacando até alface e batatinha...
* a utilização do vocábulo aqui se justifica pela proximidade da festa de peões, que começa esta semana. Pode ser a maior da América Latina, mais pacífica que o Oriente Médio (que mentira, teve tiroteio ano passado), mas fede estrume (dos animais e da playboyzada) de qualquer jeito. Assim não pode, assim não dá!
N.A. :
Caríssimos,
a referência a Telegrama Humano do post anterior, devido à sua extrema subjetividade, foi um tanto quanto (evite essa expressão e viva mais contentinho) mal interpretada, senão apenas incompreendida. Eu pensei mesmo em algo mais explícito, com pessoas saindo rápida e miraculosamente de um envelope dos correios. Entenderam por que ninguém ganhou brigadeiro?
....................................
Se bem que, se alguém agüentou ler isso tudo, merece a fábrica de chocolates Wonka, não apenas um mísero docinho.
....................................
random: En el muelle de San Blas – Maná
Algumas coisas acontecem perto de mim eu acho que de propósito. Só pra vir aquele pensamento nerd de “putz, eu preciso contar isso no blog”. Mesmo que a sua vida, nem a minha, sejam mudadas em nada com a preciosa “informação”.
Fazer o quê? As pessoas precisam de válvulas de escape, sejam elas a porcelana branquinha do vaso, ou o teclado de um computador. Confesso que meu lado altruísta (ouviu, Cristo Reeeei??) diversas vezes me fez optar pelo violão ou por algum CD poupando, assim, meus afáveis leitores de um pouco mais de água na semana. Só não poupei o ouvido das redondezas, aaaaaaah, não. Eu quero livre-arbítrio, tio!
Tudo bem, não tem chovido mesmo.
De qualquer forma, já que eu comecei, uma questã pra lhes tirar o sossego, remover montanhas e lençóis em busca de respostas, enfim, de fazer passarinho imitar hiena: Como você evacua as emoções?
Não, não é um festival inspirado em Jackass, Hermes e Renato, muito menos em Beavis e Butt Head. Que (com exceção dos segundos) não me apetecem nadica, nadica. Apenas uma dúvida idiota de quem tem seu último dia de jornada jornalística full time. Juro que não xingo mais cotações de dólar, poupança, CDBs e afins, pra não pagar os pecados novamente.
Mas eu confesso: gostei.
....................................
Ok, ok, não sou Machada de Assis, não tenho a mente doentia o sificiente pra plantar a perniciosa dúvida de Bentinho (Capitu’s horner) na cabeça de quem quer que seja. Sendo assim,
NADA DE DIGRESSÕES, PÔ!
....................................
Depois de meu lado pouco afeito a diálogo e de traços psicóticos dar o fora (baby I’m a lost cause), eu conto. Eu conto que vi a cadelinha do apartamento da frente (o animal!!) entrar dentro do meu, completamente ignorante e cega pelas emoções, hoje, durante o almoço, tão logo eu lhe elogiei (digo, ao dono) a textura de pêlo tão bem cuidado. Às leitoras, explico que o tal parecia a mais bem-feita chapinha em cabelo desgranhento. Coisa lindíssima aquilo, apesar de estranho. Superficial, assim como Jacko.
Ocorre que o inveterado animal deve estar com graves problemas de personalidade; diria mesmo que auto-estima exacerbadamente na chon. Ouvindo aquilo, correu em minha direção, driblou-me pela esquerda e foi comemorar a façanha no sofá (!) da minha sala, desinfetada dos ácaros na noite de ontem. Feladamãe duma cadela ordinária.
O capítulo bobinho desta tarde acabaria por aqui, sem direito a clímax (vá ver o Expedito com a chata da Sussu Vieira, nesse caso), não fosse a resistência da cachorra em abandonar o meu recinto*. Rosnando até para seu fiel dono, o qual leva para passear todas as manhãs, ela foi facilmente ludibriada por uma porção de granola gentilmente cedida pela Ana. A reação deve ser resultado de tanta notícia de guerra, pobre quadrúpede. Ou é esse clima abestado: no RU da faculdade, as abelhas andavam atacando até alface e batatinha...
* a utilização do vocábulo aqui se justifica pela proximidade da festa de peões, que começa esta semana. Pode ser a maior da América Latina, mais pacífica que o Oriente Médio (que mentira, teve tiroteio ano passado), mas fede estrume (dos animais e da playboyzada) de qualquer jeito. Assim não pode, assim não dá!
N.A. :
Caríssimos,
a referência a Telegrama Humano do post anterior, devido à sua extrema subjetividade, foi um tanto quanto (evite essa expressão e viva mais contentinho) mal interpretada, senão apenas incompreendida. Eu pensei mesmo em algo mais explícito, com pessoas saindo rápida e miraculosamente de um envelope dos correios. Entenderam por que ninguém ganhou brigadeiro?
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Se bem que, se alguém agüentou ler isso tudo, merece a fábrica de chocolates Wonka, não apenas um mísero docinho.
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random: En el muelle de San Blas – Maná
30.3.03
Sea change
Dia lindo, lá fora. Como têm sido os dias, pra mim, há pouco menos de uma semana.
O céu de um azul incrível; os livros que queria ler, mas não tinha tempo, na cabeceira; as músicas que guardei para "ouvir outra hora", e agora me soam lindas, em ambiente de relativa calma; os telefonemas e cartas que prometi a tanta gente especial, e que (espero) vão consumir boa parte da minha solitária tarde de domingo.
Sim, está tudo quieto. No voices, TV desligada em protesto a essa programação podre do fim de semana (não que seja lá muuito diferente nos dias "úteis"), meu instinto culinário volta a dar aquele tapinha de 'vamos lá?' na costas. Um bom brigadeiro com avelãs pra começar.
Eita vidinha sem graça, não?
..........................
Se for, foda-se. Como a mami me diria, "nós envelhecemos na cabeça, mais que no corpo"; talvez seja novamente os sintomas de senilidade me assolando a alma. Mas ainda não cheguei no estágio de alugar Mazzaroppi e congêneres pra ter um pouco mais de diversão. Nem tanto.
O que me dá umas ruguinhas de preocupação (além das outras que já despontam; não sou cega) são as constantes e poderosas oscilações de humor das quais sou invariavelmente acometida. Por isso que procuro fazer o mais prazeroso quando a tormenta ainda não chegou e passarinhos tilitam a minha mente. Lalá, lalá, lalá. É melhor compartilhar esse tipo de sentimento, sabe?
Mas eu não posso bancar a ignorante comigo. Hoje é, sim, domingo. E está faltando um monte de coisa aqui pro meu dia ficar realmente lindo, pô.
E essas baixas só via teléfono.Caramba.
Alguém podia ter a brilhante idéia de inventar telegramas humanos. É.
Um brigadeiro pela iniciativa, ok?
..........................
random: Lost cause ― Beck
Dia lindo, lá fora. Como têm sido os dias, pra mim, há pouco menos de uma semana.
O céu de um azul incrível; os livros que queria ler, mas não tinha tempo, na cabeceira; as músicas que guardei para "ouvir outra hora", e agora me soam lindas, em ambiente de relativa calma; os telefonemas e cartas que prometi a tanta gente especial, e que (espero) vão consumir boa parte da minha solitária tarde de domingo.
Sim, está tudo quieto. No voices, TV desligada em protesto a essa programação podre do fim de semana (não que seja lá muuito diferente nos dias "úteis"), meu instinto culinário volta a dar aquele tapinha de 'vamos lá?' na costas. Um bom brigadeiro com avelãs pra começar.
