I'm back
da Páscoa mais triste nos últimos 23 anos. Espero que não tenha sido regra pra todo mundo, de coração.
Parece que quanto mais eu torço pras coisas darem certo, mais elas se tornam impossíveis; mais problemas surgem, menos eu consigo afirmar estar numa boa sem temer pela onda de otimismo que começa a se tornar estranhamente duradoura. Por isso que eu não uso aquela camiseta escrita FÉ nem que me paguem: seria muita cachorrada (e incoerência) comigo mesma.
.
Início (só ele) com chave de ouro, fechamento de feriadão com chave de lata. Com direito a trampo na sexta e hoje, que faz parte. E eu que abandonei a idéia de fazer Medicina (entre outros fatores com hemoglobina) porque queria ter uma vida "normal", mais ou menos como a dos meus pais, guardadas as devidas proporções. Rá, rá, rá.
........................
random: Here it comes – Doves
18.4.03
A g r a d e c i m e n t o
O busão (q do sobrenome igual, não traz vantagem nenhuma) me espera daqui uma hora. A mala toda por fazer, minha mãe perguntando se estou viva... Pois é, eu me atrasei de novo.
Mas não pra retribuir o desejo e desejar a todos uma ótima Páscoa, seja lá o que a data representar a cada um. Muito chocolate, peace and love, e muita malandragi. Fui!
O busão (q do sobrenome igual, não traz vantagem nenhuma) me espera daqui uma hora. A mala toda por fazer, minha mãe perguntando se estou viva... Pois é, eu me atrasei de novo.
Mas não pra retribuir o desejo e desejar a todos uma ótima Páscoa, seja lá o que a data representar a cada um. Muito chocolate, peace and love, e muita malandragi. Fui!
16.4.03
Como quisiera poder vivir sin vecinos
Meus vizinhos são estranhos. Os do andar de cima andam brincando de testar os nervos de seus semelhantes, mas são muito out pro meu gosto. Ê povo pra gostar dum tamanco, Disus.
Ainda dou uma voadora nesses barulhentos.
.......................................
Seis da manhã. Como de rotina, a pequena Janaina dorme seu sono profundo, permeado por sonhos dos mais estranhos, para não fugir às regras de Morpheu. Aliás, talvez isso explique o fato de ela tomar banho dormindo todos os dias.
Mas são seis da manhã. E essa informação não esta aqui por um acaso do destino. (A menos que estejais voltando da balada,) Que fazeis a essa hora, meus pequenos? Quê? Ahn? Dormis? Alones (sic) de marré deci, ou acompanhados, creio que a disposição nesse horário, ainda mais com o friozinho anunciado (eba), seja mesmo a de se afundar no cobertor e curtir os últimos instantes até que o pirracento do rádio-relógio comece a gritaria, aquele mal-amado.
Eis o meu início de dia. E as ¡seis da madrugada! de hoje seria novamente a merrrma diliça de sono, não fossem eles. Sim, os vizinhos – desta vez, os do andar de baixo (sugestivo, isso).
Um parágrafo de justiça, apenas-e-tão-somente: a culpa não é da vizinha em si, mas do querenzo que ela arrumou. Portanto, culpa de ambos!
“Alegando uma paixão ‘absurda e descabida’ pela estudante Clarisminda Acordante (nome fictício), o jovem Ariovaldo Canastra (idem) deu uma prova inusitada do sentimento, na madrugada desta quarta-feira, no centro de Londrina. Munido de um carro de som, um buquê de rosas vermelhas e uma enorme cara de pau, Canastra fez jus ao sobrenome e cantou a música ‘Carla’, da banda LS Jack, à namorada, que ainda dormia.
Os moradores do edifício, confusos com a barulheira, acabaram acordando e foram a platéia do mini show proporcionado pelo estudante. 'Pensei que fosse mais um dos meus sonhos estranhos, mas agora vejo que é um pesadelo’, afirmou, bastante transtornada, a jornalista Joaninha Gamela.
Terrorismo? – Pouco afeita a essas demonstrações em público (‘exagero de merda’, alfineta), ela promete vingança, mas não especifica que atitude pretende tomar contra aqueles que a fizeram, literalmente, madrugar.
Entretanto, nada de anormal havia acontecido até o fechamento desta reportagem. Nada, além de um forte cheiro de pólvora que vem daquele ponto da região central, avisam os Bombeiros. Nada, além de Canastra chegar à nossa redação reclamando de dores musculares, falta de ar, tosse seca e uma febre que já passa dos 38 graus.”
.......................................
Ai, que tédio. Vamos ver se isso passa vendo uns beijinhos, ahn, inusitados do Rodrigo Santoro em mais uma super-sessão-matinê para desocupados vespertinos e redundantes. O desconto é a qualidade da companhia – brigada, Disus!
.......................................
Você achou o humor negro de mau gosto? Que isso. Eu digo que estou em fase de aprendizado: gosto altamente duvidoso foi o da Folha, que pôs no destaque de hoje cedo a foto de um menininho iraquiano sem os dois braços. Sem curativos também, isso mesmo.
Nessas horas que eu me pergunto o que são
1-) Estômago forte (isso, de fato, eu desconheço)
2-) Ética profissional (apesar de “foca”, tenho uma noção minimamente decente e até careta disso)
.......................................
Até a volta, cumpadis. Que o coelho da Páscoa não os seqüestre antes do domingo, hehe
.......................................
random: Vivir sin aire * – Maná
* coerente ao meu estado emocional e à semana regada a tortilla, chilli hiperfuerte (aaah) y otras cositas más. É, agora Janaina é cozinheira – o bacalhau que me aguarde, aquele durango.
Meus vizinhos são estranhos. Os do andar de cima andam brincando de testar os nervos de seus semelhantes, mas são muito out pro meu gosto. Ê povo pra gostar dum tamanco, Disus.
Ainda dou uma voadora nesses barulhentos.
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Seis da manhã. Como de rotina, a pequena Janaina dorme seu sono profundo, permeado por sonhos dos mais estranhos, para não fugir às regras de Morpheu. Aliás, talvez isso explique o fato de ela tomar banho dormindo todos os dias.
Mas são seis da manhã. E essa informação não esta aqui por um acaso do destino. (A menos que estejais voltando da balada,) Que fazeis a essa hora, meus pequenos? Quê? Ahn? Dormis? Alones (sic) de marré deci, ou acompanhados, creio que a disposição nesse horário, ainda mais com o friozinho anunciado (eba), seja mesmo a de se afundar no cobertor e curtir os últimos instantes até que o pirracento do rádio-relógio comece a gritaria, aquele mal-amado.
Eis o meu início de dia. E as ¡seis da madrugada! de hoje seria novamente a merrrma diliça de sono, não fossem eles. Sim, os vizinhos – desta vez, os do andar de baixo (sugestivo, isso).
Um parágrafo de justiça, apenas-e-tão-somente: a culpa não é da vizinha em si, mas do querenzo que ela arrumou. Portanto, culpa de ambos!
“Alegando uma paixão ‘absurda e descabida’ pela estudante Clarisminda Acordante (nome fictício), o jovem Ariovaldo Canastra (idem) deu uma prova inusitada do sentimento, na madrugada desta quarta-feira, no centro de Londrina. Munido de um carro de som, um buquê de rosas vermelhas e uma enorme cara de pau, Canastra fez jus ao sobrenome e cantou a música ‘Carla’, da banda LS Jack, à namorada, que ainda dormia.
Os moradores do edifício, confusos com a barulheira, acabaram acordando e foram a platéia do mini show proporcionado pelo estudante. 'Pensei que fosse mais um dos meus sonhos estranhos, mas agora vejo que é um pesadelo’, afirmou, bastante transtornada, a jornalista Joaninha Gamela.
Terrorismo? – Pouco afeita a essas demonstrações em público (‘exagero de merda’, alfineta), ela promete vingança, mas não especifica que atitude pretende tomar contra aqueles que a fizeram, literalmente, madrugar.
Entretanto, nada de anormal havia acontecido até o fechamento desta reportagem. Nada, além de um forte cheiro de pólvora que vem daquele ponto da região central, avisam os Bombeiros. Nada, além de Canastra chegar à nossa redação reclamando de dores musculares, falta de ar, tosse seca e uma febre que já passa dos 38 graus.”
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Ai, que tédio. Vamos ver se isso passa vendo uns beijinhos, ahn, inusitados do Rodrigo Santoro em mais uma super-sessão-matinê para desocupados vespertinos e redundantes. O desconto é a qualidade da companhia – brigada, Disus!
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Você achou o humor negro de mau gosto? Que isso. Eu digo que estou em fase de aprendizado: gosto altamente duvidoso foi o da Folha, que pôs no destaque de hoje cedo a foto de um menininho iraquiano sem os dois braços. Sem curativos também, isso mesmo.