Eita vidinha sem graça, não?
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Se for, foda-se. Como a mami me diria, "nós envelhecemos na cabeça, mais que no corpo"; talvez seja novamente os sintomas de senilidade me assolando a alma. Mas ainda não cheguei no estágio de alugar Mazzaroppi e congêneres pra ter um pouco mais de diversão. Nem tanto.
O que me dá umas ruguinhas de preocupação (além das outras que já despontam; não sou cega) são as constantes e poderosas oscilações de humor das quais sou invariavelmente acometida. Por isso que procuro fazer o mais prazeroso quando a tormenta ainda não chegou e passarinhos tilitam a minha mente. Lalá, lalá, lalá. É melhor compartilhar esse tipo de sentimento, sabe?
Mas eu não posso bancar a ignorante comigo. Hoje é, sim, domingo. E está faltando um monte de coisa aqui pro meu dia ficar realmente lindo, pô.
E essas baixas só via teléfono.Caramba.
Alguém podia ter a brilhante idéia de inventar telegramas humanos. É.
Um brigadeiro pela iniciativa, ok?
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random: Lost cause ― Beck
29.3.03
E a vida continua.
Reabastecida, claro
Hoje foi dia de carnificina - na churrasqueira, não nas mãos daquele médico psicopata-e-açougueiro. Te pegueei! (clique aqui para rir)
Agora só falta provar a beca, usá-la (com aquela faixa vermelho-sangue horrêvel) e resgatar o canudo de mãos administrativas.
..............
Meu fígado, enfim, dá mostras de que tem se tornado um menino obediente. Isso aí, mamãe gostou de ver!
(a bem da verdade que as resistências me causam um certo calafrio...)
..............
Parabéns à titi "oito anos mais velha" (cansei de ouvir a ladainha), jeito de irmã primogênita. Ainda bem que ela não lê as baboseiras que eu escrevo aqui (espero que odeie Google e afins, tbm), ou invocaria ainda de ser minha ombudsman. Iooou
Parabéns 2 ao Gui, este ser estranho, insistente do caramba e gente finíssima, com toda essa "estranheza". he.
..............
random: Egüinha Pocotó, Dança da Mãozinha, Ragatanga
e mais uma série de pérolas que a memória fez o misericordioso favor de esquecer.
Mala-gradecida!
Reabastecida, claro
Hoje foi dia de carnificina - na churrasqueira, não nas mãos daquele médico psicopata-e-açougueiro. Te pegueei! (clique aqui para rir)
Agora só falta provar a beca, usá-la (com aquela faixa vermelho-sangue horrêvel) e resgatar o canudo de mãos administrativas.
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Meu fígado, enfim, dá mostras de que tem se tornado um menino obediente. Isso aí, mamãe gostou de ver!
(a bem da verdade que as resistências me causam um certo calafrio...)
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Parabéns à titi "oito anos mais velha" (cansei de ouvir a ladainha), jeito de irmã primogênita. Ainda bem que ela não lê as baboseiras que eu escrevo aqui (espero que odeie Google e afins, tbm), ou invocaria ainda de ser minha ombudsman. Iooou
Parabéns 2 ao Gui, este ser estranho, insistente do caramba e gente finíssima, com toda essa "estranheza". he.
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random: Egüinha Pocotó, Dança da Mãozinha, Ragatanga
e mais uma série de pérolas que a memória fez o misericordioso favor de esquecer.
Mala-gradecida!
28.3.03
It's all right
Dizem que felicidade é bom quando encontrada nas pequenas coisas, verdade? Não vou discordar. Deve ser mesmo ótimo você dever até as calças, ser traído pelo grande amor da sua vida, comer aquela trufa de maracujá bichada e, ainda assim, achar graciosas as garridas pombas que insistem em cruzar o seu caminho munidas de uma poderosa e certeira cloaca. E o melhor: você sorri para elas e agradece o dom da visão para contemplar cenário tão inspirador. Ah, o outono em nossos corações de marmota...
(nota: a seqüência é me-ra-men-te ilustrativa, graças a Deus)
Entretanto, em verdade, em verdade vos digo: isso é bom, mas nada melhor que se sentir feliz por algo que realmente lhe enche os olhos, custa um preço alto (vocês entenderam a conotação); enfim, daquilo que não é um mero detalhe no dia-a-dia sedento por um sorriso, que seja.
Quem acompanha este blog, assídua ou vezenquandamente (ihuu, professor Pasquale, me pega!), sabe do que estou falando. A ausência desses dias foi uma gosma de preguiça embasbacada da qual até agora penso não ter tido a real dimensão. Isso aí. Eu olhava meu filho e não lhe dava o devido valor; talvez por me lembrar das n dificuldades que enfrentei ao longo destes meses, para realizá-lo; talvez por simplesmente achar detalhes demais a serem consertados, suprimidos ou inseridos. Capítulos de dois dias, capítulos de duas semanas, noites de meia hora de sono, despedidas importantes (e a sensação nada inspiradora que fica depois delas), compreensão de uns, incompreensão de outros. Torcida de gente que eu mal conheço, mas que me parece tão próxima...
Resumindo (oh, a Janaina resumindo??), pequenos infantes que não vêem Xuxa, a quarentona, é o seguinte:
* Jornalistas Sob Controle - A Censura à imprensa de Londrina no Governo Militar Pós-64 foi apresentado, aprovadíssimo e tirou das minhas costas a charrete de paralelepípedos que eu sentia estar carregando, em certos momentos. "Tudo vale a pena, se a alma não é pequena", não? Pois bem, a minha está revigorada e do tamanho dum jogador de basquete (a alma, não o ego, ok?).
* A nível de perspectiva, enquanto futuro, a título de realização profissional, o livro-reportagem recebeu a indicação para ser publicado; isso vai acontecer depois de uma segunda revisão e edição.
Sem demagogia, até porque não uso esse espaço para mentir ou ludibriar quem gasta seu precioso tempo lendo-o (rárárá), a notícia é antes um relato emocionado (vocês não viram nada...) que um álibi para me vangloriar. Foi legal, extremamente foda, e mais foda ainda ouvir os gritos loucos da minha mãe, ao celular, dizendo que "já sabia" da nota e talz. Tá.
* Deliciosamente estranho, tudo isso. E a consciência leve é uma sensação inigualável. Desejo a você essa coisa assim, serelepe. E que seja eterna enquanto dure = )
Uou, que hoje eu tô ótima na seção "Plagie seu poeta predileto", affeee
................................................
As expressões de incerteza de alguns colegas em busca de trampo, ou mesmo eu não poder me afirmar nem estudante, nem jornalista independente (de quem você entender), contudo, me fincam os dois pés ao chão. A tarefa (ou 'selva', dizem uns) começa mesmo agora.
Tudo bem, eu não acredito mesmo mais em coelho da Páscoa, nem em que a galinha bota ovo por debaixo da asa...
Nesse caso, talvez a consciência pese por eu não ter escolhido a carreira política, hehe
*
Nota mental: surpresas agradáveis e um puta companheirismo na apresentação me abriram novamente os olhos.