Nessas horas que eu me pergunto o que são
1-) Estômago forte (isso, de fato, eu desconheço)
2-) Ética profissional (apesar de “foca”, tenho uma noção minimamente decente e até careta disso)
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Até a volta, cumpadis. Que o coelho da Páscoa não os seqüestre antes do domingo, hehe
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random: Vivir sin aire * – Maná
* coerente ao meu estado emocional e à semana regada a tortilla, chilli hiperfuerte (aaah) y otras cositas más. É, agora Janaina é cozinheira – o bacalhau que me aguarde, aquele durango.
8.4.03
. 2
Tem coisas que gostaria de escrever aqui, mas não posso.
*
Das pernas bambas a um imenso desânimo, falta de horizonte, arrefecimento d'alma, sei lá o quê: como eu já disse, oscilações de humor são coisas difíceis com as quais se lidar. Ainda mais quando elas têm um propósito bem alicerçado naquilo que é gelidamente concreto. Ainda mais quando elas antevêem um futuro medíocre, indesejado até debaixo d'água.
Exagero meu, talvez. Anw, já escrevi demais.
Subjetivo? Escrever sobre sentimentos em linguagem jornalística, definitivamente, não dá. E como uma pazona de gente consegue fazer isso (e, melhor, sem falar necessariamente a língua do lead), melhor permanecer na condição de leitora, que tem sido tão útil.
*
random: Everybody hurts - R.E.M.
Tem coisas que gostaria de escrever aqui, mas não posso.
*
Das pernas bambas a um imenso desânimo, falta de horizonte, arrefecimento d'alma, sei lá o quê: como eu já disse, oscilações de humor são coisas difíceis com as quais se lidar. Ainda mais quando elas têm um propósito bem alicerçado naquilo que é gelidamente concreto. Ainda mais quando elas antevêem um futuro medíocre, indesejado até debaixo d'água.
Exagero meu, talvez. Anw, já escrevi demais.
Subjetivo? Escrever sobre sentimentos em linguagem jornalística, definitivamente, não dá. E como uma pazona de gente consegue fazer isso (e, melhor, sem falar necessariamente a língua do lead), melhor permanecer na condição de leitora, que tem sido tão útil.
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random: Everybody hurts - R.E.M.
7.4.03
Tsc, tsc
Quer espantar um londrinense numa manhã fria de segunda-feira (vá, nem tão fria assim)?
É fácil e rápido. Lance mão do duo bermuda e tênis/blusa de frio e verá o resultado nos olhos das pessoas. Eita povinho mais invocado.
*
Se ao menos eu estivesse com cinto de franjinha, pô.
(aí acho q até me dariam um desconto, isso sim)
Quer espantar um londrinense numa manhã fria de segunda-feira (vá, nem tão fria assim)?
É fácil e rápido. Lance mão do duo bermuda e tênis/blusa de frio e verá o resultado nos olhos das pessoas. Eita povinho mais invocado.
*
Se ao menos eu estivesse com cinto de franjinha, pô.
(aí acho q até me dariam um desconto, isso sim)
6.4.03
Você tem medo de quê?
Hoje tava lá, na enquete de importante saite:
"Do que você tem mais medo atualmente?"
a) Surto de conjutivite (hic!, digo, sic)
b) Balas perdidas no Rio
c) Pneumonia atípica
d) Míssil Tomahawk
Eu optaria pela letra E, "Azar do Rubens Barrichello". Mas lembrei que, a menos que encontre algo no estado de onde saí, continuarei morando em terras paranaenses por mais um tempo; portanto, letra F: "Aedes Aegypt". Daria até uma sub-opção Londrina, já que tá Fodíssima a epidemia por aqui. Melhor não mexer muito nesse vespeiro, senão a mosquitada me descobre no aconchego do lar.
E ontem eu falei com um puta amigão - que me considera filha dele,veja só - e descobri que ele ficou 15 dias de cama por causa da maldita dengue. Duas semanas de alucinações, fraqueza, cama o dia inteiro e líquido. Só líquido. Certeza que seu medo está entre aquelas quatro opções?
..................................................
Que o santo protetor de Rubinho não nos proteja, hehe
Uma semana sem dengue, sem bala perdida e com muita bala Soft sabor caramelo pra todo mundo. E uma bala de pólvora pro Bush, com carinho.
Não, eu não me esqueço dele. Já virou birra.
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random: Cold, cold night – White Stripes
Hoje tava lá, na enquete de importante saite:
"Do que você tem mais medo atualmente?"
a) Surto de conjutivite (hic!, digo, sic)
b) Balas perdidas no Rio
c) Pneumonia atípica
d) Míssil Tomahawk
Eu optaria pela letra E, "Azar do Rubens Barrichello". Mas lembrei que, a menos que encontre algo no estado de onde saí, continuarei morando em terras paranaenses por mais um tempo; portanto, letra F: "Aedes Aegypt". Daria até uma sub-opção Londrina, já que tá Fodíssima a epidemia por aqui. Melhor não mexer muito nesse vespeiro, senão a mosquitada me descobre no aconchego do lar.
E ontem eu falei com um puta amigão - que me considera filha dele,veja só - e descobri que ele ficou 15 dias de cama por causa da maldita dengue. Duas semanas de alucinações, fraqueza, cama o dia inteiro e líquido. Só líquido. Certeza que seu medo está entre aquelas quatro opções?
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Que o santo protetor de Rubinho não nos proteja, hehe
Uma semana sem dengue, sem bala perdida e com muita bala Soft sabor caramelo pra todo mundo. E uma bala de pólvora pro Bush, com carinho.
Não, eu não me esqueço dele. Já virou birra.
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random: Cold, cold night – White Stripes
5.4.03
Isso porque o meu escorpião nem é amarelo
Procurava hoje um bloco de notas (sem trocadilho!) pra comprar, quando achei uma cardineta com todas as "características do seu signo, para todos os âmbitos da sua vida". Uou, arrepiei só pelo título. Mesmo assim (e como a curiosidade matou nonono, diria o ditado), abri a de escorpião, sem antes deixar de preparar o espírito pras atrocidades que diriam de nossa raça. (snif)
Dentre os muitos adjetivos carinhosos (possessivo, ciumento - e daí? -, rancoroso, etcetcetc, fodafodafoda-se), no setor "carreira", tava lá: os nativos do signo de escorpião vão se dar muito bem (linguagem sutil) como militares (justo eu?), mineiros (só se for pra achar garrafa pet), biólogos (isso pq odeio inseto) ou como jornalistas em jornais subversivos ou de esquerda.
hehe, subversivo ou de esquerda?! Claaro, bem de acordo à realidade de mercado, a-hã.
Apesar de que Chanaina Guevara com boina de hippie no tiene mucha ternura, hermanos.
.............................................
Uma coisa que o livreto não dizia é que escorpiano pode se revelar, do nada, um bicho muito paciente, é. Hoje esperei exatos 20 minutos pro conjunto panqueca/salada "express" que caí na besteira de escolher. Lá pro final do tempo (isso é praxe) comecei a contagem até 100. Acho que a moça do caixa percebeu o dedo na mesa indo e voltando, porque o pedido veio no 56.
Viu só? Escorpião tem suas raízes chinesas mesmo quando o assunto é massa.
É, eu reconheço que essa foi fraca. Culpa do molho branco que me queimou a língua, folks.
.............................................
Quem não gosta de ler aquilo que espera, héin? Sem xurumelas pra cima de mim. Deu uma ponta de satisfação o livrinho falar da combinação escorpião/câncer. Sorte a minha, azar de...ah, deixa eu parar que amanhã é domingo de novo (shit).
.............................................
Na livraria, o mocinho não achou no catálogo nenhum título da Virginia Ulfi.
Quando vi a anotação dele, concordei na hora. Até desisti de dizer o nome do romance em questão. Outro neologismo, na certa.
Isso é pra eu aprender a não me influenciar por filmes. Influência, influenza.
Mas que a Nicole Kidman mereceu o Oscar, mereceu. Carregar aquele nazo né brinquedo não, minha gente!
(NOTA MENTAL: meu lado academia aflorou de novo, desculpem)
.............................................
Sabe o que eu acho bizonho em tempos de Expô (sim, escrevem desse modo, por aqui)? A boiada que a freqüenta, toda uniformizadinha. Só essa noite devo ter visto umas cinco gourias com cinto de franjinha num recinto de poucos metros quadrados.
Eu odeio o cinto de franjinha. E em respeito a esse sentimento maior que a dona, vou ficando por aqui, antes que se cumpra a profecia do maldito livreto.
.............................................
random: Get gone - Fiona Apple
Procurava hoje um bloco de notas (sem trocadilho!) pra comprar, quando achei uma cardineta com todas as "características do seu signo, para todos os âmbitos da sua vida". Uou, arrepiei só pelo título. Mesmo assim (e como a curiosidade matou nonono, diria o ditado), abri a de escorpião, sem antes deixar de preparar o espírito pras atrocidades que diriam de nossa raça. (snif)
Dentre os muitos adjetivos carinhosos (possessivo, ciumento - e daí? -, rancoroso, etcetcetc, fodafodafoda-se), no setor "carreira", tava lá: os nativos do signo de escorpião vão se dar muito bem (linguagem sutil) como militares (justo eu?), mineiros (só se for pra achar garrafa pet), biólogos (isso pq odeio inseto) ou como jornalistas em jornais subversivos ou de esquerda.
hehe, subversivo ou de esquerda?! Claaro, bem de acordo à realidade de mercado, a-hã.
Apesar de que Chanaina Guevara com boina de hippie no tiene mucha ternura, hermanos.
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Uma coisa que o livreto não dizia é que escorpiano pode se revelar, do nada, um bicho muito paciente, é. Hoje esperei exatos 20 minutos pro conjunto panqueca/salada "express" que caí na besteira de escolher. Lá pro final do tempo (isso é praxe) comecei a contagem até 100. Acho que a moça do caixa percebeu o dedo na mesa indo e voltando, porque o pedido veio no 56.
Viu só? Escorpião tem suas raízes chinesas mesmo quando o assunto é massa.
É, eu reconheço que essa foi fraca. Culpa do molho branco que me queimou a língua, folks.
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Quem não gosta de ler aquilo que espera, héin? Sem xurumelas pra cima de mim. Deu uma ponta de satisfação o livrinho falar da combinação escorpião/câncer. Sorte a minha, azar de...ah, deixa eu parar que amanhã é domingo de novo (shit).
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Na livraria, o mocinho não achou no catálogo nenhum título da Virginia Ulfi.
Quando vi a anotação dele, concordei na hora. Até desisti de dizer o nome do romance em questão. Outro neologismo, na certa.
Isso é pra eu aprender a não me influenciar por filmes. Influência, influenza.
Mas que a Nicole Kidman mereceu o Oscar, mereceu. Carregar aquele nazo né brinquedo não, minha gente!
(NOTA MENTAL: meu lado academia aflorou de novo, desculpem)
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Sabe o que eu acho bizonho em tempos de Expô (sim, escrevem desse modo, por aqui)? A boiada que a freqüenta, toda uniformizadinha. Só essa noite devo ter visto umas cinco gourias com cinto de franjinha num recinto de poucos metros quadrados.
Eu odeio o cinto de franjinha. E em respeito a esse sentimento maior que a dona, vou ficando por aqui, antes que se cumpra a profecia do maldito livreto.
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random: Get gone - Fiona Apple
3.4.03
Mais um pouquinho de ginko biloba com camomila ae?
Ah, como eu queria não ser tão ansiosa... O braço (só o esquerdo) e as pernas ficam moles (idem para momentos de tensão), o batimento cardíaco acelera, a adrenalina me faz ter vontade de sair correndo... Coisa estranha, mais ainda quando você se vê confinada a quatro paredes, no quinto andar.
O ruim disso tudo é quando as perspectivas não são contempladas. O que também faz parte. Mas não deveria!
*
Momento felizi do dia (espero que seja Um dos):
Baixei o álbum novo do Radiohead, "Hail To The Thief". Cortesia da Ana, que disponibilizou o link em seu blog. Valeu!
Não tenho tanta capacidade em fazer crítica musical quanto para falar bobagem (ao vivo é pior ainda, he), mas recomendo as faixas Go to sleep e A Wolf at the door. Fofuras.
NOTA MENTAL:
Hoje eu assisto a Chicago nem que chova tamanduá-bandeira no trajeto até o shoppingui.
Ah, como eu queria não ser tão ansiosa... O braço (só o esquerdo) e as pernas ficam moles (idem para momentos de tensão), o batimento cardíaco acelera, a adrenalina me faz ter vontade de sair correndo... Coisa estranha, mais ainda quando você se vê confinada a quatro paredes, no quinto andar.
O ruim disso tudo é quando as perspectivas não são contempladas. O que também faz parte. Mas não deveria!
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Momento felizi do dia (espero que seja Um dos):
Baixei o álbum novo do Radiohead, "Hail To The Thief". Cortesia da Ana, que disponibilizou o link em seu blog. Valeu!
Não tenho tanta capacidade em fazer crítica musical quanto para falar bobagem (ao vivo é pior ainda, he), mas recomendo as faixas Go to sleep e A Wolf at the door. Fofuras.
NOTA MENTAL:
Hoje eu assisto a Chicago nem que chova tamanduá-bandeira no trajeto até o shoppingui.
Curtas
- poucas coisas me irritam tanto quanto vendedoras de lojas tentando me fazer de tonta. Hoje eu queria uma Havaianas, queriam me passar uma Grendha-borrachuda porque "é a mesma coisa". Ah, tá. E eu capino minhoca no asfalto quente, darling.
- outras coisas me dão uma sensação, assim, leve. Como o telefonema de hoje e a contagem regressiva que me tem motivado em cada hora lazarenta de acordar, cedo. Ou como o tiozinho dos pães hoje, na feira da lua. Seria a enésima vez que lhe perguntaria sobre "biscoitos de polvilho, o senhor tem?". Mas ele se adiantou, tirou de um local escondido um saco das deliciosas bolinhas e ainda me mostrou o *único* exemplar de pão de cenoura feito na semana. O primeiro. E que agora é meu (show).
- lá se foram os minutos de esteira, extensora, tríceps, step e mais outros nomes técnicos que não faço questão de guardar. Isso me leva a crer que jamais serei louca de fazer aqueals terríveis aulas de abdominais. Nai nai.
- sim, estou me futilizando. Aprendi a dançar (entre outras) a dança da mãozinha, a da ondinha e outras mais indecentezinhas. Tudo contra as calorias, minha gente - antes que me pensem que eu liberei "geraaal, chutei o pau da barraca e soltei a franga", como diria a filósofa Maria das G. X. Meneghel, isso é exercício aeróbico! (apesar de q em casa, depois, eu ouço uns dois cds pra expurgar qqr axé-resquício-2003).
- cuidado com o coelho da páscoa. Dizem que é ele o transmissor da tal pneumonia estranhíssima. Dessa vez não é culpa do El Niño, ao que parece.
.....................................
random: Esquadros - Adriana Calcanhotto
(aqui estão os meus acordes preferidos)
- poucas coisas me irritam tanto quanto vendedoras de lojas tentando me fazer de tonta. Hoje eu queria uma Havaianas, queriam me passar uma Grendha-borrachuda porque "é a mesma coisa". Ah, tá. E eu capino minhoca no asfalto quente, darling.
- outras coisas me dão uma sensação, assim, leve. Como o telefonema de hoje e a contagem regressiva que me tem motivado em cada hora lazarenta de acordar, cedo. Ou como o tiozinho dos pães hoje, na feira da lua. Seria a enésima vez que lhe perguntaria sobre "biscoitos de polvilho, o senhor tem?". Mas ele se adiantou, tirou de um local escondido um saco das deliciosas bolinhas e ainda me mostrou o *único* exemplar de pão de cenoura feito na semana. O primeiro. E que agora é meu (show).
- lá se foram os minutos de esteira, extensora, tríceps, step e mais outros nomes técnicos que não faço questão de guardar. Isso me leva a crer que jamais serei louca de fazer aqueals terríveis aulas de abdominais. Nai nai.
- sim, estou me futilizando. Aprendi a dançar (entre outras) a dança da mãozinha, a da ondinha e outras mais indecentezinhas. Tudo contra as calorias, minha gente - antes que me pensem que eu liberei "geraaal, chutei o pau da barraca e soltei a franga", como diria a filósofa Maria das G. X. Meneghel, isso é exercício aeróbico! (apesar de q em casa, depois, eu ouço uns dois cds pra expurgar qqr axé-resquício-2003).
- cuidado com o coelho da páscoa. Dizem que é ele o transmissor da tal pneumonia estranhíssima. Dessa vez não é culpa do El Niño, ao que parece.
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random: Esquadros - Adriana Calcanhotto
(aqui estão os meus acordes preferidos)
1.4.03
Um pouco de sal grosso não deve ser tão salgado assim
Algumas coisas acontecem perto de mim eu acho que de propósito. Só pra vir aquele pensamento nerd de “putz, eu preciso contar isso no blog”. Mesmo que a sua vida, nem a minha, sejam mudadas em nada com a preciosa “informação”.
Fazer o quê? As pessoas precisam de válvulas de escape, sejam elas a porcelana branquinha do vaso, ou o teclado de um computador. Confesso que meu lado altruísta (ouviu, Cristo Reeeei??) diversas vezes me fez optar pelo violão ou por algum CD poupando, assim, meus afáveis leitores de um pouco mais de água na semana. Só não poupei o ouvido das redondezas, aaaaaaah, não. Eu quero livre-arbítrio, tio!
Tudo bem, não tem chovido mesmo.
De qualquer forma, já que eu comecei, uma questã pra lhes tirar o sossego, remover montanhas e lençóis em busca de respostas, enfim, de fazer passarinho imitar hiena: Como você evacua as emoções?