................................................
random: Here comes the sun — Beatles
Dizem que felicidade é bom quando encontrada nas pequenas coisas, verdade? Não vou discordar. Deve ser mesmo ótimo você dever até as calças, ser traído pelo grande amor da sua vida, comer aquela trufa de maracujá bichada e, ainda assim, achar graciosas as garridas pombas que insistem em cruzar o seu caminho munidas de uma poderosa e certeira cloaca. E o melhor: você sorri para elas e agradece o dom da visão para contemplar cenário tão inspirador. Ah, o outono em nossos corações de marmota...
(nota: a seqüência é me-ra-men-te ilustrativa, graças a Deus)
Entretanto, em verdade, em verdade vos digo: isso é bom, mas nada melhor que se sentir feliz por algo que realmente lhe enche os olhos, custa um preço alto (vocês entenderam a conotação); enfim, daquilo que não é um mero detalhe no dia-a-dia sedento por um sorriso, que seja.
Quem acompanha este blog, assídua ou vezenquandamente (ihuu, professor Pasquale, me pega!), sabe do que estou falando. A ausência desses dias foi uma gosma de preguiça embasbacada da qual até agora penso não ter tido a real dimensão. Isso aí. Eu olhava meu filho e não lhe dava o devido valor; talvez por me lembrar das n dificuldades que enfrentei ao longo destes meses, para realizá-lo; talvez por simplesmente achar detalhes demais a serem consertados, suprimidos ou inseridos. Capítulos de dois dias, capítulos de duas semanas, noites de meia hora de sono, despedidas importantes (e a sensação nada inspiradora que fica depois delas), compreensão de uns, incompreensão de outros. Torcida de gente que eu mal conheço, mas que me parece tão próxima...
Resumindo (oh, a Janaina resumindo??), pequenos infantes que não vêem Xuxa, a quarentona, é o seguinte:
* Jornalistas Sob Controle - A Censura à imprensa de Londrina no Governo Militar Pós-64 foi apresentado, aprovadíssimo e tirou das minhas costas a charrete de paralelepípedos que eu sentia estar carregando, em certos momentos. "Tudo vale a pena, se a alma não é pequena", não? Pois bem, a minha está revigorada e do tamanho dum jogador de basquete (a alma, não o ego, ok?).
* A nível de perspectiva, enquanto futuro, a título de realização profissional, o livro-reportagem recebeu a indicação para ser publicado; isso vai acontecer depois de uma segunda revisão e edição.
Sem demagogia, até porque não uso esse espaço para mentir ou ludibriar quem gasta seu precioso tempo lendo-o (rárárá), a notícia é antes um relato emocionado (vocês não viram nada...) que um álibi para me vangloriar. Foi legal, extremamente foda, e mais foda ainda ouvir os gritos loucos da minha mãe, ao celular, dizendo que "já sabia" da nota e talz. Tá.
* Deliciosamente estranho, tudo isso. E a consciência leve é uma sensação inigualável. Desejo a você essa coisa assim, serelepe. E que seja eterna enquanto dure = )
Uou, que hoje eu tô ótima na seção "Plagie seu poeta predileto", affeee
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As expressões de incerteza de alguns colegas em busca de trampo, ou mesmo eu não poder me afirmar nem estudante, nem jornalista independente (de quem você entender), contudo, me fincam os dois pés ao chão. A tarefa (ou 'selva', dizem uns) começa mesmo agora.
Tudo bem, eu não acredito mesmo mais em coelho da Páscoa, nem em que a galinha bota ovo por debaixo da asa...
Nesse caso, talvez a consciência pese por eu não ter escolhido a carreira política, hehe
*
Nota mental: surpresas agradáveis e um puta companheirismo na apresentação me abriram novamente os olhos.
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random: Here comes the sun — Beatles
24.3.03
23.3.03
Contando até 10, até 100, até formar somatória
Coisas estranhas têm se passado aqui dentro, ante as circunstâncias futuras que avisto próximas. E o pior: não tenho a mínima noção de como lidar com elas sozinha. Isso é um desabafo, eu sei.
.........................................
Apontamentos inúteis sobre um fim de semana vazio
Não, não é mais uma seção autonálise que está começando, meus pequenos. Apenas algumas coisinhas que percebi neste dois dias demuita preguiça, ventinho gelado e TV, que me fez dormir no sabadão. Mais emocionante que isso, só Roberto Carlos cantando "Calhambeque" em versão remix. Axé, meu rei.
Mas vamos ao que (não) interessa:
- já percebeu que os "sete militares norte-americanos e dois britânicos"que morreram em confronto, no Iraque, foram notícia (certeza) até no cafundó brasileiro? E os milhares de civis iraquianos que estão morrendo: estes não têm alma?
Por isso que, apesar de tê-la estudado e criticado um monte, às vezes eu fico meio confusa com essa questão de autocensura. Hipócritas.
- ninguém deu um toque ao Pedro Bial (sim, o jornalista do Big Brother) pra trocar aqueles pijamas que ele tem usado? Coisa mais chinfrin.
(tá bom, to-tal-men-te descartável esse comentário)
- sabes onde fica a maior concentração de poodle branco de uma cidade em plena manhã de domingo? Na feira livre. Testado e confirmado. Dos 8 que eu vi hoje (né brinquedo nãão), o mais estranho, magricelo que daria dó (se não fosse poodle, ou pinsher > eca), levava a dona pra passear. Uma senhora duns 80 anos, vestidão de vó e tênis de neto no pé. Figura.
- (de novo a guerra; sorry, folks) àquelas propagandas anti-guerra, uma dúvida: "lutar pela paz" não é um pouco contraditório? Ahn?
- cada vez mais acho essa cidade uma extensão do Estado de SP. Ontem, os mais de 10 hinos (tranqüilo; daí pra mais) do Corinthians (salve!) que passaram tocando aqui na rua só corroboraram aquilo que todo estudante percebe quando aporta de lá pra cá. So far and so near.
- talvez uma das nuances paranaenses seja a infinidaaaade de nomes que esse povo me dá pra "fruta do conde" que eu conheço em terras paulistas. Dos que eu já vi, só me lembro da "pinha"."É que seca, aí vai pro pinheiro natalino, manja?" Uou. Adorei a explicação deste ser.
Quanta coisa interessante. Se essa maré estranha (que não passe duma TDM fiadamãe) avançar, prometo que desenvolvo cada ponto e parto de vez pro mestrado. Figas aí para o bem da humanidade, portanto. Seus filhos não merecem esse legado.
*
"Saudadezinha cadela, cuida para que não te tornes um fila com traços de pitbull", disse a pequena infante ao poltergeist que lhe ameaçava sob a cama.
..............................................
random: A Sorta Fairytale — Tori Amos
Coisas estranhas têm se passado aqui dentro, ante as circunstâncias futuras que avisto próximas. E o pior: não tenho a mínima noção de como lidar com elas sozinha. Isso é um desabafo, eu sei.
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Apontamentos inúteis sobre um fim de semana vazio
Não, não é mais uma seção autonálise que está começando, meus pequenos. Apenas algumas coisinhas que percebi neste dois dias demuita preguiça, ventinho gelado e TV, que me fez dormir no sabadão. Mais emocionante que isso, só Roberto Carlos cantando "Calhambeque" em versão remix. Axé, meu rei.
Mas vamos ao que (não) interessa:
- já percebeu que os "sete militares norte-americanos e dois britânicos"que morreram em confronto, no Iraque, foram notícia (certeza) até no cafundó brasileiro? E os milhares de civis iraquianos que estão morrendo: estes não têm alma?
Por isso que, apesar de tê-la estudado e criticado um monte, às vezes eu fico meio confusa com essa questão de autocensura. Hipócritas.
- ninguém deu um toque ao Pedro Bial (sim, o jornalista do Big Brother) pra trocar aqueles pijamas que ele tem usado? Coisa mais chinfrin.
(tá bom, to-tal-men-te descartável esse comentário)
- sabes onde fica a maior concentração de poodle branco de uma cidade em plena manhã de domingo? Na feira livre. Testado e confirmado. Dos 8 que eu vi hoje (né brinquedo nãão), o mais estranho, magricelo que daria dó (se não fosse poodle, ou pinsher > eca), levava a dona pra passear. Uma senhora duns 80 anos, vestidão de vó e tênis de neto no pé. Figura.
- (de novo a guerra; sorry, folks) àquelas propagandas anti-guerra, uma dúvida: "lutar pela paz" não é um pouco contraditório? Ahn?
- cada vez mais acho essa cidade uma extensão do Estado de SP. Ontem, os mais de 10 hinos (tranqüilo; daí pra mais) do Corinthians (salve!) que passaram tocando aqui na rua só corroboraram aquilo que todo estudante percebe quando aporta de lá pra cá. So far and so near.
- talvez uma das nuances paranaenses seja a infinidaaaade de nomes que esse povo me dá pra "fruta do conde" que eu conheço em terras paulistas. Dos que eu já vi, só me lembro da "pinha"."É que seca, aí vai pro pinheiro natalino, manja?" Uou. Adorei a explicação deste ser.
Quanta coisa interessante. Se essa maré estranha (que não passe duma TDM fiadamãe) avançar, prometo que desenvolvo cada ponto e parto de vez pro mestrado. Figas aí para o bem da humanidade, portanto. Seus filhos não merecem esse legado.
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"Saudadezinha cadela, cuida para que não te tornes um fila com traços de pitbull", disse a pequena infante ao poltergeist que lhe ameaçava sob a cama.
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random: A Sorta Fairytale — Tori Amos
22.3.03
Se correr o coelho te pega, se ficar, o ovo te come*
* da série Analogias Terríves Para um Sorriso Forçado
Prometi pra mim mesma que, este ano, não gastaria um cent comigo pra comprar ovo de Páscoa. Nai, nai, nai. Me recuso a gastar mais que 10 pilas em alguns mirrados gramas de chocolate.
Tudo bem, tem a surpresa dentro.
Mesmo assim.
Além do que, faz uns dois anos que a substância de cacau e eu não temos vivido mais aquele caso de amor tórrido.
Em compensação, se eu não como mais ovos (verdade, ainda tenho um Nescau bolinha versão 2002 na geladeira), agora os compro. Isso que dá ter aquelas primas mais novas me confundindo com "tia". Tá bem, eu me rendo, fazer o quê... Porque eu entendo vocês, pirralhas fofas! (apesar da mais novinha insistir nas rimas bestas com Ina-alguma-coisa, aff)
Saem os ovos, entram as ex-detestáveis colombas. Ressalva apenas para o fato de hoje haver as abençoadas, fabulosas e tudibom colombas de chocolate. Contraditório, né? Eu sei. Mas antes isso àquele gosto de essência de panetone que eu não suporto.
Gostando ou não das pelotas ocas, a lembrança que eu tenho delas é deveras saudosa. Talvez pela ingenuidade e poucas preocupações daqueles anos, talvez. Na noite de Páscoa, meus pais ajudavam a mim e a meu irmão a fazer os ninhos onde o orelhudo deixaria a preciosa espera da semana santa. Pra dar o toque mor de fantasia à coisa, minha mãe fazia pequenas pegadinhas de farinha, no chão - na minha imaginação de Alice, a fidelidade delas era simplesmente inquestionável.
Pois é, tudo isso passa, menos as velhotas de supermercado. Essas me perseguem há muito, e acho que outras e outras safras mais delas continuarão a fazê-lo. Só esta semana foram duas me interpelando sobre a bacalhoada de casa (que eu nem sei se vou provar!!) e sobre o bacalhau que elas estavam comprando. Bem-feito pra mim, que me aventurei pelo setor de frios quando deveria buscar coisas fora dali. Economize, sua tonta, ou doe pro Fome Zero (aaaaaaatchim).
Isso é para não dormires mais que 18 horas na tua vida, disse O Criador à fariséia vagal.
Não, não ando me automedicando, ou tentando entrar pralgum ranking de sono profundo.
....................................................
E pensar que ainda falta quase um mês pra essa coisa toda. Foda.
E um mês pra um reencontro rápido que precisaria de alguns dias e horas mais. Ibidem.
Enquanto isso, lá fora, o inverno vem me dar os primeiros tapinhas. Porque o desse ano vai ser dose pra leão e macaco louco.
Só espero que, até lá, algo de muito bom me aconteça pra eu dizer que estava enganada. O que, pelo menos, eu esteja aquecida de uma forma que coberta nenhuma dá jeito.
....................................................
random: Help! - Beatles
* da série Analogias Terríves Para um Sorriso Forçado
Prometi pra mim mesma que, este ano, não gastaria um cent comigo pra comprar ovo de Páscoa. Nai, nai, nai. Me recuso a gastar mais que 10 pilas em alguns mirrados gramas de chocolate.
Tudo bem, tem a surpresa dentro.
Mesmo assim.
Além do que, faz uns dois anos que a substância de cacau e eu não temos vivido mais aquele caso de amor tórrido.
Em compensação, se eu não como mais ovos (verdade, ainda tenho um Nescau bolinha versão 2002 na geladeira), agora os compro. Isso que dá ter aquelas primas mais novas me confundindo com "tia". Tá bem, eu me rendo, fazer o quê... Porque eu entendo vocês, pirralhas fofas! (apesar da mais novinha insistir nas rimas bestas com Ina-alguma-coisa, aff)
Saem os ovos, entram as ex-detestáveis colombas. Ressalva apenas para o fato de hoje haver as abençoadas, fabulosas e tudibom colombas de chocolate. Contraditório, né? Eu sei. Mas antes isso àquele gosto de essência de panetone que eu não suporto.
Gostando ou não das pelotas ocas, a lembrança que eu tenho delas é deveras saudosa. Talvez pela ingenuidade e poucas preocupações daqueles anos, talvez. Na noite de Páscoa, meus pais ajudavam a mim e a meu irmão a fazer os ninhos onde o orelhudo deixaria a preciosa espera da semana santa. Pra dar o toque mor de fantasia à coisa, minha mãe fazia pequenas pegadinhas de farinha, no chão - na minha imaginação de Alice, a fidelidade delas era simplesmente inquestionável.
Pois é, tudo isso passa, menos as velhotas de supermercado. Essas me perseguem há muito, e acho que outras e outras safras mais delas continuarão a fazê-lo. Só esta semana foram duas me interpelando sobre a bacalhoada de casa (que eu nem sei se vou provar!!) e sobre o bacalhau que elas estavam comprando. Bem-feito pra mim, que me aventurei pelo setor de frios quando deveria buscar coisas fora dali. Economize, sua tonta, ou doe pro Fome Zero (aaaaaaatchim).
Isso é para não dormires mais que 18 horas na tua vida, disse O Criador à fariséia vagal.
Não, não ando me automedicando, ou tentando entrar pralgum ranking de sono profundo.
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E pensar que ainda falta quase um mês pra essa coisa toda. Foda.
E um mês pra um reencontro rápido que precisaria de alguns dias e horas mais. Ibidem.