Não, não é um festival inspirado em Jackass, Hermes e Renato, muito menos em Beavis e Butt Head. Que (com exceção dos segundos) não me apetecem nadica, nadica. Apenas uma dúvida idiota de quem tem seu último dia de jornada jornalística full time. Juro que não xingo mais cotações de dólar, poupança, CDBs e afins, pra não pagar os pecados novamente.
Mas eu confesso: gostei.
....................................
Ok, ok, não sou Machada de Assis, não tenho a mente doentia o sificiente pra plantar a perniciosa dúvida de Bentinho (Capitu’s horner) na cabeça de quem quer que seja. Sendo assim,
NADA DE DIGRESSÕES, PÔ!
....................................
Depois de meu lado pouco afeito a diálogo e de traços psicóticos dar o fora (baby I’m a lost cause), eu conto. Eu conto que vi a cadelinha do apartamento da frente (o animal!!) entrar dentro do meu, completamente ignorante e cega pelas emoções, hoje, durante o almoço, tão logo eu lhe elogiei (digo, ao dono) a textura de pêlo tão bem cuidado. Às leitoras, explico que o tal parecia a mais bem-feita chapinha em cabelo desgranhento. Coisa lindíssima aquilo, apesar de estranho. Superficial, assim como Jacko.
Ocorre que o inveterado animal deve estar com graves problemas de personalidade; diria mesmo que auto-estima exacerbadamente na chon. Ouvindo aquilo, correu em minha direção, driblou-me pela esquerda e foi comemorar a façanha no sofá (!) da minha sala, desinfetada dos ácaros na noite de ontem. Feladamãe duma cadela ordinária.
O capítulo bobinho desta tarde acabaria por aqui, sem direito a clímax (vá ver o Expedito com a chata da Sussu Vieira, nesse caso), não fosse a resistência da cachorra em abandonar o meu recinto*. Rosnando até para seu fiel dono, o qual leva para passear todas as manhãs, ela foi facilmente ludibriada por uma porção de granola gentilmente cedida pela Ana. A reação deve ser resultado de tanta notícia de guerra, pobre quadrúpede. Ou é esse clima abestado: no RU da faculdade, as abelhas andavam atacando até alface e batatinha...
* a utilização do vocábulo aqui se justifica pela proximidade da festa de peões, que começa esta semana. Pode ser a maior da América Latina, mais pacífica que o Oriente Médio (que mentira, teve tiroteio ano passado), mas fede estrume (dos animais e da playboyzada) de qualquer jeito. Assim não pode, assim não dá!
N.A. :
Caríssimos,
a referência a Telegrama Humano do post anterior, devido à sua extrema subjetividade, foi um tanto quanto (evite essa expressão e viva mais contentinho) mal interpretada, senão apenas incompreendida. Eu pensei mesmo em algo mais explícito, com pessoas saindo rápida e miraculosamente de um envelope dos correios. Entenderam por que ninguém ganhou brigadeiro?
....................................
Se bem que, se alguém agüentou ler isso tudo, merece a fábrica de chocolates Wonka, não apenas um mísero docinho.
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random: En el muelle de San Blas – Maná
Algumas coisas acontecem perto de mim eu acho que de propósito. Só pra vir aquele pensamento nerd de “putz, eu preciso contar isso no blog”. Mesmo que a sua vida, nem a minha, sejam mudadas em nada com a preciosa “informação”.
Fazer o quê? As pessoas precisam de válvulas de escape, sejam elas a porcelana branquinha do vaso, ou o teclado de um computador. Confesso que meu lado altruísta (ouviu, Cristo Reeeei??) diversas vezes me fez optar pelo violão ou por algum CD poupando, assim, meus afáveis leitores de um pouco mais de água na semana. Só não poupei o ouvido das redondezas, aaaaaaah, não. Eu quero livre-arbítrio, tio!
Tudo bem, não tem chovido mesmo.
De qualquer forma, já que eu comecei, uma questã pra lhes tirar o sossego, remover montanhas e lençóis em busca de respostas, enfim, de fazer passarinho imitar hiena: Como você evacua as emoções?
Não, não é um festival inspirado em Jackass, Hermes e Renato, muito menos em Beavis e Butt Head. Que (com exceção dos segundos) não me apetecem nadica, nadica. Apenas uma dúvida idiota de quem tem seu último dia de jornada jornalística full time. Juro que não xingo mais cotações de dólar, poupança, CDBs e afins, pra não pagar os pecados novamente.
Mas eu confesso: gostei.
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Ok, ok, não sou Machada de Assis, não tenho a mente doentia o sificiente pra plantar a perniciosa dúvida de Bentinho (Capitu’s horner) na cabeça de quem quer que seja. Sendo assim,
NADA DE DIGRESSÕES, PÔ!
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Depois de meu lado pouco afeito a diálogo e de traços psicóticos dar o fora (baby I’m a lost cause), eu conto. Eu conto que vi a cadelinha do apartamento da frente (o animal!!) entrar dentro do meu, completamente ignorante e cega pelas emoções, hoje, durante o almoço, tão logo eu lhe elogiei (digo, ao dono) a textura de pêlo tão bem cuidado. Às leitoras, explico que o tal parecia a mais bem-feita chapinha em cabelo desgranhento. Coisa lindíssima aquilo, apesar de estranho. Superficial, assim como Jacko.
Ocorre que o inveterado animal deve estar com graves problemas de personalidade; diria mesmo que auto-estima exacerbadamente na chon. Ouvindo aquilo, correu em minha direção, driblou-me pela esquerda e foi comemorar a façanha no sofá (!) da minha sala, desinfetada dos ácaros na noite de ontem. Feladamãe duma cadela ordinária.
O capítulo bobinho desta tarde acabaria por aqui, sem direito a clímax (vá ver o Expedito com a chata da Sussu Vieira, nesse caso), não fosse a resistência da cachorra em abandonar o meu recinto*. Rosnando até para seu fiel dono, o qual leva para passear todas as manhãs, ela foi facilmente ludibriada por uma porção de granola gentilmente cedida pela Ana. A reação deve ser resultado de tanta notícia de guerra, pobre quadrúpede. Ou é esse clima abestado: no RU da faculdade, as abelhas andavam atacando até alface e batatinha...
* a utilização do vocábulo aqui se justifica pela proximidade da festa de peões, que começa esta semana. Pode ser a maior da América Latina, mais pacífica que o Oriente Médio (que mentira, teve tiroteio ano passado), mas fede estrume (dos animais e da playboyzada) de qualquer jeito. Assim não pode, assim não dá!
N.A. :
Caríssimos,
a referência a Telegrama Humano do post anterior, devido à sua extrema subjetividade, foi um tanto quanto (evite essa expressão e viva mais contentinho) mal interpretada, senão apenas incompreendida. Eu pensei mesmo em algo mais explícito, com pessoas saindo rápida e miraculosamente de um envelope dos correios. Entenderam por que ninguém ganhou brigadeiro?
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Se bem que, se alguém agüentou ler isso tudo, merece a fábrica de chocolates Wonka, não apenas um mísero docinho.
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random: En el muelle de San Blas – Maná
30.3.03
Sea change
Dia lindo, lá fora. Como têm sido os dias, pra mim, há pouco menos de uma semana.
O céu de um azul incrível; os livros que queria ler, mas não tinha tempo, na cabeceira; as músicas que guardei para "ouvir outra hora", e agora me soam lindas, em ambiente de relativa calma; os telefonemas e cartas que prometi a tanta gente especial, e que (espero) vão consumir boa parte da minha solitária tarde de domingo.
Sim, está tudo quieto. No voices, TV desligada em protesto a essa programação podre do fim de semana (não que seja lá muuito diferente nos dias "úteis"), meu instinto culinário volta a dar aquele tapinha de 'vamos lá?' na costas. Um bom brigadeiro com avelãs pra começar.
Eita vidinha sem graça, não?
..........................
Se for, foda-se. Como a mami me diria, "nós envelhecemos na cabeça, mais que no corpo"; talvez seja novamente os sintomas de senilidade me assolando a alma. Mas ainda não cheguei no estágio de alugar Mazzaroppi e congêneres pra ter um pouco mais de diversão. Nem tanto.
O que me dá umas ruguinhas de preocupação (além das outras que já despontam; não sou cega) são as constantes e poderosas oscilações de humor das quais sou invariavelmente acometida. Por isso que procuro fazer o mais prazeroso quando a tormenta ainda não chegou e passarinhos tilitam a minha mente. Lalá, lalá, lalá. É melhor compartilhar esse tipo de sentimento, sabe?
Mas eu não posso bancar a ignorante comigo. Hoje é, sim, domingo. E está faltando um monte de coisa aqui pro meu dia ficar realmente lindo, pô.
E essas baixas só via teléfono.Caramba.
Alguém podia ter a brilhante idéia de inventar telegramas humanos. É.