Enquanto isso, lá fora, o inverno vem me dar os primeiros tapinhas. Porque o desse ano vai ser dose pra leão e macaco louco.
Só espero que, até lá, algo de muito bom me aconteça pra eu dizer que estava enganada. O que, pelo menos, eu esteja aquecida de uma forma que coberta nenhuma dá jeito.
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random: Help! - Beatles
21.3.03
Congratulations
ao Fer e ao Thom pela conquista desta sexta-feira, após quatro (mais uns meses) anos de labuta permeados por greves intermináveis, professores picaretas (e, raríssimos, nem tanto) e mais uma pá de coisa que não daria pra escrever tudo num post só.
E ao Zé, que finisha a parte dele daqui umas horinhas.
............................................
Orgulho de vocês, moçada. Força daqui pra frente e, claro!, muito juízo. Sabem como é essa história de sucesso subir à cabeça, né? hehe
*
ao Fer e ao Thom pela conquista desta sexta-feira, após quatro (mais uns meses) anos de labuta permeados por greves intermináveis, professores picaretas (e, raríssimos, nem tanto) e mais uma pá de coisa que não daria pra escrever tudo num post só.
E ao Zé, que finisha a parte dele daqui umas horinhas.
............................................
Orgulho de vocês, moçada. Força daqui pra frente e, claro!, muito juízo. Sabem como é essa história de sucesso subir à cabeça, né? hehe
*
20.3.03
Pra tirar um pouco a poeira e o lamaçal
Ia falar tanta coisa, mas esse clima de “a guerra está pra começar” apressou minha TDM e encheu o saco que eu não tenho. George Bush, seu filho da puta, idiota, bobo e feio.
Desculpem a tecla suja. Mas, pra minha concepção de liberdade, ele merece. E deixa eu parar por aqui, antes que me confundam com aqueles futuros cientistas sociais mais psicóticos, cumpanhêro.
O pior é o JN dando uma “análise” do caso dizendo que o motivo desta guerra é o blábláblá de terrorismo. Conversa pra americano dormir, faça-me o favor.
....................................
Pois é. Como me disse ontem (ontem?) a Fernanda, “agora a gente volta a viver”. De fato, depois de duas noites inteiras sem dormir e outras tantas de duas, três horas de sono, mais um cartucho inteiro gasto à toa (configure as monografias para A4, sua Anta), faleci ontem por merecidíssimas 15 horas de sono. O corpo e a mente (coitada, virou angu sem caroço) agradeceram muito hoje, apesar das meninas aqui em casa ficarem preocupadas e pensarem em ligar pra minha mãe, a alguns muitos quilômetros daqui. “A gente achou que você tava em coma, de verdade”. Hahaha....preciso me internar vezenquando, mesmo.
* E, Ana: sim, eu tô precisando mesmo dumas férias. O Rio (ê, diliça) que me aguarde, “um dia”.
No meu primeiro dia de liberdade eu resolvi fazer algo que há alguns anos não fazia: peguei matinê no cinema. Pode soar meio tosco, mas pra mim esse era o sonho inicial no pós-tcc. Depois eu retomo as atividades (t)físicas, ainda mais que acabo de descobrir que a academia abrirá aulas de dança, que bom. Tchá tchá tchá, agora a bandeira vem em dose dupla. E segurando um mico lindo nas mãos, hohoho.
...................................
Le Pianiste, by Roman Polanski
Que Palme D’Or em Cannes; que sete indicações ao (palhaço do) Oscar, que nada. Nenhum desses títulos me impressionaria mais que ver ao filme e conferir trilha e fotografia belíssimas. E numa sala com meia dúzia de gatos pingados, coisa boa.
Um apontamento sur le film, apenas-e-tão-somente: eu não tenho MESMO do que reclamar da vida, nem você. Achava que tinha sido uma judia (ou algo do tipo) em outra vida (sai, papo de reencarnação), mas hoje tive certeza que não. Ou seria muito amarga, no mínimo.
E digo que só não fiquei com mais raiva do povo alemão porque sei que Hitler (assim como Bush, mas com bigodinho) era um lunático (sim, ele me contou!), e porque tenho a couple of two double friends alemães, a Charlotte e o Hanz, que contrariam totalmente esse rótulo besta.
O pitoresco ficou por conta da galerinha suuper da hora que eu peguei na saída do cinema. Shopping lotado, média de idade por volta dos 15 anos e algum cheiro de leite no ar. O mais cabicêra (fala sério!) foi ver um casal de paquerinhas se comunicando via celular, separado apenas pela praça de alimentação. É, filha, te cuida com a aposentadoria. Coroca.
...................................
Seboso
Não, não falarei dos hippies que emporcalham a Praça da Bandeira com aquele cheiro de xixi, suor, lágrimas (dos hippie babies) e paz-e-amor no ar. Asco. Nojo e aflição maiores ainda daqueles ossos atravessados na orelha, aff elevado à quinta.
Isso porque eu não ia falar dos tais, né?
O seboso em questão era outro. Entrei pra ver, pela trocentézima nona vez só neste ano, se havia chegado o Ilusões Perdidas, do Balzac. Se você for de Londrina e por um acaaaaso souber de quem esteja vendendo, agradeço a information.
Lá pro final da loja, num setor mais escondido, uma senhora duns 50 e poucos anos (isso porque ela não usa Havon!) lia um exemplar de Sabrina, ao banquinho, que eu vi. No setor de Comunicação/Jornalismo (veja bem o nome, héin), alguns exemplares de O Noviço (pô, ainda se fosse O Foca...) e O Teatro de Nelson Rodrigues me gritavam que algo estava errado. Depois de pegar nas mãos “O espírito sopra onde quer” (?!) e “O conhecimento inútil”, tive medo. Olhei para os lados, cocei a cabeça, rezei um Pai-Nosso e saí de fino. Lugar mais estranho.
...................................
Nada menos que 8 (oito) pessoas me perguntaram as horas hoje. Qualé?
...................................
Chega por hoje. Acho que deu pra espantar o tédio em escrever no blog, passados 2/3 da minhas atribulações de pré-formanda.
...................................
Meus agradecimentos mais sinceros (e, oh, mais formais) aos chineses e chinesas que tiveram saco em visitar esta azulada página mesmo em tempos de secura (a qual, aliás, não foi verificada nos comments, hehe).
Post mortem:
A guerra começou. O palhação texano acaba de dizer que está “levando a liberdade a outras pessoas”. E eu, uma mensagem de carinho a ele e aos 67% dos norte-americanos que o apoiaram:
I wish God damn you all
Expressãozinha que, por sinal, eles se proíbem, por uma questão de hipocrisia (Deus tudo sabe, tudo vê, sabe?). Viva a liberdade de expressão, bando de putos!
...................................
random: Come home — James
Ia falar tanta coisa, mas esse clima de “a guerra está pra começar” apressou minha TDM e encheu o saco que eu não tenho. George Bush, seu filho da puta, idiota, bobo e feio.
Desculpem a tecla suja. Mas, pra minha concepção de liberdade, ele merece. E deixa eu parar por aqui, antes que me confundam com aqueles futuros cientistas sociais mais psicóticos, cumpanhêro.
O pior é o JN dando uma “análise” do caso dizendo que o motivo desta guerra é o blábláblá de terrorismo. Conversa pra americano dormir, faça-me o favor.