Um brigadeiro pela iniciativa, ok?
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random: Lost cause ― Beck
Dia lindo, lá fora. Como têm sido os dias, pra mim, há pouco menos de uma semana.
O céu de um azul incrível; os livros que queria ler, mas não tinha tempo, na cabeceira; as músicas que guardei para "ouvir outra hora", e agora me soam lindas, em ambiente de relativa calma; os telefonemas e cartas que prometi a tanta gente especial, e que (espero) vão consumir boa parte da minha solitária tarde de domingo.
Sim, está tudo quieto. No voices, TV desligada em protesto a essa programação podre do fim de semana (não que seja lá muuito diferente nos dias "úteis"), meu instinto culinário volta a dar aquele tapinha de 'vamos lá?' na costas. Um bom brigadeiro com avelãs pra começar.
Eita vidinha sem graça, não?
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Se for, foda-se. Como a mami me diria, "nós envelhecemos na cabeça, mais que no corpo"; talvez seja novamente os sintomas de senilidade me assolando a alma. Mas ainda não cheguei no estágio de alugar Mazzaroppi e congêneres pra ter um pouco mais de diversão. Nem tanto.
O que me dá umas ruguinhas de preocupação (além das outras que já despontam; não sou cega) são as constantes e poderosas oscilações de humor das quais sou invariavelmente acometida. Por isso que procuro fazer o mais prazeroso quando a tormenta ainda não chegou e passarinhos tilitam a minha mente. Lalá, lalá, lalá. É melhor compartilhar esse tipo de sentimento, sabe?
Mas eu não posso bancar a ignorante comigo. Hoje é, sim, domingo. E está faltando um monte de coisa aqui pro meu dia ficar realmente lindo, pô.
E essas baixas só via teléfono.Caramba.
Alguém podia ter a brilhante idéia de inventar telegramas humanos. É.
Um brigadeiro pela iniciativa, ok?
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random: Lost cause ― Beck
29.3.03
E a vida continua.
Reabastecida, claro
Hoje foi dia de carnificina - na churrasqueira, não nas mãos daquele médico psicopata-e-açougueiro. Te pegueei! (clique aqui para rir)
Agora só falta provar a beca, usá-la (com aquela faixa vermelho-sangue horrêvel) e resgatar o canudo de mãos administrativas.
..............
Meu fígado, enfim, dá mostras de que tem se tornado um menino obediente. Isso aí, mamãe gostou de ver!
(a bem da verdade que as resistências me causam um certo calafrio...)
..............
Parabéns à titi "oito anos mais velha" (cansei de ouvir a ladainha), jeito de irmã primogênita. Ainda bem que ela não lê as baboseiras que eu escrevo aqui (espero que odeie Google e afins, tbm), ou invocaria ainda de ser minha ombudsman. Iooou
Parabéns 2 ao Gui, este ser estranho, insistente do caramba e gente finíssima, com toda essa "estranheza". he.
..............
random: Egüinha Pocotó, Dança da Mãozinha, Ragatanga
e mais uma série de pérolas que a memória fez o misericordioso favor de esquecer.
Mala-gradecida!
Reabastecida, claro
Hoje foi dia de carnificina - na churrasqueira, não nas mãos daquele médico psicopata-e-açougueiro. Te pegueei! (clique aqui para rir)
Agora só falta provar a beca, usá-la (com aquela faixa vermelho-sangue horrêvel) e resgatar o canudo de mãos administrativas.
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Meu fígado, enfim, dá mostras de que tem se tornado um menino obediente. Isso aí, mamãe gostou de ver!
(a bem da verdade que as resistências me causam um certo calafrio...)
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Parabéns à titi "oito anos mais velha" (cansei de ouvir a ladainha), jeito de irmã primogênita. Ainda bem que ela não lê as baboseiras que eu escrevo aqui (espero que odeie Google e afins, tbm), ou invocaria ainda de ser minha ombudsman. Iooou
Parabéns 2 ao Gui, este ser estranho, insistente do caramba e gente finíssima, com toda essa "estranheza". he.
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random: Egüinha Pocotó, Dança da Mãozinha, Ragatanga
e mais uma série de pérolas que a memória fez o misericordioso favor de esquecer.
Mala-gradecida!
28.3.03
It's all right
Dizem que felicidade é bom quando encontrada nas pequenas coisas, verdade? Não vou discordar. Deve ser mesmo ótimo você dever até as calças, ser traído pelo grande amor da sua vida, comer aquela trufa de maracujá bichada e, ainda assim, achar graciosas as garridas pombas que insistem em cruzar o seu caminho munidas de uma poderosa e certeira cloaca. E o melhor: você sorri para elas e agradece o dom da visão para contemplar cenário tão inspirador. Ah, o outono em nossos corações de marmota...
(nota: a seqüência é me-ra-men-te ilustrativa, graças a Deus)
Entretanto, em verdade, em verdade vos digo: isso é bom, mas nada melhor que se sentir feliz por algo que realmente lhe enche os olhos, custa um preço alto (vocês entenderam a conotação); enfim, daquilo que não é um mero detalhe no dia-a-dia sedento por um sorriso, que seja.
Quem acompanha este blog, assídua ou vezenquandamente (ihuu, professor Pasquale, me pega!), sabe do que estou falando. A ausência desses dias foi uma gosma de preguiça embasbacada da qual até agora penso não ter tido a real dimensão. Isso aí. Eu olhava meu filho e não lhe dava o devido valor; talvez por me lembrar das n dificuldades que enfrentei ao longo destes meses, para realizá-lo; talvez por simplesmente achar detalhes demais a serem consertados, suprimidos ou inseridos. Capítulos de dois dias, capítulos de duas semanas, noites de meia hora de sono, despedidas importantes (e a sensação nada inspiradora que fica depois delas), compreensão de uns, incompreensão de outros. Torcida de gente que eu mal conheço, mas que me parece tão próxima...
Resumindo (oh, a Janaina resumindo??), pequenos infantes que não vêem Xuxa, a quarentona, é o seguinte:
* Jornalistas Sob Controle - A Censura à imprensa de Londrina no Governo Militar Pós-64 foi apresentado, aprovadíssimo e tirou das minhas costas a charrete de paralelepípedos que eu sentia estar carregando, em certos momentos. "Tudo vale a pena, se a alma não é pequena", não? Pois bem, a minha está revigorada e do tamanho dum jogador de basquete (a alma, não o ego, ok?).
* A nível de perspectiva, enquanto futuro, a título de realização profissional, o livro-reportagem recebeu a indicação para ser publicado; isso vai acontecer depois de uma segunda revisão e edição.
Sem demagogia, até porque não uso esse espaço para mentir ou ludibriar quem gasta seu precioso tempo lendo-o (rárárá), a notícia é antes um relato emocionado (vocês não viram nada...) que um álibi para me vangloriar. Foi legal, extremamente foda, e mais foda ainda ouvir os gritos loucos da minha mãe, ao celular, dizendo que "já sabia" da nota e talz. Tá.
* Deliciosamente estranho, tudo isso. E a consciência leve é uma sensação inigualável. Desejo a você essa coisa assim, serelepe. E que seja eterna enquanto dure = )
Uou, que hoje eu tô ótima na seção "Plagie seu poeta predileto", affeee
................................................
As expressões de incerteza de alguns colegas em busca de trampo, ou mesmo eu não poder me afirmar nem estudante, nem jornalista independente (de quem você entender), contudo, me fincam os dois pés ao chão. A tarefa (ou 'selva', dizem uns) começa mesmo agora.
Tudo bem, eu não acredito mesmo mais em coelho da Páscoa, nem em que a galinha bota ovo por debaixo da asa...
Nesse caso, talvez a consciência pese por eu não ter escolhido a carreira política, hehe
*
Nota mental: surpresas agradáveis e um puta companheirismo na apresentação me abriram novamente os olhos.
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random: Here comes the sun — Beatles
Dizem que felicidade é bom quando encontrada nas pequenas coisas, verdade? Não vou discordar. Deve ser mesmo ótimo você dever até as calças, ser traído pelo grande amor da sua vida, comer aquela trufa de maracujá bichada e, ainda assim, achar graciosas as garridas pombas que insistem em cruzar o seu caminho munidas de uma poderosa e certeira cloaca. E o melhor: você sorri para elas e agradece o dom da visão para contemplar cenário tão inspirador. Ah, o outono em nossos corações de marmota...
(nota: a seqüência é me-ra-men-te ilustrativa, graças a Deus)
Entretanto, em verdade, em verdade vos digo: isso é bom, mas nada melhor que se sentir feliz por algo que realmente lhe enche os olhos, custa um preço alto (vocês entenderam a conotação); enfim, daquilo que não é um mero detalhe no dia-a-dia sedento por um sorriso, que seja.
Quem acompanha este blog, assídua ou vezenquandamente (ihuu, professor Pasquale, me pega!), sabe do que estou falando. A ausência desses dias foi uma gosma de preguiça embasbacada da qual até agora penso não ter tido a real dimensão. Isso aí. Eu olhava meu filho e não lhe dava o devido valor; talvez por me lembrar das n dificuldades que enfrentei ao longo destes meses, para realizá-lo; talvez por simplesmente achar detalhes demais a serem consertados, suprimidos ou inseridos. Capítulos de dois dias, capítulos de duas semanas, noites de meia hora de sono, despedidas importantes (e a sensação nada inspiradora que fica depois delas), compreensão de uns, incompreensão de outros. Torcida de gente que eu mal conheço, mas que me parece tão próxima...
Resumindo (oh, a Janaina resumindo??), pequenos infantes que não vêem Xuxa, a quarentona, é o seguinte:
* Jornalistas Sob Controle - A Censura à imprensa de Londrina no Governo Militar Pós-64 foi apresentado, aprovadíssimo e tirou das minhas costas a charrete de paralelepípedos que eu sentia estar carregando, em certos momentos. "Tudo vale a pena, se a alma não é pequena", não? Pois bem, a minha está revigorada e do tamanho dum jogador de basquete (a alma, não o ego, ok?).
* A nível de perspectiva, enquanto futuro, a título de realização profissional, o livro-reportagem recebeu a indicação para ser publicado; isso vai acontecer depois de uma segunda revisão e edição.
Sem demagogia, até porque não uso esse espaço para mentir ou ludibriar quem gasta seu precioso tempo lendo-o (rárárá), a notícia é antes um relato emocionado (vocês não viram nada...) que um álibi para me vangloriar. Foi legal, extremamente foda, e mais foda ainda ouvir os gritos loucos da minha mãe, ao celular, dizendo que "já sabia" da nota e talz. Tá.
* Deliciosamente estranho, tudo isso. E a consciência leve é uma sensação inigualável. Desejo a você essa coisa assim, serelepe. E que seja eterna enquanto dure = )
Uou, que hoje eu tô ótima na seção "Plagie seu poeta predileto", affeee
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As expressões de incerteza de alguns colegas em busca de trampo, ou mesmo eu não poder me afirmar nem estudante, nem jornalista independente (de quem você entender), contudo, me fincam os dois pés ao chão. A tarefa (ou 'selva', dizem uns) começa mesmo agora.
Tudo bem, eu não acredito mesmo mais em coelho da Páscoa, nem em que a galinha bota ovo por debaixo da asa...
Nesse caso, talvez a consciência pese por eu não ter escolhido a carreira política, hehe
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Nota mental: surpresas agradáveis e um puta companheirismo na apresentação me abriram novamente os olhos.
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random: Here comes the sun — Beatles
24.3.03
23.3.03
Contando até 10, até 100, até formar somatória
Coisas estranhas têm se passado aqui dentro, ante as circunstâncias futuras que avisto próximas. E o pior: não tenho a mínima noção de como lidar com elas sozinha. Isso é um desabafo, eu sei.
.........................................
Apontamentos inúteis sobre um fim de semana vazio
Não, não é mais uma seção autonálise que está começando, meus pequenos. Apenas algumas coisinhas que percebi neste dois dias demuita preguiça, ventinho gelado e TV, que me fez dormir no sabadão. Mais emocionante que isso, só Roberto Carlos cantando "Calhambeque" em versão remix. Axé, meu rei.
Mas vamos ao que (não) interessa:
- já percebeu que os "sete militares norte-americanos e dois britânicos"que morreram em confronto, no Iraque, foram notícia (certeza) até no cafundó brasileiro? E os milhares de civis iraquianos que estão morrendo: estes não têm alma?
Por isso que, apesar de tê-la estudado e criticado um monte, às vezes eu fico meio confusa com essa questão de autocensura. Hipócritas.
- ninguém deu um toque ao Pedro Bial (sim, o jornalista do Big Brother) pra trocar aqueles pijamas que ele tem usado? Coisa mais chinfrin.
(tá bom, to-tal-men-te descartável esse comentário)
- sabes onde fica a maior concentração de poodle branco de uma cidade em plena manhã de domingo? Na feira livre. Testado e confirmado. Dos 8 que eu vi hoje (né brinquedo nãão), o mais estranho, magricelo que daria dó (se não fosse poodle, ou pinsher > eca), levava a dona pra passear. Uma senhora duns 80 anos, vestidão de vó e tênis de neto no pé. Figura.
- (de novo a guerra; sorry, folks) àquelas propagandas anti-guerra, uma dúvida: "lutar pela paz" não é um pouco contraditório? Ahn?
- cada vez mais acho essa cidade uma extensão do Estado de SP. Ontem, os mais de 10 hinos (tranqüilo; daí pra mais) do Corinthians (salve!) que passaram tocando aqui na rua só corroboraram aquilo que todo estudante percebe quando aporta de lá pra cá. So far and so near.
- talvez uma das nuances paranaenses seja a infinidaaaade de nomes que esse povo me dá pra "fruta do conde" que eu conheço em terras paulistas. Dos que eu já vi, só me lembro da "pinha"."É que seca, aí vai pro pinheiro natalino, manja?" Uou. Adorei a explicação deste ser.
Quanta coisa interessante. Se essa maré estranha (que não passe duma TDM fiadamãe) avançar, prometo que desenvolvo cada ponto e parto de vez pro mestrado. Figas aí para o bem da humanidade, portanto. Seus filhos não merecem esse legado.
*
"Saudadezinha cadela, cuida para que não te tornes um fila com traços de pitbull", disse a pequena infante ao poltergeist que lhe ameaçava sob a cama.
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random: A Sorta Fairytale — Tori Amos
Coisas estranhas têm se passado aqui dentro, ante as circunstâncias futuras que avisto próximas. E o pior: não tenho a mínima noção de como lidar com elas sozinha. Isso é um desabafo, eu sei.
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Apontamentos inúteis sobre um fim de semana vazio
Não, não é mais uma seção autonálise que está começando, meus pequenos. Apenas algumas coisinhas que percebi neste dois dias demuita preguiça, ventinho gelado e TV, que me fez dormir no sabadão. Mais emocionante que isso, só Roberto Carlos cantando "Calhambeque" em versão remix. Axé, meu rei.
Mas vamos ao que (não) interessa:
- já percebeu que os "sete militares norte-americanos e dois britânicos"que morreram em confronto, no Iraque, foram notícia (certeza) até no cafundó brasileiro? E os milhares de civis iraquianos que estão morrendo: estes não têm alma?
Por isso que, apesar de tê-la estudado e criticado um monte, às vezes eu fico meio confusa com essa questão de autocensura. Hipócritas.
- ninguém deu um toque ao Pedro Bial (sim, o jornalista do Big Brother) pra trocar aqueles pijamas que ele tem usado? Coisa mais chinfrin.
(tá bom, to-tal-men-te descartável esse comentário)
- sabes onde fica a maior concentração de poodle branco de uma cidade em plena manhã de domingo? Na feira livre. Testado e confirmado. Dos 8 que eu vi hoje (né brinquedo nãão), o mais estranho, magricelo que daria dó (se não fosse poodle, ou pinsher > eca), levava a dona pra passear. Uma senhora duns 80 anos, vestidão de vó e tênis de neto no pé. Figura.
- (de novo a guerra; sorry, folks) àquelas propagandas anti-guerra, uma dúvida: "lutar pela paz" não é um pouco contraditório? Ahn?
- cada vez mais acho essa cidade uma extensão do Estado de SP. Ontem, os mais de 10 hinos (tranqüilo; daí pra mais) do Corinthians (salve!) que passaram tocando aqui na rua só corroboraram aquilo que todo estudante percebe quando aporta de lá pra cá. So far and so near.
- talvez uma das nuances paranaenses seja a infinidaaaade de nomes que esse povo me dá pra "fruta do conde" que eu conheço em terras paulistas. Dos que eu já vi, só me lembro da "pinha"."É que seca, aí vai pro pinheiro natalino, manja?" Uou. Adorei a explicação deste ser.
Quanta coisa interessante. Se essa maré estranha (que não passe duma TDM fiadamãe) avançar, prometo que desenvolvo cada ponto e parto de vez pro mestrado. Figas aí para o bem da humanidade, portanto. Seus filhos não merecem esse legado.
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"Saudadezinha cadela, cuida para que não te tornes um fila com traços de pitbull", disse a pequena infante ao poltergeist que lhe ameaçava sob a cama.
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random: A Sorta Fairytale — Tori Amos
22.3.03
Se correr o coelho te pega, se ficar, o ovo te come*
* da série Analogias Terríves Para um Sorriso Forçado
Prometi pra mim mesma que, este ano, não gastaria um cent comigo pra comprar ovo de Páscoa. Nai, nai, nai. Me recuso a gastar mais que 10 pilas em alguns mirrados gramas de chocolate.
Tudo bem, tem a surpresa dentro.
Mesmo assim.