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Pois é. Como me disse ontem (ontem?) a Fernanda, “agora a gente volta a viver”. De fato, depois de duas noites inteiras sem dormir e outras tantas de duas, três horas de sono, mais um cartucho inteiro gasto à toa (configure as monografias para A4, sua Anta), faleci ontem por merecidíssimas 15 horas de sono. O corpo e a mente (coitada, virou angu sem caroço) agradeceram muito hoje, apesar das meninas aqui em casa ficarem preocupadas e pensarem em ligar pra minha mãe, a alguns muitos quilômetros daqui. “A gente achou que você tava em coma, de verdade”. Hahaha....preciso me internar vezenquando, mesmo.
* E, Ana: sim, eu tô precisando mesmo dumas férias. O Rio (ê, diliça) que me aguarde, “um dia”.
No meu primeiro dia de liberdade eu resolvi fazer algo que há alguns anos não fazia: peguei matinê no cinema. Pode soar meio tosco, mas pra mim esse era o sonho inicial no pós-tcc. Depois eu retomo as atividades (t)físicas, ainda mais que acabo de descobrir que a academia abrirá aulas de dança, que bom. Tchá tchá tchá, agora a bandeira vem em dose dupla. E segurando um mico lindo nas mãos, hohoho.
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Le Pianiste, by Roman Polanski
Que Palme D’Or em Cannes; que sete indicações ao (palhaço do) Oscar, que nada. Nenhum desses títulos me impressionaria mais que ver ao filme e conferir trilha e fotografia belíssimas. E numa sala com meia dúzia de gatos pingados, coisa boa.
Um apontamento sur le film, apenas-e-tão-somente: eu não tenho MESMO do que reclamar da vida, nem você. Achava que tinha sido uma judia (ou algo do tipo) em outra vida (sai, papo de reencarnação), mas hoje tive certeza que não. Ou seria muito amarga, no mínimo.
E digo que só não fiquei com mais raiva do povo alemão porque sei que Hitler (assim como Bush, mas com bigodinho) era um lunático (sim, ele me contou!), e porque tenho a couple of two double friends alemães, a Charlotte e o Hanz, que contrariam totalmente esse rótulo besta.
O pitoresco ficou por conta da galerinha suuper da hora que eu peguei na saída do cinema. Shopping lotado, média de idade por volta dos 15 anos e algum cheiro de leite no ar. O mais cabicêra (fala sério!) foi ver um casal de paquerinhas se comunicando via celular, separado apenas pela praça de alimentação. É, filha, te cuida com a aposentadoria. Coroca.
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Seboso
Não, não falarei dos hippies que emporcalham a Praça da Bandeira com aquele cheiro de xixi, suor, lágrimas (dos hippie babies) e paz-e-amor no ar. Asco. Nojo e aflição maiores ainda daqueles ossos atravessados na orelha, aff elevado à quinta.
Isso porque eu não ia falar dos tais, né?
O seboso em questão era outro. Entrei pra ver, pela trocentézima nona vez só neste ano, se havia chegado o Ilusões Perdidas, do Balzac. Se você for de Londrina e por um acaaaaso souber de quem esteja vendendo, agradeço a information.
Lá pro final da loja, num setor mais escondido, uma senhora duns 50 e poucos anos (isso porque ela não usa Havon!) lia um exemplar de Sabrina, ao banquinho, que eu vi. No setor de Comunicação/Jornalismo (veja bem o nome, héin), alguns exemplares de O Noviço (pô, ainda se fosse O Foca...) e O Teatro de Nelson Rodrigues me gritavam que algo estava errado. Depois de pegar nas mãos “O espírito sopra onde quer” (?!) e “O conhecimento inútil”, tive medo. Olhei para os lados, cocei a cabeça, rezei um Pai-Nosso e saí de fino. Lugar mais estranho.
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Nada menos que 8 (oito) pessoas me perguntaram as horas hoje. Qualé?
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Chega por hoje. Acho que deu pra espantar o tédio em escrever no blog, passados 2/3 da minhas atribulações de pré-formanda.
...................................
Meus agradecimentos mais sinceros (e, oh, mais formais) aos chineses e chinesas que tiveram saco em visitar esta azulada página mesmo em tempos de secura (a qual, aliás, não foi verificada nos comments, hehe).
Post mortem:
A guerra começou. O palhação texano acaba de dizer que está “levando a liberdade a outras pessoas”. E eu, uma mensagem de carinho a ele e aos 67% dos norte-americanos que o apoiaram:
I wish God damn you all
Expressãozinha que, por sinal, eles se proíbem, por uma questão de hipocrisia (Deus tudo sabe, tudo vê, sabe?). Viva a liberdade de expressão, bando de putos!
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random: Come home — James
17.3.03
Orpheu - Fernando Pessoa
Só quem puder obter a estupidez
Ou a loucura pode ser feliz.
Buscar, querer, amar...tudo isto diz.
Perder, chorar, sofrer, vez após vez.
A estupidez achou sempre o que quis
Do círculo banal de sua avidez;
Nunca aos loucos o engano se desfez
Com quem um falso mundo seu condiz”.
..............................
Apenas mais algumas horinhas, Jesus.Valei-me.
Só quem puder obter a estupidez
Ou a loucura pode ser feliz.
Buscar, querer, amar...tudo isto diz.
Perder, chorar, sofrer, vez após vez.
A estupidez achou sempre o que quis
Do círculo banal de sua avidez;
Nunca aos loucos o engano se desfez
Com quem um falso mundo seu condiz”.
..............................
Apenas mais algumas horinhas, Jesus.Valei-me.
10.3.03
Afeganistão entra na era da Internet
Fonte: Terra Informática
O Afeganistão entrou oficialmente hoje na era da Internet com a inauguração de dois sites com o domínio .af, informou o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
Trata-se de uma "ruptura com o passado" do Afeganistão, afirmou o PNUD, lembrando que no regime Talibã o acesso à internet era proibido com tanto rigor que quem mandasse um e-mail ou acessasse um site podia ser "condenado à execução".
.................................
Depois dessa eu pensei até em ir embora almoçar.
Engraçado esse domínio meio abaianado, mais c'est pas mal.
Fonte: Terra Informática
O Afeganistão entrou oficialmente hoje na era da Internet com a inauguração de dois sites com o domínio .af, informou o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
Trata-se de uma "ruptura com o passado" do Afeganistão, afirmou o PNUD, lembrando que no regime Talibã o acesso à internet era proibido com tanto rigor que quem mandasse um e-mail ou acessasse um site podia ser "condenado à execução".
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Depois dessa eu pensei até em ir embora almoçar.
Engraçado esse domínio meio abaianado, mais c'est pas mal.
Certas coisas só não são perfeitas porque
1- Não vêm em dose dupla;
2-Não vão mudar em nada o fato de vc ter de acordar cedo pra trabalhar.
Lerêê..........
1- Não vêm em dose dupla;
2-Não vão mudar em nada o fato de vc ter de acordar cedo pra trabalhar.
Lerêê..........
9.3.03
Cada um faz do seu blog o que bem entender, mas confesso que transcrição de e-mail não faz meu tipo. Coisa mais sem criatividade...
* But *, como para toda regra tem uma exceção, segue este q recebi ontem. Pelo jeito essa égua tem futuro, meus filhos...
.....................................
"VESTIBULAR UNICAMP 2.046 - PROVA DE LITERATURA BRASILEIRA
1. Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO
ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVAM A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
a) A forma adotada pelo autor do texto leva o leitor a uma reflexão crítica a cerca de alguns elementos do estilo literário da época, ao mesmo tempo em que insere temáticas dotadas de valor universal. Assinale a passagem em que o autor expressa com maior intensidade este dualismo. Identifique a figura de linguagem adotada.
b) Ao idealizar em um mesmo patamar, personagens que até o momento só haviam sido tratados com a devida separação de classes, coloca o autor o "jumento e o cavalinho" como uma paródia da realidade social do país na época. O brilhantismo desta visão crítica é destacado por expressões que para um leitor menos atento podem parecer erros gramaticais, mas que na verdade geraram uma nova aplicabilidade da língua portuguesa. Identifique estes trechos e as inovações gramaticais por eles introduzidos.
c) Eleita como acompanhante nos passeios dos dois protagonistas, a Égua Pocotó rompe a solidão até então predominante no panorama urbano estabelecido. Mais do que um triângulo amoroso convencional, o autor atribui aos personagens um status que transcende a natureza metafísica convencional. Emerge então o caráter feminino, no auge de sua auto-afirmação como contraponto ao pansexualismo. Descreva o papel da Égua Pocotó como elemento de instabilidade no equilíbrio social do início do século XXI.
d) O texto de Mc Serginho, precursor do movimento literário-cultural denominado pocotoismo, propõe uma nova métrica e abordagem ao texto poético. Alguns críticos da época chegaram a compará-lo à "pedra no caminho" de Drummond, um poeta de menor importância no século XX, injustiça revertida mais tarde com a identificação da sua efetiva quebra de paradigma literário. Compare o estilo da obra de Mc Serginho com os autores clássicos do século XX e justifique a relevância de sua obra."
* But *, como para toda regra tem uma exceção, segue este q recebi ontem. Pelo jeito essa égua tem futuro, meus filhos...
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"VESTIBULAR UNICAMP 2.046 - PROVA DE LITERATURA BRASILEIRA
1. Leia o trecho do poema abaixo e responda as questões:
"O JUMENTO E O CAVALINHO
ELES NUNCA ANDÃO SÓ
QUANDO SAI PRA PASSEAR LEVAM A ÉGUA POCOTÓ"
(Eguinha Pocotó, Mc Serginho, 2003)
a) A forma adotada pelo autor do texto leva o leitor a uma reflexão crítica a cerca de alguns elementos do estilo literário da época, ao mesmo tempo em que insere temáticas dotadas de valor universal. Assinale a passagem em que o autor expressa com maior intensidade este dualismo. Identifique a figura de linguagem adotada.
b) Ao idealizar em um mesmo patamar, personagens que até o momento só haviam sido tratados com a devida separação de classes, coloca o autor o "jumento e o cavalinho" como uma paródia da realidade social do país na época. O brilhantismo desta visão crítica é destacado por expressões que para um leitor menos atento podem parecer erros gramaticais, mas que na verdade geraram uma nova aplicabilidade da língua portuguesa. Identifique estes trechos e as inovações gramaticais por eles introduzidos.
c) Eleita como acompanhante nos passeios dos dois protagonistas, a Égua Pocotó rompe a solidão até então predominante no panorama urbano estabelecido. Mais do que um triângulo amoroso convencional, o autor atribui aos personagens um status que transcende a natureza metafísica convencional. Emerge então o caráter feminino, no auge de sua auto-afirmação como contraponto ao pansexualismo. Descreva o papel da Égua Pocotó como elemento de instabilidade no equilíbrio social do início do século XXI.
d) O texto de Mc Serginho, precursor do movimento literário-cultural denominado pocotoismo, propõe uma nova métrica e abordagem ao texto poético. Alguns críticos da época chegaram a compará-lo à "pedra no caminho" de Drummond, um poeta de menor importância no século XX, injustiça revertida mais tarde com a identificação da sua efetiva quebra de paradigma literário. Compare o estilo da obra de Mc Serginho com os autores clássicos do século XX e justifique a relevância de sua obra."
Só enquanto registro, a título de recordação, a nível de memória...
...pra mim. Que, velha (se o Blogspot não der pau antes), vou ler e dar risada das partes envolvidas. He, família de loucos...
Hoje (aliás, neste momento) fez uma semana que minha mãe, a mulher do meu pai, minha mãe, surpreendeu-me (oh, que estranho) com uma visitinha, assim, do nada. Louca* que só, deu "só uma adiantadinha na viagem", que seria no dia seguinte, durante o dia, e pegou a estrada noite alta, já. Ela e maninho, um homem lindo, 12 quilos mais magro (babem: em apenas UM mês) e, digamos, mais fortinho tbm. Milagres da musculação; mérito total da força de vontade dele. Show. "Pra sua formatura, Ina". Ah, vá ser fofo assim lá em casa. (snif)
Do carro da mami, suprimentos que, com toda a certeza, alimentariam umas quatro repúblicas aqui do prédio. Acho q o costumeiro sono (ou inadequação do momento, em linguagem científica) na voz, qdo me liga, deve estar sendo confundido com fome. Já expliquei, mas não adianta: a magreza é de raiva.
* uma mulher já passados os 40 se achar "gorda" com 55 quilos é mesmo um indício forte de loucura, nem vem.
Amo você, loucona.
...........................
Adiós, muchachos, hasta la mala vista. Putanos.
Eu quero ver o Dômine no Paparazzo, será que a Globo deixa?
...........................
* sigh *
O primeiro encontro de sábado via telefone. E um aperto danado aqui, mas com a certeza de que saudade é mesmo um sentimento revelador.
...........................
random: Come away with me - Norah Jones
(eu quero um carango igual ao desse clipe, eu quero.)
...pra mim. Que, velha (se o Blogspot não der pau antes), vou ler e dar risada das partes envolvidas. He, família de loucos...
Hoje (aliás, neste momento) fez uma semana que minha mãe, a mulher do meu pai, minha mãe, surpreendeu-me (oh, que estranho) com uma visitinha, assim, do nada. Louca* que só, deu "só uma adiantadinha na viagem", que seria no dia seguinte, durante o dia, e pegou a estrada noite alta, já. Ela e maninho, um homem lindo, 12 quilos mais magro (babem: em apenas UM mês) e, digamos, mais fortinho tbm. Milagres da musculação; mérito total da força de vontade dele. Show. "Pra sua formatura, Ina". Ah, vá ser fofo assim lá em casa. (snif)
Do carro da mami, suprimentos que, com toda a certeza, alimentariam umas quatro repúblicas aqui do prédio. Acho q o costumeiro sono (ou inadequação do momento, em linguagem científica) na voz, qdo me liga, deve estar sendo confundido com fome. Já expliquei, mas não adianta: a magreza é de raiva.
* uma mulher já passados os 40 se achar "gorda" com 55 quilos é mesmo um indício forte de loucura, nem vem.
Amo você, loucona.
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Adiós, muchachos, hasta la mala vista. Putanos.
Eu quero ver o Dômine no Paparazzo, será que a Globo deixa?
...........................
* sigh *
O primeiro encontro de sábado via telefone. E um aperto danado aqui, mas com a certeza de que saudade é mesmo um sentimento revelador.
...........................
random: Come away with me - Norah Jones
(eu quero um carango igual ao desse clipe, eu quero.)