Além do que, faz uns dois anos que a substância de cacau e eu não temos vivido mais aquele caso de amor tórrido.
Em compensação, se eu não como mais ovos (verdade, ainda tenho um Nescau bolinha versão 2002 na geladeira), agora os compro. Isso que dá ter aquelas primas mais novas me confundindo com "tia". Tá bem, eu me rendo, fazer o quê... Porque eu entendo vocês, pirralhas fofas! (apesar da mais novinha insistir nas rimas bestas com Ina-alguma-coisa, aff)
Saem os ovos, entram as ex-detestáveis colombas. Ressalva apenas para o fato de hoje haver as abençoadas, fabulosas e tudibom colombas de chocolate. Contraditório, né? Eu sei. Mas antes isso àquele gosto de essência de panetone que eu não suporto.
Gostando ou não das pelotas ocas, a lembrança que eu tenho delas é deveras saudosa. Talvez pela ingenuidade e poucas preocupações daqueles anos, talvez. Na noite de Páscoa, meus pais ajudavam a mim e a meu irmão a fazer os ninhos onde o orelhudo deixaria a preciosa espera da semana santa. Pra dar o toque mor de fantasia à coisa, minha mãe fazia pequenas pegadinhas de farinha, no chão - na minha imaginação de Alice, a fidelidade delas era simplesmente inquestionável.
Pois é, tudo isso passa, menos as velhotas de supermercado. Essas me perseguem há muito, e acho que outras e outras safras mais delas continuarão a fazê-lo. Só esta semana foram duas me interpelando sobre a bacalhoada de casa (que eu nem sei se vou provar!!) e sobre o bacalhau que elas estavam comprando. Bem-feito pra mim, que me aventurei pelo setor de frios quando deveria buscar coisas fora dali. Economize, sua tonta, ou doe pro Fome Zero (aaaaaaatchim).
Isso é para não dormires mais que 18 horas na tua vida, disse O Criador à fariséia vagal.
Não, não ando me automedicando, ou tentando entrar pralgum ranking de sono profundo.
....................................................
E pensar que ainda falta quase um mês pra essa coisa toda. Foda.
E um mês pra um reencontro rápido que precisaria de alguns dias e horas mais. Ibidem.
Enquanto isso, lá fora, o inverno vem me dar os primeiros tapinhas. Porque o desse ano vai ser dose pra leão e macaco louco.
Só espero que, até lá, algo de muito bom me aconteça pra eu dizer que estava enganada. O que, pelo menos, eu esteja aquecida de uma forma que coberta nenhuma dá jeito.
....................................................
random: Help! - Beatles
* da série Analogias Terríves Para um Sorriso Forçado
Prometi pra mim mesma que, este ano, não gastaria um cent comigo pra comprar ovo de Páscoa. Nai, nai, nai. Me recuso a gastar mais que 10 pilas em alguns mirrados gramas de chocolate.
Tudo bem, tem a surpresa dentro.
Mesmo assim.
Além do que, faz uns dois anos que a substância de cacau e eu não temos vivido mais aquele caso de amor tórrido.
Em compensação, se eu não como mais ovos (verdade, ainda tenho um Nescau bolinha versão 2002 na geladeira), agora os compro. Isso que dá ter aquelas primas mais novas me confundindo com "tia". Tá bem, eu me rendo, fazer o quê... Porque eu entendo vocês, pirralhas fofas! (apesar da mais novinha insistir nas rimas bestas com Ina-alguma-coisa, aff)
Saem os ovos, entram as ex-detestáveis colombas. Ressalva apenas para o fato de hoje haver as abençoadas, fabulosas e tudibom colombas de chocolate. Contraditório, né? Eu sei. Mas antes isso àquele gosto de essência de panetone que eu não suporto.
Gostando ou não das pelotas ocas, a lembrança que eu tenho delas é deveras saudosa. Talvez pela ingenuidade e poucas preocupações daqueles anos, talvez. Na noite de Páscoa, meus pais ajudavam a mim e a meu irmão a fazer os ninhos onde o orelhudo deixaria a preciosa espera da semana santa. Pra dar o toque mor de fantasia à coisa, minha mãe fazia pequenas pegadinhas de farinha, no chão - na minha imaginação de Alice, a fidelidade delas era simplesmente inquestionável.
Pois é, tudo isso passa, menos as velhotas de supermercado. Essas me perseguem há muito, e acho que outras e outras safras mais delas continuarão a fazê-lo. Só esta semana foram duas me interpelando sobre a bacalhoada de casa (que eu nem sei se vou provar!!) e sobre o bacalhau que elas estavam comprando. Bem-feito pra mim, que me aventurei pelo setor de frios quando deveria buscar coisas fora dali. Economize, sua tonta, ou doe pro Fome Zero (aaaaaaatchim).
Isso é para não dormires mais que 18 horas na tua vida, disse O Criador à fariséia vagal.
Não, não ando me automedicando, ou tentando entrar pralgum ranking de sono profundo.
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E pensar que ainda falta quase um mês pra essa coisa toda. Foda.
E um mês pra um reencontro rápido que precisaria de alguns dias e horas mais. Ibidem.
Enquanto isso, lá fora, o inverno vem me dar os primeiros tapinhas. Porque o desse ano vai ser dose pra leão e macaco louco.
Só espero que, até lá, algo de muito bom me aconteça pra eu dizer que estava enganada. O que, pelo menos, eu esteja aquecida de uma forma que coberta nenhuma dá jeito.
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random: Help! - Beatles
21.3.03
Congratulations
ao Fer e ao Thom pela conquista desta sexta-feira, após quatro (mais uns meses) anos de labuta permeados por greves intermináveis, professores picaretas (e, raríssimos, nem tanto) e mais uma pá de coisa que não daria pra escrever tudo num post só.
E ao Zé, que finisha a parte dele daqui umas horinhas.
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Orgulho de vocês, moçada. Força daqui pra frente e, claro!, muito juízo. Sabem como é essa história de sucesso subir à cabeça, né? hehe
*
ao Fer e ao Thom pela conquista desta sexta-feira, após quatro (mais uns meses) anos de labuta permeados por greves intermináveis, professores picaretas (e, raríssimos, nem tanto) e mais uma pá de coisa que não daria pra escrever tudo num post só.
E ao Zé, que finisha a parte dele daqui umas horinhas.
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Orgulho de vocês, moçada. Força daqui pra frente e, claro!, muito juízo. Sabem como é essa história de sucesso subir à cabeça, né? hehe
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20.3.03
Pra tirar um pouco a poeira e o lamaçal
Ia falar tanta coisa, mas esse clima de “a guerra está pra começar” apressou minha TDM e encheu o saco que eu não tenho. George Bush, seu filho da puta, idiota, bobo e feio.
Desculpem a tecla suja. Mas, pra minha concepção de liberdade, ele merece. E deixa eu parar por aqui, antes que me confundam com aqueles futuros cientistas sociais mais psicóticos, cumpanhêro.
O pior é o JN dando uma “análise” do caso dizendo que o motivo desta guerra é o blábláblá de terrorismo. Conversa pra americano dormir, faça-me o favor.
....................................
Pois é. Como me disse ontem (ontem?) a Fernanda, “agora a gente volta a viver”. De fato, depois de duas noites inteiras sem dormir e outras tantas de duas, três horas de sono, mais um cartucho inteiro gasto à toa (configure as monografias para A4, sua Anta), faleci ontem por merecidíssimas 15 horas de sono. O corpo e a mente (coitada, virou angu sem caroço) agradeceram muito hoje, apesar das meninas aqui em casa ficarem preocupadas e pensarem em ligar pra minha mãe, a alguns muitos quilômetros daqui. “A gente achou que você tava em coma, de verdade”. Hahaha....preciso me internar vezenquando, mesmo.
* E, Ana: sim, eu tô precisando mesmo dumas férias. O Rio (ê, diliça) que me aguarde, “um dia”.
No meu primeiro dia de liberdade eu resolvi fazer algo que há alguns anos não fazia: peguei matinê no cinema. Pode soar meio tosco, mas pra mim esse era o sonho inicial no pós-tcc. Depois eu retomo as atividades (t)físicas, ainda mais que acabo de descobrir que a academia abrirá aulas de dança, que bom. Tchá tchá tchá, agora a bandeira vem em dose dupla. E segurando um mico lindo nas mãos, hohoho.
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Le Pianiste, by Roman Polanski
Que Palme D’Or em Cannes; que sete indicações ao (palhaço do) Oscar, que nada. Nenhum desses títulos me impressionaria mais que ver ao filme e conferir trilha e fotografia belíssimas. E numa sala com meia dúzia de gatos pingados, coisa boa.
Um apontamento sur le film, apenas-e-tão-somente: eu não tenho MESMO do que reclamar da vida, nem você. Achava que tinha sido uma judia (ou algo do tipo) em outra vida (sai, papo de reencarnação), mas hoje tive certeza que não. Ou seria muito amarga, no mínimo.