8.3.03
It's very nice pra xuxu
Mundinho pequeno, sô! Numa daquelas reportagens de sábado que o Jornal Hoje exibe, sobre ritmos musicais, enfoque para o trance. Tut, tut, tut, tu tu tut...affe. Não é pra idosos, como diria o Rain Man, "definitivameeeente". Um dos entrevistados era justo o amigo mais caseiro-não-me-importune-com-festança-please do meu primo, em Sorocaba. Ou Soroca, cidade fofa. Vontade de voltar pra Soroca. E o Tiba, o sujeito, com o pé na lama, um bando de meninas em volta dançando e o cenário, deveras sugestivo (a paisagem de fundo era linda), mostrava por baixo o horário em que uma rave tava terminando. solzão na cara da moçada, ueeee
Zuzu zen (diria Montez), não fosse um clubber cabeludo (?!), numa daquelas frases de efeito que repórter adora pra encerrar matéria (blergh), dizer algo como "O trance é o woodstock moderno, uhuuuu!". Que Hendrix, Janis, Morrison, Dylan, Baez mais uma pá de gente que transpira música não te ouça, seu besta.
*
Afinal, quem se importa?
*
Acabei de ouvir que um dos (inúúmeros) cinemas daqui está com 50% de desconto (off pra você, Aldo Rebelo) nos ingressos de hoje pra mulherada. Queria ver a cara deles com uma caçarola de bibas exigindo a meia-entrada. Rá rá rá. Igualdade de direitos o caralh*, bando de papudos.
*
Momento felizi dum sábado ultragigamegaemocionante: a versão atualizada de "Retrato de um playboy", do Gabriel o Pensador. Não gosto de rap, estou comendo cotonete pro Eminem e uma bigorna quente pros Racionais. Mas pelo carioca eu tenho uma, hmm, simpatia. Depois da musiquinha porreta de hoje, um gesto de desagravo de minha parte, oras.
*
" Porque hoje é sábadu"
Sábadu, sábadu, sábadu, sabadabadu... hehe
Se fodeu, Dhomini. Hoje vc chora de verdade, porco esotérico.
E aquela japa que se cuide.
Porque assim disse o profeta Hizahíahs (após consultar 'aquela' numeróloga): "Podes preparar-te que, no dia de tua saída, todas as manifestações de mandinga serão revertidas para a pessoa dos assessores parlamentares acima dos 75 quilos"
Quero ver você engolir a pérola que deu pros outros, garanhão.
Mundinho pequeno, sô! Numa daquelas reportagens de sábado que o Jornal Hoje exibe, sobre ritmos musicais, enfoque para o trance. Tut, tut, tut, tu tu tut...affe. Não é pra idosos, como diria o Rain Man, "definitivameeeente". Um dos entrevistados era justo o amigo mais caseiro-não-me-importune-com-festança-please do meu primo, em Sorocaba. Ou Soroca, cidade fofa. Vontade de voltar pra Soroca. E o Tiba, o sujeito, com o pé na lama, um bando de meninas em volta dançando e o cenário, deveras sugestivo (a paisagem de fundo era linda), mostrava por baixo o horário em que uma rave tava terminando. solzão na cara da moçada, ueeee
Zuzu zen (diria Montez), não fosse um clubber cabeludo (?!), numa daquelas frases de efeito que repórter adora pra encerrar matéria (blergh), dizer algo como "O trance é o woodstock moderno, uhuuuu!". Que Hendrix, Janis, Morrison, Dylan, Baez mais uma pá de gente que transpira música não te ouça, seu besta.
*
Afinal, quem se importa?
*
Acabei de ouvir que um dos (inúúmeros) cinemas daqui está com 50% de desconto (off pra você, Aldo Rebelo) nos ingressos de hoje pra mulherada. Queria ver a cara deles com uma caçarola de bibas exigindo a meia-entrada. Rá rá rá. Igualdade de direitos o caralh*, bando de papudos.
*
Momento felizi dum sábado ultragigamegaemocionante: a versão atualizada de "Retrato de um playboy", do Gabriel o Pensador. Não gosto de rap, estou comendo cotonete pro Eminem e uma bigorna quente pros Racionais. Mas pelo carioca eu tenho uma, hmm, simpatia. Depois da musiquinha porreta de hoje, um gesto de desagravo de minha parte, oras.
*
" Porque hoje é sábadu"
Sábadu, sábadu, sábadu, sabadabadu... hehe
Se fodeu, Dhomini. Hoje vc chora de verdade, porco esotérico.
E aquela japa que se cuide.
Porque assim disse o profeta Hizahíahs (após consultar 'aquela' numeróloga): "Podes preparar-te que, no dia de tua saída, todas as manifestações de mandinga serão revertidas para a pessoa dos assessores parlamentares acima dos 75 quilos"
Quero ver você engolir a pérola que deu pros outros, garanhão.
Everyone thought it was a shame
Uau, mulherada, hoje é o nosso dia! Parabéns a todas, e ao meu amigo fofis, Marcelo, que estranhamente se gaba de soprar vel(h)inhas nesta sacrodata.
Sei não, hehe
*
Professor universitário é foda. Orientadores, então, podem se tornar seres foda-exponenciais. Nem acabei meu filho ainda (despachadas hj 70 pagininhas, já tirei uma das patas que pesava sobre meu ombro, credo) e ouço uma proposta de "vamos fazer o projeto de uma revista"? Pergunta na hora errada e com intenções claramente escravocrata-intimidatórias me deixam com uma pulga gorda atrás da orelha. Alguém tem racumim, detefon ou congêneres sobrando?
O detalhe foi ouvir as fofocas do porteiro sobre a distinta senhora. Minhas jabuticabas quase saltaram pra fora quando soube de tudo aquilo, tsc, tsc. Vem cá: tão me achando com cara de quê pra tanta intimidade, hã? Povo mais tonto.
*
Queria sugerir às otoridades deste país, companheiras, que o dia 8 de março fosse comemorado mais decentemente. A começar pela institucionalização de um feriado imune a plantões de quaisquer espécies, por favor. Além da distribuição de um cartão do Fome Zero pra cada uma.
Sim, vocês entenderam.
*
Acabo o post e vejo esse toque de recolher. It isn't toy, no!
*
random: Ursinho Pimpão - A Turma do Balão Mágico
(para crianças insones)
Uau, mulherada, hoje é o nosso dia! Parabéns a todas, e ao meu amigo fofis, Marcelo, que estranhamente se gaba de soprar vel(h)inhas nesta sacrodata.
Sei não, hehe
*
Professor universitário é foda. Orientadores, então, podem se tornar seres foda-exponenciais. Nem acabei meu filho ainda (despachadas hj 70 pagininhas, já tirei uma das patas que pesava sobre meu ombro, credo) e ouço uma proposta de "vamos fazer o projeto de uma revista"? Pergunta na hora errada e com intenções claramente escravocrata-intimidatórias me deixam com uma pulga gorda atrás da orelha. Alguém tem racumim, detefon ou congêneres sobrando?
O detalhe foi ouvir as fofocas do porteiro sobre a distinta senhora. Minhas jabuticabas quase saltaram pra fora quando soube de tudo aquilo, tsc, tsc. Vem cá: tão me achando com cara de quê pra tanta intimidade, hã? Povo mais tonto.
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Queria sugerir às otoridades deste país, companheiras, que o dia 8 de março fosse comemorado mais decentemente. A começar pela institucionalização de um feriado imune a plantões de quaisquer espécies, por favor. Além da distribuição de um cartão do Fome Zero pra cada uma.
Sim, vocês entenderam.
*
Acabo o post e vejo esse toque de recolher. It isn't toy, no!
*
random: Ursinho Pimpão - A Turma do Balão Mágico
(para crianças insones)
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