E digo que só não fiquei com mais raiva do povo alemão porque sei que Hitler (assim como Bush, mas com bigodinho) era um lunático (sim, ele me contou!), e porque tenho a couple of two double friends alemães, a Charlotte e o Hanz, que contrariam totalmente esse rótulo besta.
O pitoresco ficou por conta da galerinha suuper da hora que eu peguei na saída do cinema. Shopping lotado, média de idade por volta dos 15 anos e algum cheiro de leite no ar. O mais cabicêra (fala sério!) foi ver um casal de paquerinhas se comunicando via celular, separado apenas pela praça de alimentação. É, filha, te cuida com a aposentadoria. Coroca.
...................................
Seboso
Não, não falarei dos hippies que emporcalham a Praça da Bandeira com aquele cheiro de xixi, suor, lágrimas (dos hippie babies) e paz-e-amor no ar. Asco. Nojo e aflição maiores ainda daqueles ossos atravessados na orelha, aff elevado à quinta.
Isso porque eu não ia falar dos tais, né?
O seboso em questão era outro. Entrei pra ver, pela trocentézima nona vez só neste ano, se havia chegado o Ilusões Perdidas, do Balzac. Se você for de Londrina e por um acaaaaso souber de quem esteja vendendo, agradeço a information.
Lá pro final da loja, num setor mais escondido, uma senhora duns 50 e poucos anos (isso porque ela não usa Havon!) lia um exemplar de Sabrina, ao banquinho, que eu vi. No setor de Comunicação/Jornalismo (veja bem o nome, héin), alguns exemplares de O Noviço (pô, ainda se fosse O Foca...) e O Teatro de Nelson Rodrigues me gritavam que algo estava errado. Depois de pegar nas mãos “O espírito sopra onde quer” (?!) e “O conhecimento inútil”, tive medo. Olhei para os lados, cocei a cabeça, rezei um Pai-Nosso e saí de fino. Lugar mais estranho.
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Nada menos que 8 (oito) pessoas me perguntaram as horas hoje. Qualé?
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Chega por hoje. Acho que deu pra espantar o tédio em escrever no blog, passados 2/3 da minhas atribulações de pré-formanda.
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Meus agradecimentos mais sinceros (e, oh, mais formais) aos chineses e chinesas que tiveram saco em visitar esta azulada página mesmo em tempos de secura (a qual, aliás, não foi verificada nos comments, hehe).
Post mortem:
A guerra começou. O palhação texano acaba de dizer que está “levando a liberdade a outras pessoas”. E eu, uma mensagem de carinho a ele e aos 67% dos norte-americanos que o apoiaram:
I wish God damn you all
Expressãozinha que, por sinal, eles se proíbem, por uma questão de hipocrisia (Deus tudo sabe, tudo vê, sabe?). Viva a liberdade de expressão, bando de putos!
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random: Come home — James
Ia falar tanta coisa, mas esse clima de “a guerra está pra começar” apressou minha TDM e encheu o saco que eu não tenho. George Bush, seu filho da puta, idiota, bobo e feio.
Desculpem a tecla suja. Mas, pra minha concepção de liberdade, ele merece. E deixa eu parar por aqui, antes que me confundam com aqueles futuros cientistas sociais mais psicóticos, cumpanhêro.
O pior é o JN dando uma “análise” do caso dizendo que o motivo desta guerra é o blábláblá de terrorismo. Conversa pra americano dormir, faça-me o favor.
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Pois é. Como me disse ontem (ontem?) a Fernanda, “agora a gente volta a viver”. De fato, depois de duas noites inteiras sem dormir e outras tantas de duas, três horas de sono, mais um cartucho inteiro gasto à toa (configure as monografias para A4, sua Anta), faleci ontem por merecidíssimas 15 horas de sono. O corpo e a mente (coitada, virou angu sem caroço) agradeceram muito hoje, apesar das meninas aqui em casa ficarem preocupadas e pensarem em ligar pra minha mãe, a alguns muitos quilômetros daqui. “A gente achou que você tava em coma, de verdade”. Hahaha....preciso me internar vezenquando, mesmo.
* E, Ana: sim, eu tô precisando mesmo dumas férias. O Rio (ê, diliça) que me aguarde, “um dia”.
No meu primeiro dia de liberdade eu resolvi fazer algo que há alguns anos não fazia: peguei matinê no cinema. Pode soar meio tosco, mas pra mim esse era o sonho inicial no pós-tcc. Depois eu retomo as atividades (t)físicas, ainda mais que acabo de descobrir que a academia abrirá aulas de dança, que bom. Tchá tchá tchá, agora a bandeira vem em dose dupla. E segurando um mico lindo nas mãos, hohoho.
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Le Pianiste, by Roman Polanski
Que Palme D’Or em Cannes; que sete indicações ao (palhaço do) Oscar, que nada. Nenhum desses títulos me impressionaria mais que ver ao filme e conferir trilha e fotografia belíssimas. E numa sala com meia dúzia de gatos pingados, coisa boa.
Um apontamento sur le film, apenas-e-tão-somente: eu não tenho MESMO do que reclamar da vida, nem você. Achava que tinha sido uma judia (ou algo do tipo) em outra vida (sai, papo de reencarnação), mas hoje tive certeza que não. Ou seria muito amarga, no mínimo.
E digo que só não fiquei com mais raiva do povo alemão porque sei que Hitler (assim como Bush, mas com bigodinho) era um lunático (sim, ele me contou!), e porque tenho a couple of two double friends alemães, a Charlotte e o Hanz, que contrariam totalmente esse rótulo besta.
O pitoresco ficou por conta da galerinha suuper da hora que eu peguei na saída do cinema. Shopping lotado, média de idade por volta dos 15 anos e algum cheiro de leite no ar. O mais cabicêra (fala sério!) foi ver um casal de paquerinhas se comunicando via celular, separado apenas pela praça de alimentação. É, filha, te cuida com a aposentadoria. Coroca.
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Seboso
Não, não falarei dos hippies que emporcalham a Praça da Bandeira com aquele cheiro de xixi, suor, lágrimas (dos hippie babies) e paz-e-amor no ar. Asco. Nojo e aflição maiores ainda daqueles ossos atravessados na orelha, aff elevado à quinta.
Isso porque eu não ia falar dos tais, né?
O seboso em questão era outro. Entrei pra ver, pela trocentézima nona vez só neste ano, se havia chegado o Ilusões Perdidas, do Balzac. Se você for de Londrina e por um acaaaaso souber de quem esteja vendendo, agradeço a information.
Lá pro final da loja, num setor mais escondido, uma senhora duns 50 e poucos anos (isso porque ela não usa Havon!) lia um exemplar de Sabrina, ao banquinho, que eu vi. No setor de Comunicação/Jornalismo (veja bem o nome, héin), alguns exemplares de O Noviço (pô, ainda se fosse O Foca...) e O Teatro de Nelson Rodrigues me gritavam que algo estava errado. Depois de pegar nas mãos “O espírito sopra onde quer” (?!) e “O conhecimento inútil”, tive medo. Olhei para os lados, cocei a cabeça, rezei um Pai-Nosso e saí de fino. Lugar mais estranho.
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Nada menos que 8 (oito) pessoas me perguntaram as horas hoje. Qualé?
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Chega por hoje. Acho que deu pra espantar o tédio em escrever no blog, passados 2/3 da minhas atribulações de pré-formanda.
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Meus agradecimentos mais sinceros (e, oh, mais formais) aos chineses e chinesas que tiveram saco em visitar esta azulada página mesmo em tempos de secura (a qual, aliás, não foi verificada nos comments, hehe).
Post mortem:
A guerra começou. O palhação texano acaba de dizer que está “levando a liberdade a outras pessoas”. E eu, uma mensagem de carinho a ele e aos 67% dos norte-americanos que o apoiaram:
I wish God damn you all
Expressãozinha que, por sinal, eles se proíbem, por uma questão de hipocrisia (Deus tudo sabe, tudo vê, sabe?). Viva a liberdade de expressão, bando de putos!
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random: Come home — James
17.3.03
Orpheu - Fernando Pessoa
Só quem puder obter a estupidez
Ou a loucura pode ser feliz.
Buscar, querer, amar...tudo isto diz.
Perder, chorar, sofrer, vez após vez.
A estupidez achou sempre o que quis
Do círculo banal de sua avidez;
Nunca aos loucos o engano se desfez
Com quem um falso mundo seu condiz”.
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Apenas mais algumas horinhas, Jesus.Valei-me.
Só quem puder obter a estupidez
Ou a loucura pode ser feliz.
Buscar, querer, amar...tudo isto diz.
Perder, chorar, sofrer, vez após vez.
A estupidez achou sempre o que quis
Do círculo banal de sua avidez;
Nunca aos loucos o engano se desfez
Com quem um falso mundo seu condiz”.
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Apenas mais algumas horinhas, Jesus.Valei-me.
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